Data: 19 de abril de 2020

DOI: 10.13140/RG.2.2.36449.63849
Sodré GB Neto

Resumo: As pesquisas científicas abaixo demonstrarão que o simples ato de Infectar galinhas e codornas, pingando fluidos de pacientes com Covid-19 em seus olhos, nariz, ou injetando na epiderme das mesmas, infectando-as, provocará a fabricação na gema dos seus ovos; 1) Fatores de transferência (FT) e/ou a vacina CMI ( cell-mediated immunity ) e será provavelmente bastante específica da variação viral daquele virus com sua variação que infectou as mesmas. E além desta vacina, que se dá por meio de informação as células T de como se deve produzir o anticorpo ligante áquele virus, também na gema e na clara destes ovos estarão presentes 2) anticorpos específicos também a variação viral (o que representa um forte auxilio ao tratamento imediato), presentes no colostro da gema destes ovos das galinhas e codornas infectadas (desafiadas ao patógeno) , impedindo que a proteína Spike ligante do virus ao nosso receptor ACE2, escape, como tem perigosamente ocorrido cada vez mais nas vacinas convencionais, pois os virus se multiplicam com extrema velocidade e se variam em diversas localidades e corpos.

Diante deste problema da variação, demonstrado no banco de dados do BLAST-NCBI, calculamos que somente um sistema que atenda a demanda de ligante correto as variações proteicas do virus, poderá extinguir a pandemia do Covid-19 ,  porque a variação viral está a frente de nossos recursos laboratoriais (apesar que estes usam animais desafiados tambem) , porque escapando das vacinas atuais , o que já demonstrou ser capaz, criará novas e mais novas pandemias de Covid-19 no mundo , indefinidamente ; e a população mundial , apesar de estar já “selecionada” e ter pessoas cada vez mais resistentes para o virus agir, demorará mais tempo pra frear a pandemia caso não abrace uma solução que contemple a variação em tempo real, e como as vacinas são demoradas em suas aprovações, testes clínicos, e fabricação de soluções, sem o auxilio do colostro natural presente nos ovos, terão maior dificuldade em conseguir competir com a dinâmica das variáveis deste e de outros virus, que como já vimos , ocorrem em pouquíssimo tempo de forma exponencial.

Portanto demonstramos aqui que este caminho natural simples, demonstra ser uma antiga solução que já ocorre na natureza sem percebermos, e representa uma promissora solução urgente, ágil , rápida, segura, economicamente viável e eficiente, para o enfrentamento das ameaçadoras variações do Covid-19.

Variantes, el nuevo reto

Mais de 20.000 variantes identificadas , portanto não vemos outra melhor solução que esta das vacinas de codornas para deter a pandemia, pois se cada criador de galinhas e codornas infectasse variantes nas mesmas, teríamos um freio generalizado na pandemia em relação as milhares de variações.





O tratamento da Covid-19 precisa de múltiplos e multidisciplinares esforços e entre eles destacamos: 1) Vacina, 2) Ativação das NK que são as principais patrulheiras que matam células infectadas que produzirão trilhões de vírus caso não sejam mortas principalmente pelas NK (células natural killer) 3) Fortalecimento imunológico 4) Tratamento logo no inicio 5) Uso de plantas antivirais 6) Uso das melhores drogas pesquisadas 7) Bom estado psicológico 8) Ambiente seco e limpo 9) Inalações de plantas aromáticas e outros recursos alternativos como ozonioterapias, uso de câmaras barométricas, choques térmicos, etc.

Temos observado , antes mesmo da declaração do professor Paolo Zanotto, que a historia vai cobrar esta demonização que se criou de tratamentos alternativos e precoces, pois percebemos que países mais abertos as mesmas como a Índia, Japão e outros, possuem índice de mortes por milhão de pessoas bem mais baixo que em países mais rígidos onde a medicina oficial é mais dirigida pelo modelo caro de grandes ensaios clínicos que somente a indústria farmacêutica pode bancar . *** Acreditamos que Paulo Zanotto ao enfatizar necessidade de ensaios clínicos, atrasando as compras de vacinas, repetia uma regra que se estabeleceu na academia , desde a ANVISA que quer controlar o mercado do Brasil desaprovando medicamentos já aprovados e testados lá fora por agencias mais competentes que ela, e que prejudica soluções rápidas pela burocracia dos testes e pela falta de ensaios clínicos mais baratos e mais inteligentes que poderiam estar sendo feitos via smartphones.

