DOI: 10.13140/RG.2.2.14369.43367
Autor: Sodré, GBN;

3 (Três) grandes Cientistas brasileiros acabam de gravar um video (05/09/2021) favorecendo esta teoria https://www.youtube.com/watch?v=vR38b9wcn28

A teoria da variação das espécies sob empobrecimento genético (entropia genética) atuando pelos motores evolutivos

Autor: Sodré, GBN;

Resumo: Neste trabalho buscamos demonstrar que os motores evolutivos estão submissos a tendência geral de entropia, e mais especificamente, de (EG) entropia genética (Sanford, John C) e empobrecimento genético, que ocorre principalmente pelos próprios motores evolutivos, contrariando frontalmente aquela perspectiva positiva ou neutralista darwinista que dominou a ciência por mais de 150 anos.

Se considerarmos o “pool gênico” (PG) como o conjunto de genes de uma população, diante da pressão adaptativa, variabilizadora, modificacional ou evolutiva, por seleção natural, deriva , mutação ou qualquer outro fator ambiental epigenético, podemos observar e testar que ocorre, mesmo na seleção natural, a eliminação de variações que não se adaptaram, e portanto, podemos prever uma média de empobrecimento genético , tanto do conjunto dos PGs populacionais relacionados monofileticamente , como também no nível taxonômico menor da população quando consideramos um único PG de uma única espécie, onde um PG apenas de uma população específica, em geral também sofreu eliminação da parte não selecionada, exceto alguns casos, e mesmo nestas exceções num panorama maior taxonômico não são exceções) como quando uma espécie que foi isolada, retornou ao acasalamento e fluxo com outra, mesmo assim as duas quando se reencontraram , já estariam degeneradas por outros motores .

Em geral a perda de potencial de variação, o desgaste e o empobrecimento do PG, são regras na historia das espécies, como por exemplo, quando as famosas mariposas pretas são selecionadas, e as brancas foram eliminadas, ocorreu a diminuição da biodiversidade” ( Como ponderou o médico Marcos Ariel em um debate sobre o tema). Também observamos até mais claramente a tendência de empobrecimento genético na deriva genética, quando se percebe ser dividido no mínimo em 2 populações herdeiras, em relação a riqueza do PG da população anterior (espécie mãe) , onde as sub especiações carregarão em média metade do PG da população mãe anterior. Nas mutações, o quadro desta tendência empobrecedora é ainda mais nítido pois a maioria das mutações são deletérias.

Existem mutações positivas que podem criar algo novo como um veneno mais forte , uma defesa de um veneno , ou 1001 soluções para a sobrevivência. Contudo tais mudanças são positivas dentro de um quadro de degeneração e empobrecimento genético que em média vão corroendo gradualmente todas as espécies.
Dependendo da solução positiva inventada pelo ser vivo , isso pode acarretar em aceleramento do processo de empobrecimento e degeneração genética , como por exemplo, se uma cobra desenvolve um veneno mais forte, ela vai eliminar parte da sua espécie e espécies primas da sua família , o que contabiliza empobrecimento genético geral e específico (da sua espécie ).

Outros exemplos de mutações positivas são do tipo “doenças vantajosas” , que relativamente geram alguma vantagem (como baratas cegas em cavernas, anemia falsiforme em ambientes com malaria, diabetes acidificadoras do sangue em locais frios), mas são doenças empobrecedoras e ameaçadoras daquela linhagem que, apenas em alguma circunstância, ganhou alguma vantagem relativa, em troca de uma desvantagem geral que é a propria doença. Nas mutações positivas, também percebe-se desgaste e adaptação para a expressão da nova característica, o que na maioria das vezes, implica em perda de alguma função anterior.

Introdução

Ernest Mayr, em “Populações, Espécie e Evolução declara[1] :

“Especiação é um processo perigoso. O empobrecimento do patrimônio gênico e a instabilidade genética que a acompanham, pode conduzir com maior probabilidade ao desastre do que ao sucesso. Apesar da maioria das espécies incipientes não se extinguir, uma espécie ocasional não apenas pode completar o processo, como pode ter sucesso na penetração de um nicho ou zona adaptativa novos.”

Outras publicações científicas tratam especificamente deste empobrecimento como de Axel que aponta aspectos matemáticos[2], John C. Sanford que destaca o tempo de espera por uma mutação positiva para tornar viável até alguma parte minúscula de um sistema[3]:

“Simulações numéricas biologicamente realistas revelaram que uma população desse tipo exigia tempos de espera excessivamente longos para estabelecer até mesmo as cadeias de nucleotídeos mais curtas. Para estabelecer uma cadeia de dois nucleotídeos, foram necessários em média 84 milhões de anos. Para estabelecer uma cadeia de cinco nucleotídeos, foram necessários em média 2 bilhões de anos. Descobrimos que os tempos de espera foram reduzidos por taxas de mutação mais altas, maiores benefícios de aptidão e maiores tamanhos de população. No entanto, mesmo usando as configurações de parâmetros viáveis mais generosas, o tempo de espera necessário para estabelecer qualquer sequência de nucleotídeos específica dentro deste tipo de população era consistentemente proibitivo”.

Lonning declara[4][5]:

“Todas as alterações devido a diferentes fatores ambientais (modificações) também foram detectadas como mutantes, mas nem todos os fenótipos devido a mutações podem ser replicados por modificações provocadas pelo ambiente”, porque Lonning está se referindo a James D. Watson quando disse em 1976 que ” A maioria dos genes mutantes são recessivos em relação aos genes do tipo selvagem. […] O fenótipo recessivo frequentemente resulta da falha dos genes mutantes em produzir qualquer proteína funcional (enzima). ”

NGS, entropia genética e o aumento de falhas genético-proteicas, SNPs e MicroRNAs degradados

Pode ser uma imagem de texto que diz "miRNAs no diagnóstico: SNPs SNPs (Single Nucleotide Polymorphisms) Tipo mais comum de variação genética genoma humano (±10 milhões de S.s) uma variação de base a cada 300 nucleotídeos SNPs em genes codificadores de proteinas pode afetar as funções das proteínas influenciar a susceptibilidade individual ao câncer SNP GCAACGTTAGA PAOCAGCOTTAGA GCAGCOTTAGA RAMNSCAFCGTTAGA CA CANCGTTAGA"

Toda ciência agronômica, botânica, zootecnista, médica veterinária e medicina humana já usa NGS- Next Generation Sequencing [6] para administrar as mutações que vão se acumulando nas populações[7] e em nossa vida como indivíduos, nos nossos espermas[8], quanto maior for a idade[9][10][11], pois a entropia ocorre em quaisquer sistemas, sobretudo complexos como é o sistema informacional [12] [13]genético[14] acumulando defeitos , doenças, aumento global de câncer[15] e fragilidades pelas mutações, cada vez mais[16], e destacamos o fator causal genético e proteômico[17] atuando em conjunto com fatores ambientais e de estilo de vida , no aumento exponencial de 50% do diabetes nos últimos 10 anos.

Depois do projeto Genoma e Encode[18], doença deixou de ser considerada de forma grosseira e se passou a achar seus detalhes e variáveis que são melhor expostos por programas como Opeher[19][20][21], sobretudo nas falhas genéticas[22], de forma que podemos perceber não um nome genérico apenas, mas diversas localizações mutacionais que indicam falhas, deficiências ou comorbidades, bem como dietas, estilo de vida, formando um quadro de saúde único e personalizado que deveria ser tratado observando tais pormenores, buscando assim melhores e mais amplas indicações. Encontramos por exemplo, nos mais ou menos “25.000 genes humanos, 100.000 transcrições; com mais de 300 tipos diferentes de modo pós-tradução, com o número de proteínas resultantes estimado maior do que 1.800.000”[23][24], ou seja, doenças hoje, tanto herdadas como adquiridas, podem ser melhor observadas por detalhes genéticos detectados por tecnologias cada vez mais sensíveis a detecção destes bio marcadores[25] com robusto suporte de plataformas de dados como Perseus[26], PRIDE[27], APODHIN[28] e outras.

