Neto, GB Sodré
DOI: 10.13140/RG.2.2.32724.12168

September 2021



Resumo: 73 evidências de que houve um catastrofismo recente na terra o qual se harmoniza com 274 relatos arqueológicos (incluindo o famoso relato bíblico) do grande diluvio. Apresentamos tambem como seria um dos 12 modelos geológico-paleontológico criacionista, o qual exalta o padrão fóssil de surgimento pronto de templates fósseis (FT) e formas de vida como evidência de um “design inteligente” que planejou e criou os TF ancestrais a partir dos quais toda biodiversidade descendeu, especiou em tempo real rapidamente e foi sobrevivendo como pontas de galhos as vezes ricos, as vezes pobres, as vezes extintos e todos cada vez mais degenerados, pobres geneticamente e com maior acúmulo de mutações, doenças e aumento de frequência de alelos deletérios.


Introdução – A mentira


Esqueça aquelas camadas geológicas empilhadas que aprendemos na faculdade de geologia; pois como dizia o velho padre Quevedo, elas simplesmente “não ecxistem”. Talvez esta seja primeira coisa a se observar na geologia, que as camadas chamadas sedimentares do fanerozoico, desde as consideradas mais velhas (cambriano, ordoviciano, siluriano, etc ) ou mais modernas (cretacio, pleistosceno, etc), simplesmente não é uma afirmação verdadeira relacionada aos fatos , são apenas interpretações imaginativas do fato; pois quando vamos a campo, o que observamos de fato, é que camadas sedimentares classificadas de mais “modernas” (entre aspas) ficam em geral em terrenos mais altos em relação ao nivel do mar , e camadas sedimentares classificadas de “mais antigas” (entre aspas) ficam em terrenos mais baixos em relação ao nível do mar ; logo , o que define tais camadas é muito mais sua altura em relação ao nível do mar do que sua suposta antiguidade ou modernidade .

As camadas geológicas sedimentares são as que contem fósseis . Isso por si já indica catástrofe pois elas abrangem bacias inteiras onde hoje temos apenas um rio fininho , e são super largas, longas e espessas; algo que não se forma hoje em largura, espessura e extensão como observa o ex-professor da USP de geologia e hoje professor do UNASP Dr Nahor Souza Junior.

Elas também não estão empilhadinhas como você vê na internet assim (isso é simplesmente uma grande mentira interpretativa ):

Se considerarmos tais camadas períodos haverão muitas inconsistência como o fato do carbonífero abrigar muitos vegetais e no suposto período do cretáceo onde viviam os animais gigantes , pouquíssimo vegetal; isso revela que temos que entender as camadas como diferentes decantações/sedimentações/segregações e não diferentes períodos, caso contrário a comida destes gigantes existiria 100 a 200 milhões de anos antes deles existirem , o que é totalmente descabido. sedimentology.frsedimentology.fr sedimentology.fr http://sedimentology.fr/http://sedimentology.fr/

1/73 Catastrofismo pra Todo lado

Toda a terra está repleta de sinais de gigantescas catástrofes ocorridas recentemente, quando observamos os grandes os mares de sal, as camadas de sal e pré-sal contendo petróleo advindo de florestas de algas marinhas misturadas a animais sepultados debaixo de água sob muito calor e pressão, as pedras ígneas gigantescas iniciando os continentes, as plataformas expostas como formações vulcãnicas violentíssimas e inimagináveis como do pão de açucar e corcovado(RJ) e quintrilhões vezes quintrilhões de pedregulhos grandes e pequenos espalhados na terra numa sequência de diminuição de tamanho em direção ao centro dos continentes, juntamente com as crateras de  asteroides múltiplos, se observamos a imensa largura, espessura e extensão únicas de camadas sedimentares até o pleistosceno , as formações ígneas com pouca sedimentação ou desgaste acima dos(a) mesmos(a); a separação mineral ; as diversas situações de “temporalidade” ligando eventos catástroficos um ao outro como efeito dominó, as energias de magnitude global envolvidas em diversas formações geológicas ; tudo atesta e prova que aqui na terra houve um acidente recente gigantesco e terrível que acabou de acontecer a poucos milhares de anos. Estarei listando algumas perspectivas isócronas que atestam tal fato e como estas combinam coma hipótese de chuva de asteroides , diluvios arqueológicos e neocatastrofismo.