Quanto as vacinas , a grande preocupação é que temos muitas variantes do mesmo vírus e estas variantes podem escapar do anticorpo produzido por apenas uma vacina, ou infecção (que também promove vacina), e por isso apresentamos aqui uma antiga vacina que é produzida facilmente na natureza, que é mais específica do patógeno de sua região, ou daquela pessoa que infectou suas codornas , ou galinhas, ou peixe zebra, ou suas vacas .

Assim como as mães que tiveram Covid-19 passam a imunidade para seus filhos, na natureza ocorre o mesmo e muito mais rápido do que ocorre em humanos, devido o metabolismo por exemplo, das codornas, serem super rápidos em produzir pelo ovo, o colostro, que é a nossa primeira vacina.

Não defendemos auto-suficiência de nenhuma vacina ou tratamento , e damos destaque para que prestemos mais atenção naquilo que fortalece nosso sistema imunológico (principalmente tudo que mantenha as nossas células NK ativas) pois são as peças fundamentais na matança de células infectadas . Lembre-se por exemplo que existe uma lista de probióticos que deixam as NKs fortes e ativas, como o famoso Kefir que agrega em torno de 10 cepas.

Outro aspecto que julgamos deveras importante é , acima de tudo, evitar o stress devido sua íntima ligação com sistema imunológico de defesa , e promover que os pacientes estejam carregados por amor e alegria , evitando também cirurgias que deprimem NK, e/ou ficar sem vitamina D, sol, etc. E caso tenha covid19 use muito plantas antivirais , evite mofo, tome muito líquido, use muito anticoagulantes como cebola, AAS, aspirina, e faça diversos choques térmicos na sauna e ducha fria, bem como recursos diversos como câmara barométrica, ozonioterapia que foram confirmadas em diversos ensaios clínicos.

Lembremos também que existem mais de 3000 drogas candidatas para tratar Covid-19, drogas melhores e piores como se destaca este artigo na Nature, o qual elegeu 83, dando destaque a niclosamida , um anti-helminto, e usemos tudo que ajude nosso organismo a matar este perigoso vírus . https://www.nature.com/articles/s41586-021-03491-6

https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fimmu.2021.696003/full

Carta Aberta à OMS



Codornas e galinhas infectadas produzidas não ovo vacina e também para combate imediato ao vírus Covid-19 – DOI: 10.13140 / RG.2.2.36449.63849

Antigos cientistas, médicos, ministros, secretários de saúde, líderes mundiais e doadores de fazendas.

O grande cientista Dr. Dimitri C. Viza alertou contra o descaso da investigação clínica em relação à vacinação do colostro presente nas primeiras 72 horas. Muitos autores citados demonstram que é possível tratar Covid-19 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33069187/. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23746171/

Todos sabemos que o colostro é nossa primeira vacina e ele está presente no leite e nos ovos; o bezerro em geral morre se não beber o leite das primeiras 72 horas após a vaca parir.

Outras milhares de vidas humanas estarão às suas margens, em relação ao covid-18 e vários outros documentos que requerem justamente este tratamento barato, não são estudados com atenção nem apresentam artigo e referências dos mesmos. Trata-se de vacas super baratas e fáceis de fabricar por meio de infecção de galinhas e pássaros peçonhentos; Isso atua no combate ao Covid-19 e suas variações (que como vacinas não chegam a acompanhar e atualizar em tempo real, pois a proteína spike é atualizada).

Basta você estudar ou apresentar artigo e recomendar um ou povo para que seja urgente, em muito pouco tempo a pandemia vai acabar.

Como as vacinas não chegam a determinar 10% das variações, e novas variações da manhã pela manhã em vários lugares, por isso imploro que estude essa questão, busque a opinião dos dois cientistas especializados aqui citados e leve a mesma página para decidir para anunciar o mesmo ano.

Milhares de vidas humanas dependerão apenas da sua dedicação agora. Estudem, essa é a vacina mais eficiente que existe, a cada segundo nossos bebês, bezerros e pintinhos são vacinados como componentes imunodefensivos do colostro (fator de transferência) que também contém anticorpos de tratamento imediato.

Por favor, estude e decida o logo, a cada minuto que demorará menos uma vida. Divulguem, chamem ao debate, isto é muito pertinente!

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E Quando não Havia Vacinas? Como a Natureza Resolvia Pandemias como da Covid-19?