Aliado a isso tivemos aumento percentual de muitas DCTN e “em média, todas as pessoas do mundo tiveram uma redução de 11% em sua saúde geral de 1990-2010 devido a doenças e lesões” [29] o que indica não apenas fatores ambientais mas aspectos genéticos. Uma tendência natural genética denominada “entropia genética” tem acumulado doenças das mais variadas nas descendências apontando inclusive a humanidade para cada vez mais próximo de acúmulo e aumento de frequência de alelos deletérios[30] aumento de doenças [31][32] sobretudo neurológicas[33][34][35] , com destaque para aumento de autismo[36] 25% dos diabetes[37] [38] cardiomiopatias[39] [40] estando cada vez mais depende da medicina genômica[41] para não amargar mais rapidamente a tendência estatística de extinção em vez de alguma adaptação evolutiva[42][43] .

Pesquisas apontam que estas doenças consideradas DCTN, não são transmissíveis, mas podem ser passadas aos descendentes, pois uma mutação já presente ou adquirida, ou no esperma produzido, gerada por estilo de vida e aspectos epigenéticos, vírus, radiações e poluições, um radical livre gerado por má alimentação e um metal pesado agrotóxico gerando mutações, antes ou durante a fase de reprodução, poderá acarretar em defeitos genéticos á prole. Estas pesquisas revelam aspectos extremos e preocupantes para aumento de prevalência relacionada a diabetes e hipertensão, onde o sono reparador de DNA da célula, torna-se ainda mais necessário para a diminuição de frequência e acúmulo nas descendências.

A entropia geral de todas as coisas apontam um passado cada vez mais próximo de informações genéticas cada vez mais bem planejadas e menos afetadas pelo acúmulo contínuo de mutações deletérias, e neste aspecto estudos genéticos pretéritos comparados aos atuais demonstram ser uma ferramenta importante para o bom diagnóstico bem como quais as falhas deve receber maior prioridade seja pela medicina gênica, CRISPR cas9, ou pelas compensações proteômicas mais importantes em relação a constante degeneração humana, sendo as proteínas do cérebro um dos alvos mais relevantes uma vez que neurônios são afetados por atacado (em média 120 relações neurais são prejudicadas em função de apenas uma mutação[44][45])”um relaxamento da seleção contra mutações levemente deletérias, incluindo aquelas que aumentam a própria taxa de mutação. A consequência de longo prazo de tais efeitos é uma deterioração genética esperada na condição humana básica, potencialmente mensurável na escala de tempo de algumas gerações nas sociedades ocidentalizadas, e porque o cérebro é um alvo mutacional particularmente grande, isso é de particular preocupação”[46].

Neste contexto, houve inicio de acúmulo de genes deletérios entre 5 a 10.000 anos atrás como revela este estudo publicado na Nature[47]:

“Estudos em larga escala de variação genética humana relataram assinaturas de recente crescimento populacional explosivo, notáveis por um excesso de variantes genéticas raras, sugerindo que muitas mutações surgiram recentemente. Para avaliar quantitativamente mais a distribuição das idades de mutação, nós resequenced 15.336 genes em 6.515 indivíduos de ascendência americano e Africano Europeu e inferir a idade de 1.146.401 autossômicas variantes de nucleotídeo único (SNVS). Nós estimamos que cerca de 73% de todos os SNVs codificadores de proteínas e cerca de 86% de SNVs previsto para ser deletério surgiu nos últimos anos 5.000-10.000. A idade média dos SNVs deletérios variou significativamente entre vias moleculares e genes de doenças continha uma proporção significativamente maior de SNVs deletérios recentemente surgiram de outros genes. Além disso, os americanos europeus tiveram um excesso de variantes deletérias em genes essenciais e mendeliana doença em comparação com os afro-americanos, de acordo com fraca seleção purificadora, devido à dispersão Out-of-Africa”.

A mudança de ambiente pressiona muito os seres vivos a se adaptarem, variarem, e consequentemente empobrecerem geneticamente, uma destas mudanças pode estar ligada a atmosfera do planeta Terra, que detinha maior concentração de oxigênio o que favorecia ainda mais as formas de vida, longevidade e controle de patógenos, vírus, bactérias, fungos . A oxigenação é fartamente citada na literatura como gerando múltiplos efeitos benéficos a saúde e diversas técnicas tem sido defendidas como ferramentas úteis nos tratamentos como câmaras hiperbáricas, ventiladores, balão de oxigênio e ozonioterapias[48]. O prefeito de Itajaí- SC, Brasil, médico, Dr. Volnei Morastoni, tem recomendado a aplicação retal de ozônio para pacientes que apresentem sintomas do novo coronavírus SARS-CoV-2 que manifesta Covid-19. Alguns ensaios clínicos tem sido publicados confirmando a eficiência desta técnica centenária para Covid-19[49] [50]. A técnica já conta mais de 3500 artigos no Pubmed e mais de 8000 artigos no Science Direct e desde a patente de Tesla em 1896 que se sabe dos múltiplos benefícios da ozonioterapia atuando no combate a 264 doenças incluindo efeitos antivirais, oxigenação, aspectos antinflamatórios e antidiabéticos[51][52][53], melhorando a circulação, combatendo hipertensão[54], grávidas hipertensas[55], doenças de pele[56] o que coloca a técnica como conversora de inúmeros benefícios conjuntos aos pacientes de risco.

Neste contexto dos beneficios do oxigenio, percebemos que a terra era ainda mais adaptável a vida , ainda mais bem projetada.

O Sistema Geocronológico e Três Paradoxos: 1)Estase Morfológica Fóssil; 2)Preservação Fóssil de Tecidos Moles não Resistentes e da 3)Estase Bacteriológica por Milhões de Anos

O questionamento do paradigma atual evolucionário, vigente sob as regras impostas do naturalismo filosófico, que obriga cientistas a terem que aceitar a explicação de que forças aleatórias orquestraram caoticamente a construção de sistemas ordenados, tem sido fortes motivos para infindáveis polêmicas científicas [57] e está sendo exposto como algo duvidoso cada vez mais nas discussões acadêmicas, onde por exemplo, tem se questionado muito o poder de uma sopa primordial ter formado, pelo menos parte do DNA[58], concorrendo com publicações que defendem a alternativa de que um complexo DNA primordial seria “capaz” de dar origem a vida (panspermia)[59] . Fugindo do campo da ordenação das informações genéticas, de forma análoga, existe muita dúvida de que “trombadas caóticas e atrapalhadas” de meteoros , asteroides e planetas, possam ter gerado a ordem no planeta Terra (que inclusive tem um grau de ordem muito diferenciado dos planetas conhecidos) e apesar deste tema ter sido causa de perseguição ao astrônomos Davidd Copdge que foi mandado embora na NASA depois de 14 anos de serviços prestados, e que defendia a mesma observação de fatos de outros grandes astrônomos muito perseguidos como Gullermo Gonzales que escreveu entre muitos artigos seu livro: “The Provileged Planet[60]” .

Há muita contestação sobre o processo da super explosão ou expansão inicial do universo, mais do que rápida na Teoria do Big Bang, tenha sido capaz em 3,27 minutos, aleatoriamente e sozinha , formar toda a matéria em uma relativa ordem de forma caótica, e gerar coincidentemente uma distribuição de massas necessária para que constelações não entrassem em colapso pela atração gravitacional de massas.

A forma madura e “massiva” da galaxia GNz-11 logo no iniciozinho do universo[61], algo não esperado por quem acredita num universo evoluído em bilhões de anos e visto como mais dos muitos paradoxos em algumas publicações em revistas especializadas em astronomia[62] [63]

Raphael Gobat (CEA, Paris), autor principal de um destes estudos[64] declara:

“‘O surpreendente é que, quando o observamos mais detalhadamente, este enxame de galáxias não parece ser jovem – muitas das galáxias já evoluíram e não parecem ser galáxias com formação estelar intensa como as que se observam tipicamente no Universo primitivo”

Como a GN z11 já estava madura e massiva naquele “tempo” de um universo bebezinho ? , mas a GN z11 não é uma exceção a regra, pois podemos ver milhares de galáxias vistas através do Hubble Deep Field (HDF) a mais de 10 bilhoes de anos-luz de distância. Esta ideia de instantaneidade de surgimento de galáxias prontas e maduras nos faz questionar a necessidade de bilhões de anos-luz também, pois aquilo que foi revelado dizendo “haja luz e houve luz” e que criou a GNz-11 pronta, pode ter feito a luz instantaneamente , ou junto dos 3,27 minutos assumidos como tendo ocorrido toda materia do universo , terminando assim a ideia da necessidade de tempo pra luz caminhar (pelo menos no início de toda as coisas).