2/73 Estatísticas Fósseis

Pode ser uma imagem de texto

O geral dos fósseis mostra que a maioria dos fósseis são marinhos (95%) e do restante, a maioria costumam ser peixes, ou seja, foi uma catástrofe envolvendo muita água.

3/73 Repetições de mesmas espécies fósseis (artigo cientifico publicado pelo autor a respeito em revista internacional com peer review a respeito ).

A altíssima repetição de mesmas formas de fósseis (chamada na literatura de “paradoxo ou anomalia da estase morfológica) já indica por si só o retrato do sepultamento de várias populações de espécies ancestrais , das quais descenderiam espécies modificadas pelo ambiente que , para sepultar todas elas, foi drasticamente e catastroficamente modificado.

“O paradoxo  da estase morfológica na literatura paleontológica, SPM ( stasis paradox morphological ) representa uma grande incógnita que segundo Ernest Mayr,  é o maior problema da teoria histórica da Evolução. A SPM é uma anomalia porque  esperaríamos encontrar muita diversidade morfológica e taxonômica nas amostras fósseis e nunca repetição de mesmas formas. Se não bastasse este problema , descobrimos outro  maior :  Fósseis vivos que não mudaram morfologicamente durante centenas de milhões de anos (ficaram em estase) , ao serem submetidos a mudanças ambientais,  apresentam mudanças morfológicas hoje e ainda com tendência a não voltar a forma anterior. Ou seja, mesmo se centenas de artigos científicos tentem de várias maneiras  justificar a anomalia da PMS e tentar salvar a teoria da evolução histórica,  calculamos ser  impossível justificarem como fósseis vivos permaneceram sem mudanças em suas várias amostras fósseis e mudarem hoje.  Segundo meta-análise de 58 trabalhos de Simpson ,  existe  71% de repetição de formas nos fósseis,  e  questionamos  este fato com o  contraste de podermos assistir em tempo real, mudanças morfológicas geradas facilmente por pressões ambientais.”

Observe também que formas se repetem muito no registro fóssil ; isso é chamado de “paradoxo ou anomalia da estase morfológica” ; mas o que é anomalia para a teoria da evolução é previsão para o criacionismo, pois é exatamente o que se espera se um diluvio global houvesse acontecido: repetição de mesmas formas fósseis resultante de sepultamento de populações . Este fato não seria chamado de anomalia ou paradoxo se se admitisse que tal repetição estacionária, de mesmas formas, indica claramente sepultamento de populações e não de amostras intercaladas por milhões de anos, pois seres vivos mudam diante de qualquer mudança ambiental conforme enfatiza justamente a própria teoria da evolução .

Enquanto o modelo criacionista não voltar a ser aceito, estes fatos e muitas outros serão chamados de anomalias multiplicando milhares de publicações “científicas ” tentando dar um jeito pra explicar, em geral cada uma condena o jeito anterior como insuficiente .Especiação e Mudanças Morfológicas em Escala de Tempo Real, Tempo Arqueológico e sua Ausência em Tempo GeológicoPublicado a primeira versão sob Doi: 10.15413/ajsr.2017.0413DOI: 10.13140/RG.2.2.34026.75207 Resumo : O paradoxo  da estase morfológica na literatura paleontológica, SPM ( stasis paradox morphologi…https://posgenomica.wordpress.com/2020/07/11/as-mudancas-morfologicas-e-sub-especiacoes-em-tempo-real-e-sua-total-ausencia-em-tempo-geologico/

Ora, se temos evidência de repetição de formas e isso indica claramente uma catástrofe sepultando o mundo antigo na lama contendo sílica das águas, então isso explica a proporção estatística dos fósseis e a formação de rocha sedimentar devido ao cimento (sílica) advindo principalmente do grande número de vulcões envolvidos nesta imensa catástrofe.