Esta ideia de que tudo levou mkuito tempo para se evoluir , questionada agora até por fotos da Hublle tem promovido verdadeiras brigas acadêmicas, expulsões, boicotes, perseguições, algumas ligadas também a seleção natural, onde se polemiza se ela seria capaz ou não de gerar aleatoriamente, de forma cega, complexidades e engenharias no decorrer da historia da evolução (modificação) das espécies, bem como se questiona o poder das mutações ( que se descobriu ser a maioria deletérias[65]) estar a favor da evolução da vida e não da sua destruição ( entropia genética[66][67][68][69][70] ).

Destacamos também inúmeras publicações denunciando direta ou indiretamente como falso, o sistema de datação radiométrica e relativa por se basear no pressuposto de constância de decaimento uma vez que se descobriu que o núcleo atômico pode ser desfalcado de protons e neutrôns, dependendo de condições como uso de plasma e temperatura nas tokamaks e outras[71][72][73][74][75], porque a imposição dogmática destes é tão avassaladora, que além de ganharem um termo nada científico (“datações absolutas”), ainda conseguiram até mesmo publicar centenas de artigos “científicos” defendendo a datação de tecido mole orgânico preservado[76] tenha milhões de anos.

O cientista Everton Alves e Machado, baseando nos dados e subnotificações, publicaram na UNICAMP a previsão que achar tecidos ainda orgânicos poderá ser norma e não exceção [77]

“Com base nos resultados aqui apresentados é possível prever que, a partir do surgimento de novas tecnologias – minimamente invasivas, simples de uso, de baixo custo e com alta sensibilidade à detecção de diferentes componentes orgânicos –, os achados de tecidos moles não mineralizados em fósseis de dinossauros não avianos provavelmente será a norma e não a exceção”.

Está claro que tecidos orgânicos não são capazes de continuarem preservados diante das bactérias e fungos , muito menos em torno de um tempo imenso médio de 100 milhões de anos, fazendo necessário então que a ciência dos milhões de anos estabeleça outros paradoxos alem do PMS (paradoxo da estase morfológica da repetição de mesmas formas de seres plásticos)[78] , será que agora vamos ter que nominar o paradoxo da estase bacteriológica e fungica também?

Estes questionamentos estavam nas últimas décadas quase exclusivamente a cargo de muitos cientistas versus polemistas leigos religiosos e poucos cientistas, mas com o passar do tempo, e o avanço das pesquisas e facilidade da informação globalizada, hoje vemos infindáveis debates de elevado grau técnico que disputam as cosmovisões criacionistas versus evolucionistas com cada vez mais, a presença de milhares de cientistas e grandes nomes da ciência a favor da posição milenar criacionista ou simpática a mesma (ID), sendo tais cientistas citados em seus trabalhos (muitos publicados em revistas seculares ou revistas especializadas em “origens” que acabaram se tornando a maior especialidade das revistas criacionistas, usadas inclusive por muitos evolucionistas para falsear as próprias teses criacionistas[79].

No pano de fundo destas discussões, e não poderia faltar, vemos também disputarem ideologias e crenças que parecem reger o conjunto de argumentos dos lados opostos. Apresentamos aqui alguns pontos desta discussão e as ideologias e crenças nelas envolvidas , inclusive a estreita relação entre religiões animistas antigas que defendiam evolução contínua da matéria até aos seres (sem descontinuidade sistemática) , com a moderna teoria da evolução que se abstém de ser identificada como expressão científico-religiosa, ao mesmo tempo que carrega em si estreita relação com tais religiões, e ainda se sente no direito de acusar veementemente o criacionismo de praticar algo que também pratica (provavelmente talvez sem perceber).

Milhares de sites, publicações científicas em favor do criacionismo, tem se aprimorado cada vez mais ; tanto em demonstrar novas versões e modelos oriundos ou referenciados em seu antigo modelo milenar de história bio-geo-arqueo-paleontológica, como também apresentar erros que se perpetuam na ciência desde o surgimento em 1859 do modelo evolucionista darwinista, onde acusam que os mesmos tem dominado a academia por puro preconceito anticlerical que, em nome do laicismo (separação da igreja do Estado) tem estabelecido regras naturalistas (quando conveniente), para que os dados privilegiem apenas interpretações que evitem ligações religiosas da cultura judaico-cristã, mesmo que os dados apontem na direção de haver um planejador e Criador, ao mesmo tempo, mesmo sem perceber, que engolem no histórico darwinista a visão espírita reencarnacionista de evolução da alma e dos seres, que representa a crença de 2 terços da população terra. Analisaremos um pouco aqui algumas destas disputas, que ao mesmo tempo, sugerem novos modelos como alternativas mais parcimoniosas de nossas origens .

A ciência moderna

A ciência moderna nasceu em terreno cultural judaico-cristão[80][81], que fazia a leitura de uma natureza planejada , legislada, codificada e sistematizada por um poderoso e sábio Criador, legislador, o que fez com que se sistematizasse e descobrisse leis e ordens também, acima de outros povos que não detinham tais crenças . Os pais da ciência eram praticamente todos criacionistas e entendiam Deus como “principio básico” lembrando a mesma ideia do apóstolo Paulo que seria um assunto indiscutível (não previram portanto que seria um dos assuntos mais discutíveis no pós modernismo com repetição de frases fora de contexto, como a de Nietzsche ao ler a teoria de Darwin que declarou “Deus morreu” entre outros contextos onde também repetiu a mesma expressão chocante, impactante e chamativa . Newton e muitos pais da ciência moderna demonstram que suas descobertas possuíam estreita relação com sua fé, pois é fato notório que a razão enxerga mais aquilo que acredita, pensa, ama, valoriza.

Apesar disso , a cultura judaico-cristã foi afetada pela cultura romana que era bastante dominada pela cultura grega, que também trazia desde Platão uma visão teísta da realidade. O movimento do Design Inteligente, que entendemos como um dos aspectos do modelo da cultura judaico-cristã-islâmica criacionista, sempre esteve em choque com o ateísmo e a cultura das religiões esotéricas reencarnacionistas e animistas (mais orientais) de ênfase na evolução dos seres e da alma, as quais representam a cultura de dois terços dos habitantes da terra , e que rejeita em grande parte o dualismo cartesiano, misturando a divisão entre matéria e entidades. Esta disputa filosófico-religiosa parece se refletir também em semelhante proporção nos âmbitos da ciência moderna, quando avaliamos a grande disputa sobre nossas origens nas discussões entre criacionismo e evolucionismo.

Apesar da forte perseguição e “bullying” acadêmico que é majoritariamente a favor da teoria da evolução nas áreas de biologia, geologia, historia, arqueologia, paleontologia, filosofia, física, etc.. mais de 10% dos cientistas, muitos deles destas respectivas áreas, se posicionaram publicamente em favor do design inteligente e 2% em favor do criacionismo em recente pesquisa(fora os que por medo de bullyng evitam posicionamento)[82] . Uma lista de protesto de milhares de cientistas com Phd estão enchendo a internet e clamam por uma reforma na ciência. Muitos deles estão publicando a respeito e aqui propomos fazer uma pequena revisão bibliográfica do surgimento de diversas publicações científicas do movimento do “Design Inteligente” e “Criacionismo”, que buscam expor o modelo criacionista ou pelo menos de haver um “design” ao mundo acadêmico, junto com seus principais argumentos.

“Em 2007, o Conselho da Europa – um corpo composto por 47 países europeus que promove a integração da região – teve uma votação inesperadamente estreita em uma declaração dizendo que “se opõe firmemente ao ensino do criacionismo como uma disciplina científica em pé de igualdade com a teoria da evolução e, em geral, a apresentação de idéias criacionistas em qualquer outra disciplina que não seja a religião. ” A medida acabou sendo aprovada, mas somente após uma oposição feroz de alguns delegados e grupos externos, diz Anne Brasseur, luxemburguesa, relatora do Comitê de Cultura, Ciência e Educação do conselho”[83] O conflito estenos documentarios “expelled, no all inteligence”. “Em setembro de 2012, Expelled arrecadou mais de 7,7 milhões dólares se tornando a 20º maior bilheteria de todos os tempos, e a sétima maior bilheteria de filmes do tipo ‘documentário político’ de todos os tempos”[84][85].

Existem apenas duas maneiras de enxergar a realidade , uma estritamente natural e outra natural e sobrenatural. A ciência dos dados devem avançar sem limites , os dados devem reger as conclusões do pesquisador , e por mais que saibamos das razões históricas pelas quais o laicismo iluminista tratou de separar politicamente Igreja de Estado, a ciência, a educação e a cultura, não podem ser amordaçados para o conhecimento , seja ele de qualquer natureza.

O questionamento e as mudanças podem fazer não somente a ciência avançar, mas também quaisquer pessoas, grupos, empresas e entidades. Já o apego acrítico, gera o atraso e a resistência em pontos importantes necessitados de revisões. Permitir maior diálogo e interação, tem demonstrado ser o caminho das civilizações para poder nos trazer a tona diversas reformas, críticas e descobertas necessárias . Tal exercício, neste contexto, nos é estimulado principalmente porque relevantes cientistas estão desafiando cada vez mais o paradigma da teoria da evolução, com contundentes publicações a favor da existência de um “Design Inteligente” como podemos ver em Michael Behe[86][87]; ou na revisão bibliográfica com Hunter, 2012.[88] ; Sheldon, 2008[89]; Denton,1986[90]2004[91]; Zuñiga, 2016[92], Meyer, 2009, 2013[93]; Webe BH, 2010[94][95][96]; Moriwitz, 1992; Kaufmann, 1993[97]; Dembsk, 2004; Meester, 2009[98]; Gonzáles, 2004; Axe, 2016[99][100] Walter Brown que demonstra ter forte questionamento contra datações radiométricas baseado em constância de decaimento radioativo [101] e nossas pequenas contribuições ligadas mais ao paradoxo da estase morfológica acontecendo em supostos 544 milhões de anos em contraste com mudanças hoje em tempo real e na historia arqueológica [102] [103][104]. Temos também uma lista de “dissidents of Darwin” e listagem de PHDs de organizações que já contém mais de 10.000 Phds contrários a pelo menos boas partes da teoria da evolução[105][106] onde todos eles tem em comum a defesa de que os dados exigem planejamento anterior e não apenas causas naturais evoluindo.

Na Alemanha temos representantes do movimento do design inteligente como Scherer[107] que é o segundo autor de “Evolução um texto Crítico” que está na sexta edição, sendo o primeiro autor Reinhard Junker, onde organizaram diversas fragilidades do modelo da teoria da evolução seguido de opção mais próxima ao “Design Inteligente” e criacionismo,

Na Alemanha também temos o paleontólogo austríaco Günter Bechly,[108] apresentando entre suas muitas publicações com alta qualidade técnica em paleontologia conclusões em favor do design inteligente:

” Teórico do Design Vindicado – Curiosamente, a revisão mais abrangente do registro fóssil precoce de esponjas, feita por Antcliffe et al. (2014) , chegaram a uma conclusão muito semelhante à do defensor do design inteligente Stephen C. Meyer em seu livro seminal Darwin’s Doubt . Aqui está o que eles disseram em sua conclusão: “A explosão cambriana foi um evento evolutivo de grande magnitude e intimamente ligado à origem dos animais”. Negadores da ciência como Jerry Coyne, Donald Prothero e Nick Matzke, que subestimaram a explosão cambriana em suas resenhas polêmicas do livro de Meyer, deveriam ler os especialistas reais para aprender sobre o significado e a abrupção da origem dos planos do corpo animal na explosão cambriana, incluindo o plano corporal dos animais mais primitivos, esponjas”. [109]

Outra vez na Alemanha o cientista Loening do Max Planc, 2006[110][111] explica entre muitos argumentos sobre o padrão fóssil de surgimento de seres prontos em seus arquétipos, o que coloca em harmonia com as pesquisas ligadas a complexidade irredutível encabeçada por Behe que alega que sistemas completos ou quase completos são imprescindíveis e necessários a sobrevida de qualquer organismo, o que implica sobretudo na necessidade de ressuscitar o relojoeiro de Paley agora não mais morto por Nietzsche nem cegado por Dawkins[112], milenarmente chamado de Criador , depois chamado de Pantokrátor por Newton em 1687 e agora chamado de “Design Inteligente”. Temos ainda a koreia do Sul, se formos considerar sua população, é campeã isolada em patentes no mundo , se tornou “a capital do criacionismo no mundo” [113]

Esta ideia milenar , tanto popular como erudita , tanto filosófica como científica, de Deus, permeia todas as camadas de pensamento em toda historia humana. A ideia é necessária , é auto-evidente, é absolutamente a única resposta científica ou por quaisquer perspectivas , que podemos dar a origem desta realidade com claros aspectos de ordenação inteligente.

Alguns destes autores vão mais além de apenas querer restaurar a ideia de Deus na ciência e apresentam também os limites da evolução[114][115], outros refutam o corolário da biologia matemática de Fisher, mostrando que a teoria da evolução é irreal por não ter levado em conta que a maioria das mutações são deletérias [116][117][118] , e por fim apresentam dados de que a “entropia genética”[119] que é a grande tendencia mais poderosa na historia dos seres vivos[120][121][122] o que nos remete a extinção iminente e ao passado com cada vez mais preservada sua informação genética.

Devido ao fato de haver centenas de publicações contrárias a evolução, percebemos ser necessário tentar refletir o outro lado e quais pontos que desde Darwin se perpetuam com poucas mudanças significativas na academia. As ciências mais testáveis são caracterizadas por repentinas mudanças sem grandes atritos, já as ciências que dependem mais da interpretação e visões cosmológicas , carregam uma série de dificuldades para se renovar. Porque isso tem acontecido?

Talvez este quadro se justifica por um forte apego íntimo do cientista a aspectos religiosos ou anti religiosos , aspectos da cultura secular (deste século ou dos dois últimos séculos caracterizados pelo anticlericalismo) , preferências muito íntimas, ideologias que nos arrastam , egos, domínios, disputas filosófico-religiosas e não exatamente ciência, como se tenta muitas vezes disfarçar para a academia, usando a metodologia como uma artimanha conveniente a cada bloco de preferências antropologicamente presentes em toda historia humana.

Os Erros ou Conjecturas Incertas de Darwin

A teoria da evolução prega que do simples veio o complexo, apesar da ciência demonstrar que toda tendência é exatamente o oposto , que todos os seres vivos, incluindo o ser humano até vírus[123][124] , tem tendência média de entropia genética[125] e a verdadeira historia dos seres vivos, quando se observa as mutações, deve ser substituída pela teoria da estragação, mesmo se houver um “melhor” em geral apenas relativo ao ambiente.

De fato, tanto olhando, o todo, como diversos aspectos, a teoria da evolução apresenta erros gritantes que não deveriam continuar sendo tolerados. Em um de nossos artigos demostro por exemplo, em resposta a uma faculdade de medicina que, em pleno século XXI, ainda ensina que apêndice não tenha função, “As Múltiplas Funções do Apêndice”[126] que revela mais um dos muitos erros da teoria da evolução, que custou e custa a vida e sequelas de milhões de pessoas e animais.

Outro gravíssimo erro que a teoria da evolução recomendou foi ter influenciado a geocronologia que trás erros claros . Se alguém souber bioquímica proteica e conheça minimamente ações de bactérias, admitiria que os pedacinhos de carne com elasticidade do tiranossauro rex de Montana, datados pelo modelo evolucionista em 68 milhões de anos, não pode ter mais de 50 a 500 anos, e que existe problemas gritantes no sistema de datação da geocronologia atual . Veja : “What is also not clear is how such biofilm structures could themselves survive the ravages of time, as once produced other microorganisms could begin to digest even these” (tradução: O que também não está claro é como essas estruturas de biofilme poderiam sobreviver à deterioração do tempo, uma vez que outros microrganismos poderiam começar a digerir inclusive esses”).[127]

Mas apesar de toda obviedade, centenas de artigos científicos em vez de questionarem a datação, defendem a possibilidade milagrosa de um pedacinho de carne resistir a ação de bactérias por 68 milhões de anos .