As camadas geológicas sedimentares são as que contem fósseis . Isso por si já indica catástrofe pois elas abrangem bacias inteiras onde hoje temos apenas um rio fininho , e são super largas e espessas; algo que não se forma hoje em largura, espessura e extensão como observa o ex-professor da USP de geologia e hoje professor do UNASP Dr Nahor Souza Junior.

Como foi

Agora entenda como que desenharam e são encontradas as camadas “empilhadas” como se fossem períodos. Veja nossa interpretação e decida qual delas possui mais coerência com os fatos.

O mar agitado por ruptura da crosta terrestre, estava invadindo continentes pra lá e pra cá , erodindo tudo e criando camadas sedimentares em grande volume nos lugares mais fundos do planeta que são os mares profundos e rios, pois formar camadas em lugares mais altos é cada vez mais difícil, por isso apenas 0,0124% dos fosseis são vertebrados continentais .

Não existe camadas sedimentares em lugares mais altos, exceto aquelas que se formaram embaixo e depois foram soerguidas quando uma placa da crosta (tectônica) se le

vantou posteriormente como vemos no Himalaia e Andes , onde encontramos fosseis de peixes marinhos e conchas do mar lá em cima.

A formação das camadas geológicas significa apenas momentos de decantação ou segregação de resíduos em geografias das mais profundas para as mais altas alcançadas pelo movimento de transgressão e regressão marinha.

Exemplo:

(Vai sofrer edição daqui pra frente – aguardem)

No Grand Canyon voce vai subindo e encontrando camadas sedimentares mais superiores , porque quanto mais alto o terreno, mais camadas de cima acontecem.

Simples assim.

Na verdade trata-se de camadas que estavam mais fundas no início do catastrofismo que a terra passou . E ainda estão mais profundas exceto aquelas que se soergueram pela ação da rachadura da crosta onde pedaços dela (que são as placas tectonicas) se amontoaram uma em cima de outra ou colidiram ou se atritaram.

Nos continentes encontramos diversas vezes o cretacio como camada sedimentar mais profunda .

E quanto mais alto o terreno mais camadas de cima acontecem

Tudo é uma questão de topografia e não de tempo como demonstra o gráfico acima.

Agora observe o padrão fóssil

Por que o paradoxo da estase morfológica destrói a teoria da evolução e ao mesmo tempo evidencia nitidamente ao criacionismo?
Foto de perfil de Jesse de Barros
Jesse de Barros, antigo Técnico Têxtil, Analista Programador e Instrutor (1977-2015)
Respondido Há 10h
Conforme a definição de Sodré Neto, que publicou artigo científico intitulado “Speciation in real time and historical-archaeological and its absence in geological time” a respeito , na revisão e acréscimos ao mesmo, assim define : “A anomalia surpreendentemente encontrada de que não há mudanças significativas morfológicas (incluindo aquelas em direção as filogenias e morfologias díspares) no registro fóssil, para confirmar e convalidar a árvore evolutiva de ancestralidade totalmente comum e/ou pelo menos para representar as grandes mudanças ambientais ocorridas ao longo de milhões de anos, é chamada na literatura de “paradoxo da estase morfológica” (PMS – paradox of morphological stasis).

O paradoxo da estase morfológica (PMS – paradox os morphological stasis) é a observação de permanência de mesma ou semelhante forma (dentro do “morfo-espaço”) nas amostras do registro fóssil contidos nos estratos e camadas geológicas sedimentares do fanerozoico e/ou pré-cambrianas. Esta permanência é precedida por surgimento pronto (sem etapas evolucionarias achadas antes nem lateralmente no sentido de ligar evolucionariamente um padrão morfológico fóssil ao outro, o que é chamado de padrão de disparidade ou diferenciação de padrões morfológicos aumentada no registro fóssil) , bem como extinção da forma no registro fóssil sem etapas de diversificação antes de extinção que se observa hoje , e as vezes reaparecimento daquela forma extinta , da espécie ou forma padrão, viva hoje, criando assim lapsos de sua ausência no suposto tempo de milhões de anos de intervalo considerado.