As críticas chamadas de internas (“essas críticas são numerosas demais para serem citadas”[128] ) são inumeráveis, mas podemos destacar algumas externas como:

  1. Aposta em Tempo Muito Distantes Quando se aposta em datações de tempos remotos, distantes da essência da ciência verificável, os quais entram em imenso choque anacrônico com dezenas de perspectivas de medição cronológica recentes , incluindo referenciadas em justificativas de preservação de tecidos moles [129], testes de presença de C14 que não deveriam estar presentes em rochas e diamantes de supostos 300 a 500 Ma ( e estão em quantidade datável) [130]testados pelo geofísico John Baumgardner [131]porque em apenas 100 a 250 mil anos é pra ter evaporado quase todo c14 no entanto lá estavam eles. Estas datações de milhões e bilhões de anos contraditórias e em conflito com outros métodos e até entre si, tem apoio quase apenas de um grupo escolhido de isótopos e calibrações as vezes em conflito, os quais dependem de confiar na constância de decaimento, que não pode ter existido no remoto passado devido apenas uma queda de bólido poder gerar aceleração de partículas pelo efeito plasma + piezzoelétrico + som + temperatura imediata , as quais podem arrancar neutrons e perturbar o núcleo atômico[132][133][134][135][8][9][10][11][12][13] . Ou seja , já caiu a confiança nos velhos e antiquados métodos de datação de longos períodos . Eles não podiam antes e não podem afirmar mais nada depois da compreensão os mecanismos de fusão nuclear (tokamak) associados a bólidos , pois havendo aceleração de decaimento isso, além de dar aparência de velha a muitas rochas, aumentaria a incidência de C14 em algum momento, ou seja, e isso somado ao fato de que em algum tempo as camadas não receberam chuva, o que daria menor numero de C14, complicaria muito o cenário de datações radiométricas, obrigando toda ciência geocronológica a se escorar em algo mais firme.
  2. Promiscuidade Filogenética Sem Limites Diante da Descontinuidade Observada Quando ele aposta no passado distante que todos os troncos e clados se cruzaram e que havia fósseis comprovando isso delegou aos pesquisadores acharem os famosos elos perdidos da teoria o que fez com que qualquer achado com aproximações fossem festejadas em brados de “Darwin estava certo” em gloriosos artigos científicos e mídia em geral, mas os darwinistas só aceitaram bem o fato da descontinuidade fóssil quando Stephen Jay Gould e Eldredge arrumaram o pontualismo como uma “boa” desculpa “ad hoc” pro saltacionismo fóssil [136][137] que já era admitido desde alhures. A justificativa “ad hoc” de Gould une especiação rápida +preservação das espécies da “moda estatística” que tiveram maior sucesso + “raridade” do evento fossilização[138]. Mas no modelo darwinista se admite grandes catástrofes com várias extinções em massa, o que obriga eles a terem que aceitar o sepultamento repentino de grande parte da biodiversidade nestes momentos energéticos, o que faz exigir amostragem tanto de espécies da moda quanto fora de moda, como vemos hoje na nossa biodiversidade. A fotografia fóssil deveria conter parte de toda biodiversidade e nunca uma amostragem com 71% de repetição morfológica[139][140][15][16] como ocorre[17], o que revela claramente que populações inteiras foram sepultadas pois somente isso poderia produzir tal imensa estase de mesma morfologia . Isso ainda é confirmado pelo fato de termos 250 a 300 mil espécies fósseis, num mar de haver trilhões de fósseis no planeta, o que faria elas repetirem mesmo caso não houvesse tempo e mudanças ambientais para se especiarem e/ou mudarem morfologia. Somente um modelo de sepultamento das populações inciais que viviam num ambiente bem estável e mais próprio para vida (devido seu gigantismo) , os ancestrais de nossa biodiversidade, pode corresponder aos padrões fósseis. Estes ancestrais fósseis surgidos prontos[141], debaixo de mudanças drásticas ambientais que atuariam promovendo especiação em tempo real[142][143][144][145] e histórico-arqueológico,[146] e por meio destes mecanismos evolutivos,[147] criariam mudanças rápidas que gerariam toda a biodiversidade atual. A saída foi a transformação da paleontologia dados por uma paleontologia de simulação[148], porém nem “as simulações sugerem que dados multidimensionais, sob modelos evolutivos plausíveis para dados biológicos, não produzem estimativas confiáveis de filogenia”[149]
  3. Quando ele aposta que um “lago quente” “sopa morna” inicial ou “caldo primordial”[150] como sendo capaz produzir a vida . Provavelmente pelo fato de Darwin desconhecer a célula com DNA e organelas , a qual chamava simplesmente de “caixa preta” pois não havia microscópios pra ensiná-lo, fez com que ele pensasse na hipótese de um lago quente ou sopa morna, parece que neste ponto , ele esteve apenas ressuscitando a teoria da “geração espontânea” (refutada por Pasteur com a lei da biogênese, vida só provém de vida). Darwin acabou por incentivar seus descendentes ideológicos Oparim e Miller a fazerem um experimento produtor de borra química (sujeiras com alguns aminoácidos racêmicos que ocorrem no mundo inorgânico) e alegarem ser isso a base da comprovação de como poderia ter começado a construção inicial da vida, o que para quem entende da dificuldade que é uma sopa ou raios, ou atmosferas quaisquer produzirem uma célula replicante é mais tema de revista de humor que de ciência , e este circo científico se perpetua até hoje envergonhando cientistas e fazendo com que eles percam a credibilidade junto a sociedade para temas importantes.
  4. Quando ele se desfaz dos geólogos pais da geologia e aposta num advogado chamado Lyell que defendia uniformismo[19] justamente na geologia que tem tantas evidências de gigantescas catástrofes nada uniformes ao que ocorre hoje . Darwin chega a citar esse desprezo a opinião dos pais da geologia na sexta edição, em favor de Lyell (apesar que em parte tenha se baseado na sucessão faunística de Cuvier) . Camadas grossas, largas e extensas se formam apenas por catástrofes estamos em cima de quatrilhões de pedras despedaçadas, misturadas ao barro, bolders arrastados na superficie, roladas, jogadas ao vento. Para que eu consiga sepultar vivo um animal continental gigante completo, eu preciso de uma maré altíssima de agua e lama , varrendo o continente, eu preciso que uma placa tectônica dobre e se movimente rapidamente pra poder fabricar um dinossauro completo fóssil, por isso que vc não vai ver elefantes, girafas e rinocerontes completos sendo fossilizados hoje , no máximo a cabeça ou partes mais duras deles e só. Não existem porque os acontecimentos que formaram as camadas geológicas que os contem não acontecem hoje. Darwin apostou contra a teoria catastrofista defendido por alguns naturalistas do século XIX[151], que também defendiam que a última destas catástrofes havia sido o dilúvio Bíblico, em especial William Buckland.[152][153][154] Os dados levantados por paleontólogos do equilíbrio pontuado, como Stephen Jay Gould e Niles Eldredge, quanto a “estase morfológica”,[155][156] verificada no aparecimento padrão de formas fósseis formas prontas[157], seguido de repetições de mesmas formas fósseis em estratos geológicos distintos[158], destacada pelos fósseis vivos (que atualmente conta com 4.229 gêneros[159]), foram interpretados por alguns catastrofistas modernos, como evidência de sepultamento de população do planeta, “porque nenhum organismo ignora seu ambiente”[160][161] e não de amostras intercaladas por milhões de anos.[162] O paradoxo da estase morfológica (PMS) destacado na teoria do equilíbrio pontuado , citado desde Cuvier, é cada vez mais contrastado com a evolução fato, e em especial, a observação de especiação em tempo real.[163][164]. A formação de camadas estratigráficas simultâneas, ou “estraficação espontânea”,[165][166][167] refletem aprofundamento e demonstrações laboratoriais de Nicolas Steno[168] que remetem a modelos catastrofistas para a formação rápida das camadas[169] sedimentares[170][171] , muitas formadas por consequências de astroblemas, asteroides binários[172] , bombardeamento de asteroides[173], múltiplos impactos[174][175][176] , abrangência de sedimentação gerado por impactos verificado por padrão de micro-esférulas semelhantes em um terço do planeta[177], “queda catastrófica do nível de oxigênio, que é conhecido por ser uma causa de extinção em massa”[178], deriva continental causado por impacto[179][180][181], sintetizando no que podemos classificar de uma tendência para a formação de um modelo de neocatastrofismo geológico atual.
  5. Quando cita e despreza a alternativa na época corrente entre biólogos , de ter havido espécies originais[20] dando origem a diversidade, o que é confirmado nos fósseis que tem padrão de surgimento repentino de arquétipos[21][22] , em favor de uma ancestralidade totalmente comum que nunca foi confirmada nos fósseis. Já a ancestralidade comum a tipos básicos ancestrais é confirmada até pelo fato de termos praticamente o mesmo número de arquétipos tanto nos trilhões de fósseis contendo em torno de 250 a 300.000 espécies , como hoje quando temos estimativas de 2 a 10 milhões de espécies; o que revela por si que a diversidade ocorre dentro de um limite em torno de tipos básicos ancestrais e não fora deles.
  6. Quando ele, mesmo percebendo a repetição de formas fósseis (estase morfológica)[23][24][25] , que somente sepultamento de populações nas camadas poderia produzir , continuou defendendo que fósseis repetidos em estratos diferentes representavam amostras intercaladas por milhões de anos. Separei quase uma centena de exemplos de artigos científicos[26] que ficam tetando justificar a “misteriosa anamolia paradoxal ” da “estase morfológica” frente ao fato da plasticidade fenóptica das espécies super sensível a quaisquer mudançazinhas ambientais, e percebemos um artigo condenando o outro como insuficiente.
    A estase morfológica nunca seria esperada se observo mudanças plásticas rápidas nas espécie e por isto a estase é chamada de anomalia ou paradoxo para o qual centenas ou milhares de artigos tentam resolver [27] o “problema” .
    “Como o decano da teoria sintética, Ernst Mayr de Harvard, acaba de admitir, essa constância ( estase ) de formas de vida em face de genomas tremendamente dinâmicos é um dos maiores problemas da biologia evolutiva contemporânea e exige uma explicação”[28] [29]
    Desculpas “ad hoc” [30] uma atrás da outra. Isso ocorre desde Darwin, passando por Simpson, Gould, Benton, Vosh, e artigos recentes[31] “Em ciência e filosofia, ad hoc significa a adição de hipótese(s) estranha(s) a uma teoria para salvá-la de ser falseada. Hipóteses ad hoc compensam anomalias não previstas pelas teorias em sua forma original, ainda não modificada. Cientistas são frequentemente céticos sobre teorias que as apresentam frequentemente, não suportando ajustes para sustentá-las. Hipóteses Ad hoc são frequentemente características de pseudocientistas“.[32]
  7. Quando desprezou centenas de relatos antigos (mais de 270 fontes arqueológicas incluindo a bíblica ) que falavam do dilúvio e catástrofes de rochas incandescentes associadas (Maias[33] ).
  8. Quando desprezou a lógica filosófica, epistemológica e teológica do relojoeiro de Paley[34][35]
  9. Quando quis fazer média com a onda do iluminismo anti-religioso da época[36] que não é exatamente laicista, mas substitui a religião pelo ateísmo.
  10. Quando acreditou numa média de complexificação de seres vivos do simples ao complexo quando na verdade todos os seres vivos tem tendência de entropia genética, Historia dos seres vivos, quando se observa as mutações, deve ser substituída pela teoria da estragação The fundamental theorem of natural selection with mutations What’s wrong with evolutionary biology?

Segundo a tese publicada na Trends por um dos maiores neurologista e geneticista da atualidade : Gerald Crabtree, fator h: 110 do indice Scopus que mede relevância cientifica , a 1000 anos atrás éramos bem mais inteligentese mais maduros em diversos tipos de intelig|ência incluindo a emocional. Our fragile intellect. Part II

Outro gigante da ciência genética, John C Sanford, dono de mais de 30 patentes e inventor da técnica de melhoramento genético gene-gun, tem publicado na mesma linha defendendo entropia genética ( The fundamental theorem of natural selection with mutations que demonstra que a tendência da “evolução” é ladeira abaixo, que a historia dos seres vivos, quando se observa as mutações, deve ser substituída pela teoria da estragação, muitos outros)

Piorando. A tecnologia melhora mas não resolve diversos aspectos como caráter, música, convivência, paz, e muito menos demonstra ter capacidade para aumentar (exceto poucos anos) a nossa vida.

Para Gerald Crabtree e milhares de cientistas estamos ficando cada vez mais retardados[1] Para Jesus o amor se esfriará, para os ambientalistas o planeta está a beira do caos e para as profecias o apocalipse se aproxima.

A saúde da humanidade caiu 11% por mais que vivemos um pouquinho mais diz o relatorio https://www.thelancet.com/journa…

Porque não existiu realmente a historia da evolução, existiu apenas modificação, quase sempre não existiu aperfeiçoamento, existiu muito mais apenas sobrevivência do que sobreviveu, não existiu mais apto, existiram os mais sortudos, não existiu média de complexificação na inexistente historia (porque existe de fato e de verdade entropia genética) que simplifica, estraga, deixa escapar com ranhuras (mutações deletérias que vão se acumulando como esta no epítopo ligante do corona vírus) o que sobrevive, e no máximo se desgasta trocando produção gênica importante por desgastantes venenos e/ou neutralizantes e armas de defesa, diminuição de longevidade e telômeros para sobreviver sem câncer, diminuição de tamanho e complexidades para comer menos e viver mais; “seleção” de tipos mais nervosos e agressivos, não existe “seleção” natural, como já dissemos, existe sim “na verdade na verdade” sobrevivência de parte de populações e escapamento com ranhuras e perdas (empobrecimento do pool gênico e perda de aptidão geral cada vez maior em troca de ganho ou sobrevivencia de aptidão preexistente relativa a uma situação ou outra) de parte da população que sobreviveu. Tambem não existiram milhões de anos de vida na terra , pois a meia vida do DNA é muito curta e frágil e não aguentaria nem 100 m anos, não existe infalibilidade papal absolutista nos métodos de datação radiométrico pois até achamos c14 datável em 40-60 mil anos em rochas e diamantes praticamente incontamináveis de supostos 300 milhões de anos , não existe teoria da evolução, existe apenas uma pequena historia da vida criada pronta, (pois surgem prontos os fósseis e é isso que os fósseis nos contam) com populações sepultadas (pois 71% da morfologia fóssil está se repetindo, ou seja, o sepultamento de populações é o que os fósseis nos contam) que se modifica pra tentar sobreviver e sobrevive tipos em geral cada vez mais desgastados no pool gênico de suas respectivas populações-. Por fim, não existiu nem a geocronologia , pois mais de uma centena de perspectivas evidenciam outra cronologia, entre elas estudos em colisões de íons pesados que mostra que apenas a queda de um bólido tamanho médio poderia dar aparência de velha a uma rocha arrancando nêutrons e acelerando decaimento ( favor estudar tokamak, plasma, piezoelétrico, temperatura , som, etc..que são aceleradores de elétrons que dependendo da velocidade atingem o núcleo)

mutações, e influencias diversas do ambiente,[182] atuariam promovendo especiação em tempo real[183][184][185][186] e histórico-arqueológico,[187] e por meio destes mecanismos evolutivos,[188] criariam mudanças rápidas que gerariam toda a biodiversidade atual.

Depois deste artigo cientifico a teoria da evolução é transformada em teoria da sobrevivência das espécies criadas sem defeito que sofreram entropia genética, por que a grande tendência é LADEIRA ABAIXO.

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Ameaça a Educação

O grande argumento apresentado é que trazer de volta qualquer forma de criacionismo geraria atraso nas instituições educacionais, já que herdamos do iluminismo aquele conceito medieval da religião como sendo a essência da ignorância, A Coreia do Sul com sua avançada educação é chamada do país do criacionismo.[189] Muitos admitem que existe apenas duas maneiras de se enxergar a realidade; aquela que inclui tanto aspectos sobrenaturais como naturais e aquela que exclui um ou outro, onde um extremo se concentra apenas em causas espirituais e outro se concentra apenas em causas naturais evitando evocar o sobrenatural de forma igualmente preconceituosa.

Estas duas visões estão em constantes debates na academia[190][191] e por mais que desde os pais da ciência e em especial Paley, juntamente com os dados, evoquem a partir dos dados , planejamento da vida , de leis, de engenharia e ordem de coisas, a ciência moderna tem se estruturado sistematicamente de forma a negar tais evocações, criando um clima anti-diálogo, anti-científico e de disputas sem fim que por mais que motivem o estudo, também desgastam a relação entre pesquisadores, acadêmicos, políticos onde cada um defende sua ideologia preferida, Esperamos com os esclarecimentos abaixo diminuir tais conflitos e restabelecer uma ordem mais civilizada no acolhimento de um pensamento que seja mais universal possível e menos regional-ideológico.