O surgimento pronto de espécies ou criaturas fósseis como padrão paleontológico (tendo sua maior expressão justamente no cambriano/ediacara que correspondem com o surgimento de camadas sedimentares ) e a estase morfológica fóssil, repetindo as muitas mesmas espécies em estratos geológicos superiores , com o padrão de surgimento pronto sem antecedentes ou etapas evolutivas anteriores , tem dado aos criacionistas muita esperança de que a Bíblia e 274 outras fontes arqueológicas sempre estiveram certas ao declararem que o mundo antigo foi sepultado por uma conjugação de relatos de diversas catástrofes diferentes, tendo em comum uma grande inundação arrebatadora que muitos relatos dos antigos chamam de dilúvio. Além dos criacionistas, os cientistas do design inteligente, que é um ramo interdependente da linha de estudo criacionista, ou que representa uma de suas linhas de pesquisa, dão destaque ao surgimento pronto no registro fóssil, como a confirmação de inúmeros estudos bioquímicos iniciados principalmente por Michael Behe, da célula e sistemas de vida , que não funcionam caso faltem partes (complexidade irredutível). Alguns dos autores que publicaram a respeito (Wolf Looning, 2006; Michael Denton, 1986, 2016; Stephen Meyer, 2009, 2013; Webe BH, 2010; Moriwitz, 1992; Kaufmann, 1993; Willian Dembsk, 2004; Guilermo Gonzáles, 2004; Jonathan Wells, 2000, Douglas Axe, 2016) e muitos outros. Todos obviamente evocando indiretamente ou discretamente de alguma forma a necessidade de parâmetros de leitura e compreensão dos dados a partir de softwares que simulam inteligencia e por assim dizer evocam um design inteligente e consequentemente os relatos antigos do Criador, o que fez romper não somente a barreira epistemológica que separa ciência estritamente materialista , onde todo cenário avistado é comprimido numa camisa de força epistemológica materialista de uma ciência pós modernista que abraça deduções metafísicas juntas ou amplas o bastante para reencontrar sabedorias , crenças e relatos antigos em sua forma mística de descrever dentro de sua forma de expressão mitológica, simbólica ou análoga, com baixo ou alto percentual e características de alguma literalidade falseável, os detalhes nossas origens.

Estes relatos antigos também falam de separação da terra e a geologia moderna, talvez em parte pelas ondas modernistas do iluminismo anti-religioso francês que imperava em toda Europa que era o centro do saber da época, teve muita resistência para aceitar a teoria da deriva continental de Alfred Wegener que em 1913 alegou ter iniciado a separação a uns 300 milhões de anos. Na época não tínhamos o “google earth” que mostra os contornos ainda extraordinariamente preservados por milhões de anos se encaixando quase que perfeitamente ainda hoje, apesar das catástrofes e impactos que se assumem ter ocorrido neste longo período, ou mesmo no período hoje assumido de 200 milhões de anos como inicio das separações , impactos estes que teriam desmanchado, castigado e erodido violentamente, estes mesmos contornos, contraditoriamente preservados ainda se encaixando um ao outro, surpreendentemente, como peças de um quebra-cabeças entre continentes da terra .

Mas se a academia pudesse extinguir o fator tempo (e neste trabalho mostraremos como) nos perguntamos se estas águas vindas das profundezas relatadas na Bíblia, juntamente com tantos desastres de magnitude global de outras fontes arqueológicas, não seriam, juntamente com a separação póstuma da terra também relatada, consequências de uma chuva inédita de asteroides na terra (pois temos milhares de evidências que o inicio da separação foi extremamente violenta e para rachar a crosta continental (que pode medir até 80 kilômetros de espessura) teríamos que ter muitas marretadas violentas de asteroides) as quais teriam capacidade de sepultar os seres antigos e explicar então suas repetições taxonômicas e a tão “assustadora” estase morfológica, pois todas as espécies pertenceriam a uma mesma geração e estariam apenas 70% estratificadas por motores de segregação e estratificação espontânea(Minoletti, 2009; Dilly et al, 2015: Berthaut, 1986, 1988, 2002, 2004, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014; Lalomov, 2007, 2013; Julien, P.Y, 1993)” . https://pt.quora.com/Por-que-o…/answer/Jesse-de-Barros