Neste momento de pós modernismo, esperamos superar tais negações e deixar os dados serem regentes da ciência, mesmo quando evocarem realidades que ultrapassem barreiras preconceituosas anticlericais e anti teleologismos que desde o iluminismo (principalmente o francês) tem forçado a academia a simplesmente negar.

ou podemos por exemplo ler em Adami, 2000, explicações sobre o grande problema da possibilidade de complexificação desde o fanerozoico [192] quando ao fim justifica tal “fato” numa espécie de aposta ou crença de que “o demônio de Maxwell” estaria atuando na historia da evolução;

Apresentamos alguns desvios científicos da teoria geral da evolução e cosmovisão estritamente naturalista , os quais devem ser esclarecidos as novas gerações para que possam ampliar seus horizontes quanto a aspectos da historia da origem do universo, planeta e da vida, bem como damos destaque a

  1. Quando ele aposta em datações de tempos remotos, os quais entram em choque com mais de 100 perspectivas datacionais , tendo apoio quase apenas de um grupo escolhido de calibrações as vezes forçadas de radiométricos, os quais dependem de confiar na constância de decaimento, que nunca existiu devido apenas uma queda de bólido poder gerar aceleração de partículas pelo efeito plasma + piezzoelétrico + som + temperatura imediata , as quais podem arrancar neutrons e perturbar o núcleo atômico .
  2. Quando ele aposta no passado distante que todos os troncos e clados se cruzaram e que havia fósseis comprovando isso (famosos elos perdidos). Isso nunca existiu e os darwinistas fanáticos só aceitaram este fato quando Jay Gould arrumou uma desculpa pro saltacionismo fóssil que já era admitido desde alhures.
  3. Quando ele aposta que um caldo primordial produziria a vida e a complexa e engenhosa célula que ele chamava de caixa preta
  4. Quando ele se desfaz dos geólogos pais da geologia e aposta num advogado chamado Lyell que defendia uniformismo justamente na geologia que tem tantas evidências de gigantescas catástrofes nada uniformes ao que ocorre hoje . Darwin chega a citar esse desprezo aos pais da geologia na sexta edição
  5. Quando cita e despreza a alternativa na época corrente entre biólogos , de ter havido espécies originais dando origem a diversidade, o que é confirmado nos fósseis que tem padrão de surgimento repentino de arquétipos, em favor de uma ancestralidade totalmente comum que nunca foi confirmada nos fósseis
  6. Quando ele, mesmo percebendo a repetição de formas fósseis (estase morfológica) , que somente sepultamento de populações nas camadas poderia produzir , continuou defendendo que fósseis repetidos em estratos diferentes representavam amostras intercaladas por milhões de anos
  7. Quando desprezou centenas de relatos antigos (mais de 270 fontes arqueológicas incluindo a bíblica ) que falavam do dilúvio e catástrofes de rochas incandescentes associadas (Maias ).
  8. Quando desprezou a lógica filosófica, epistemológica e teológica do relojoeiro de Paley
  9. Quando quis fazer média com a onda do iluminismo anti-religioso da época que não é exatamente laicista, mas substitui a religião pelo ateísmo.

Limites da Evolução.

Calculo que o professor especialista em bioquímica celular , Dr. Michael Behe , por ter dezenas de publicações científicas em questionamentos poderosos ao darwinismo, entre os mais de 2500 grandes cientistas com Phd contra o darwinismo , seja ele talvez hoje a maior autoridade em crítica ao darwinismo.É ele o autor do best seller “A Caixa Preta de Darwin” no qual enfatiza a complexidade múltipla necessária para os sistemas celulares funcionarem e que Darwin, sem microscópios na época, considerava a então desconhecida célula uma “caixa preta”, e por isso não poderia perceber que ali existia uma maquinaria que nem em mil trilhões de anos poderia evoluir uma vez que a evolução dificilmente fabricaria alguma coisinha, o que pode ser confirmado em trilhões de planetas sem vida, que dirá fabricar 2 coisas conectadas , ou muito menos trilhões de aspectos engenhosamente sincrônicos .

Recentemente ele lançou outro livro “Os limites da Evolução” que a Mackenzie traduziu para o português e ele veio falar aqui no Brasil https://www.youtube.com/watch?v=W2WEGso7ZpY

Os seres vivos estão variados dentro de clados e não fora deles, tanto na biodiversidade atual quanto no registro fóssil segundo grupo de biólogos da baraminology , especializados em descontinuidade sistemática

O maior problema do darwinismo é a falta de limites :

  1. De ancestralidade totalmente e ilimitadamente comum questionada por dados que revelam haver ancestralidade limitada
  2. Na organização temática não se distingue a diferença entre surgir e variar o que já surgiu pronto no registro fóssil (Outro poderosos crítico do Darwinismo na alemanha , Wolf-Ekkehard Lönnig do Max-Planck-Institut for Plant Breeding Research.
  3. No tempo uma vez que a meia-vida do DNA é muito curta
  4. Na total e ilimitada dependência da geocronologia que trás tantas contradições

Paleontologia e o Saltacionismo

Podemos perceber que a defesa em Harvard da tese doutoral em paleontologia do Dr. Kurt Wise , poderá gerar hoje uma mudança radical na ciência moderna.

Não foi coincidência que Stephen Jay Gould, orientador da tese de @Patrick Kurt Wise, revolucionou a teoria da evolução ressuscitando o saltacionismo (pontualismo) que revela ausência de interligações filogenéticas no registro fóssil, apresentando uma interpretação de mudanças rápidas e preservação de espécies estabilizadas gerando mais fósseis. Saltacionismo – Wikipédia, a enciclopédia livre

O Dr kurt Patrick Wise ([​]) , sob orientação daquele que é considerado pela maioria dos paleontólogos como maior paleontólogo da atualidade: Stephen Jay Gould , pai do pontualismo, apresentou tese com mais de 1200 paginas, e acredito que usando seus dados podemos provar o modelo de história da vida da Bíblia e do criacionismo, ao mesmo tempo que desbancar de uma vez por todas essa confusa e longa historia de seres evoluindo indefinidamente do darwinismo durante bilhões de anos.↵http://www.sensortime.com/loennig-dygmosoic-e.htm

2. Descontinuidade sistemática

https://www.instazu.com/tag/baraminology

3. Estatística taxonômicas que revelam catástrofe em água

The Estimation of True Taxonomic Durations from Fossil Occurrence Data

4. Paradoxo da estase morfológica que prova que houve sepultamento de todas as populações

https://www.researchgate.net/publication/320173544_Speciation_in_real_time_and_historical-archaeological_and_its_absence_in_geological_time

5. Perda drástica de tamanho entre ancestrais fósseis e seus descendentes, o que prova mais uma vez catástrofe que mudou drasticamente o ambiente.

3. “mais…todos os remédios modernos para tratamento de câncer tem em sua raiz a evolução. Prefiro a discussão molecular pq todas as cartas estão na mesa. E sobre criacionismo…se vc disser que Deus criou a evolução nossa discussão termina e vamos todos celebrar juntos. Porque para nós pouco importa quem, como disse a Claudia Russo. Mas se vc insistir que a evolução não existe então lhe pergunto: porque seu médico lhe diz para nunca interromper o curso de antibiótico, mesmo que vc já se sinta bem?”

Resposta:

1. continuam bacterias até hoje (apesar das terem altas taxas modificacionais e vocês ainda acreditam que estão no planeta a 3,5 bilhão de anos, mas deveriam perceber que bacterias penetram solos profundos e por isso vão dar idades gigantescas no jeito de contar de vocês )

2- antibióticos antigos voltam a ser usados porque bacterias voltam as suas formas anteriores não havendo ambiente que as ameace, ou seja, ponto pra variação adaptativa “em torno” e não pra teoria da evolução . VATTF (Variação adaptativa em torno do taxon familia – https://www.researchgate.net/publication/320173544_Speciation_in_real_time_and_historical-archaeological_and_its_absence_in_geological_time )

4. “não considero ciência o que já tem de antemão a conclusão. Me dei ao trabalho de ler os anais do congresso brasileiro de desenho inteligente. Todos os resumos tinham exatamente a mesma conclusão. A diferença é que os criacionistas buscam evidências para embasar sua conclusão, enquanto cientistas buscam teorias explicativas para seus dados.”

Resposta: Favor citar 3 argumentos do professor Dr. Kelson e 3 argumentos do Dr. Tarcisio no congresso do design e refutar;

Links das palestras do congresso do Design

Dr Kelson Mota sobre calculos de entropia

Tarcisio, a impossibilidade bioquimica da teoria da evolução

A mesma conclusão de uma cosmovisão sobrenatural versus natural compreende bilhões de conclusões

5. “tem uma ótima cena no doc do Netflix que mostra o Terraplanista fazendo de todo jeito para os dados concordarem com a hipótese q possui. Na ciência o nosso trabalho é tentarmos de todas as formas mostrar que nossa hipótese está errada. E só qdo não conseguimos é que a aceitamos como a mais provável explicação. Veja bem…provável explicação e não verdade. A ciência não busca a verdade, busca explicações sobre observações e fenomenos. Já vcs buscam a verdade. E fazem de tudo para que as evidências se encaixem nas suas verdades. São métodos totalmente diferentes de se olhar o mundo. E é por isso que o criacionismo jamais deve estar na aula de ciência, simplesmente pq não é ciência.”

Resposta: Nunca vi nenhum siste oficial do criacionismo ou do design inteligente defender terra-plana que parece ser um fenômeno atual que pode inclusive ser entendido como reação de um público leigo conservador as afirmações que se pregam na academia como expliquei em dois lugares

primeiro foi num congresso cientifico

segundo aqui

Calculo que o professor especialista em bioquímica celular , Dr. Michael Behe , por ter dezenas de publicações científicas[1] em questionamentos poderosos ao darwinismo, entre os mais de 2500 grandes cientistas com Phd contra o darwinismo[2] , seja ele talvez hoje a maior autoridade em crítica ao darwinismo.É ele o autor do best seller “A Caixa Preta de Darwin” [3] no qual enfatiza a complexidade múltipla necessária para os sistemas celulares funcionarem e que Darwin, sem microscópios na época, considerava a então desconhecida célula uma “caixa preta”, e por isso não poderia perceber que ali existia uma maquinaria que nem em mil trilhões de anos poderia evoluir uma vez que a evolução dificilmente fabricaria alguma coisinha, o que pode ser confirmado em trilhões de planetas sem vida, que dirá fabricar 2 coisas conectadas , ou muito menos trilhões de aspectos engenhosamente sincrônicos . Livro muito bom, além das dezenas de publicações dele que são mais técnicas[4] .

Recentemente ele lançou outro livro “Os limites da Evolução” que a Mackenzie traduziu para o português e ele veio falar aqui no Brasil:

Os seres vivos estão variados dentro de clados e não fora deles, tanto na biodiversidade atual quanto no registro fóssil segundo grupo de biólogos da baraminology , especializados em descontinuidade sistemática[5][6]

O maior problema do darwinismo é a falta de limites :

  1. De ancestralidade totalmente e ilimitadamente comum questionada por dados que revelam haver ancestralidade limitada[7][8]
  2. Na organização temática não se distingue a diferença entre surgir e variar o que já surgiu pronto no registro fóssil[9] (Outro poderosos crítico do Darwinismo na alemanha , Wolf-Ekkehard Lönnig do Max-Planck-Institut for Plant Breeding Research.
  3. No tempo uma vez que a meia-vida do DNA é muito curta[10] [11]
  4. Na total e ilimitada dependência da geocronologia que trás tantas contradições[12]

Paleontologia e o Saltanismo

Podemos perceber que a defesa em Harvard da tese doutoral em paleontologia do Dr. Kurt Wise , poderá gerar hoje uma mudança radical na ciência moderna.

Não foi coincidência que Stephen Jay Gould, orientador da tese de @Patrick Kurt Wise, revolucionou a teoria da evolução ressuscitando o saltacionismo (pontualismo) que revela ausência de interligações filogenéticas no registro fóssil, apresentando uma interpretação de mudanças rápidas e preservação de espécies estabilizadas gerando mais fósseis. Saltacionismo – Wikipédia, a enciclopédia livre

O Dr kurt Patrick Wise ([​]) , sob orientação daquele que é considerado pela maioria dos paleontólogos como maior paleontólogo da atualidade: Stephen Jay Gould , pai do pontualismo, apresentou tese com mais de 1200 paginas, e acredito que usando seus dados podemos provar o modelo de história da vida da Bíblia e do criacionismo, ao mesmo tempo que desbancar de uma vez por todas essa confusa e longa historia de seres evoluindo indefinidamente do darwinismo durante bilhões de anos.↵http://www.sensortime.com/loenni…

2. Descontinuidade sistemática

https://www.instazu.com/tag/bara…

3. Estatística taxonômicas que revelam catástrofe em água

The Estimation of True Taxonomic Durations from Fossil Occurrence Data

4. Paradoxo da estase morfológica que prova que houve sepultamento de todas as populações

https://www.researchgate.net/pub…

5. Perda drástica de tamanho entre ancestrais fósseis e seus descendentes, o que prova mais uma vez catástrofe que mudou drasticamente o ambiente.

3. “mais…todos os remédios modernos para tratamento de câncer tem em sua raiz a evolução. Prefiro a discussão molecular pq todas as cartas estão na mesa. E sobre criacionismo…se vc disser que Deus criou a evolução nossa discussão termina e vamos todos celebrar juntos. Porque para nós pouco importa quem, como disse a Claudia Russo. Mas se vc insistir que a evolução não existe então lhe pergunto: porque seu médico lhe diz para nunca interromper o curso de antibiótico, mesmo que vc já se sinta bem?”

Resposta:

1. continuam bacterias até hoje (apesar das terem altas taxas modificacionais e vocês ainda acreditam que estão no planeta a 3,5 bilhão de anos, mas deveriam perceber que bacterias penetram solos profundos e por isso vão dar idades gigantescas no jeito de contar de vocês )

2- antibióticos antigos voltam a ser usados porque bacterias voltam as suas formas anteriores não havendo ambiente que as ameace, ou seja, ponto pra variação adaptativa “em torno” e não pra teoria da evolução . VATTF (Variação adaptativa em torno do taxon familia – https://www.researchgate.net/pub… )

4. “não considero ciência o que já tem de antemão a conclusão. Me dei ao trabalho de ler os anais do congresso brasileiro de desenho inteligente. Todos os resumos tinham exatamente a mesma conclusão. A diferença é que os criacionistas buscam evidências para embasar sua conclusão, enquanto cientistas buscam teorias explicativas para seus dados.”

Resposta: Favor citar 3 argumentos do professor Dr. Kelson e 3 argumentos do Dr. Tarcisio no congresso do design e refutar;

Links das palestras do congresso do Design

Dr Kelson Mota sobre calculos de entropia

Tarcisio, a impossibilidade bioquimica da teoria da evolução

A mesma conclusão de uma cosmovisão sobrenatural versus natural compreende bilhões de conclusões

5. “tem uma ótima cena no doc do Netflix que mostra o Terraplanista fazendo de todo jeito para os dados concordarem com a hipótese q possui. Na ciência o nosso trabalho é tentarmos de todas as formas mostrar que nossa hipótese está errada. E só qdo não conseguimos é que a aceitamos como a mais provável explicação. Veja bem…provável explicação e não verdade. A ciência não busca a verdade, busca explicações sobre observações e fenomenos. Já vcs buscam a verdade. E fazem de tudo para que as evidências se encaixem nas suas verdades. São métodos totalmente diferentes de se olhar o mundo. E é por isso que o criacionismo jamais deve estar na aula de ciência, simplesmente pq não é ciência.”

Resposta: Nunca vi nenhum siste oficial do criacionismo ou do design inteligente defender terra-plana que parece ser um fenômeno atual que pode inclusive ser entendido como reação de um público leigo conservador as afirmações que se pregam na academia como expliquei em dois lugares

primeiro foi num congresso cientifico

segundo aqui

Notas de rodapé

[1] Error encountered – PubMed – NCBI

[2] Uma Dissensão Científica do Darwinismo

[3] Caixa preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução

[4] Error encountered – PubMed – NCBI

[5] Created Kinds (Baraminology)

[6] https://www.researchgate.net/pub…

[7] https://www.researchgate.net/pub…

[8] O que é a Estase Morfológica?

[9] http://www.sensortime.com/loenni…

[10] https://www.researchgate.net/pro…

[11] John Sanford | Cornell University, Ithaca | CU | Department of Horticulture

[12] TNI- Teoria Neocatastrofista de Impactos


↵As hipóteses dos dois últimos séculos para surgimento da vida por meio de uma sopa primordial ou de um super DNA advindo de um meteoro (panspermia) caindo na terra, tem gerado no meio educacional acadêmico e científico , muitas discussões com perspectivas religiosas do criacionismo milenar , que recentemente tem advogado diversos pontos falseáveis e em especial, uma parte visível e testável da hipótese de Deus, que seria sua característica de engenheiro, design, planejador, onde centenas de publicações demonstram que pelo menos esta parte, pode ser testada, mensurada, replicada e demonstrada.

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