Muitas pragas e pandemias foram relatadas ocorrendo em toda história. Em várias partes do mundo, tanto em grandes quanto em pequenas cidades, campos e locais sem acesso aos humanos , diversas doenças , epidemias e até pandemias ocorrem, inclusive no interior de florestas,  onde, de forma desconhecida , os animais e plantas sobreviveram as mesmas.

“Os anticorpos IgY extraídos de ovos de galinha têm sido usados ​​na terapia de infecções bacterianas ( 21 ) e virais ( 22 ). Possui algumas características favoráveis: é bem tolerado devido à dieta humana, pode ser usado em indivíduos alérgicos a ovos porque o IgY purificado é depletado de albumina de ovo ( 23 ), tem boa tolerabilidade. Além disso, a administração sistêmica tem mostrado a capacidade de IgY específico criado contra vírus para proteger contra doenças reais. Por exemplo, em porco modelo IgY protegido contra infecção por Rotavírus ( 24) A administração sistêmica e local de IgY em mamíferos mostrou que uma resposta de anticorpos anti-IgY foi gerada, consistindo principalmente na subclasse IgG. Esses relatórios mostram que a IgY é antigênica, mas essa molécula de anticorpo não pode se ligar aos receptores Fc de mamíferos, portanto, os efeitos adversos nessa rota são mínimos ( 25 ). Mais de 20 anos atrás, foi demonstrado que em modelos de camundongos a administração de IgY, purificada ou não, não induziu uma resposta de IgE, portanto, nenhuma resposta alérgica ( 26 ) e devido ao fato de que IgY não se liga ao sistema complemento humano ou Receptores Fc, a inflamação adicional após a administração é mínima ( 27) A ação da IgY é ligar-se à bactéria ou vírus e facilitar a eliminação do agente pelo intestino evitando a replicação e disseminação bacteriana ou viral ( 28 ). A imunização passiva com IgY pode ser administrada em humanos com infecção ativa, pois eles desenvolvem uma resposta rápida. Além disso, bebês imaturos ou pacientes imunossuprimidos também podem se beneficiar dessa imunização passiva ( 29 , 30 ). IgY tem um alto conteúdo de ácido siálico ( 31 ), com meia-vida aumentada ( 32 ) que sugere que IgY tem uma meia-vida circulante mais longa e, portanto, maior ação antipatógena e maior eficácia contra infecções ( 33 )”. https://www.spandidos-publications.com/10.3892/etm.2020.8704

Ao questionarmos como a natureza resolvia e controlava suas pragas, buscamos algumas respostas e encontramos o poder “vacinal” do colostro natural, o qual contém os chamados fatores de transferência (transfer factor). Ao observarmos as moléculas desses fatores, descobrimos que há a transferência de informações as células de memória do sistema imunológico, ou melhor, as “cell-mediated immunity” (CMI vacina).

Neste trabalho, apresentamos os fundamentos científicos que justificam que até mesmo uma ação simples de espalhar saliva de uma pessoa com Covid-19 na mucosa ocular de uma codorna e/ou galinha, ou inserir na epiderme das aves fluidos salivar e/ou das fossas nasais do indivíduo contaminado, infectando-as, pode gerar na gema do ovo destas aves, as cell-mediated immunity (CMI vacina) adequadas para combater a Covid-19 e suas variações, demonstrando assim uma superior eficiência quanto às variações virais, onde as vacinas tradicionais não conseguem ser atualizadas em tempo devido à rapidez com que virus da Covid-19 variam, o que tem sido demonstrado pelo número cada vez maior de variações identificadas e mapeadas no BLAST-NCBI[1]; essas variações permitem que a famosa proteína spike do vírus escapem dos anticorpos produzidos a partir da imunização ou da infecção prévia. Outros detalhes deste método simples, barato, eficaz, acessível, natural, e urgentemente necessário em dias de pandemia de Covid-19, são descritos de forma a demonstrar que o sistema imunológico foi finamente projetado para nos fazer sobreviver as pandemias e diversos acidentes , e que saber cooperar com este sistema da forma mais natural possível, é o mesmo que dar as mãos a uma sabedoria milenar .


A visão da vida ecologicamente percebida tem muito a nos ensinar, até porque somos pressionados pela ciência dos dados, em seus pormenores, a sermos muito circunscritos em nossa perspectiva. Contudo, apesar dos fatos maiores pertencerem a perspectivas mais filosóficas e/ou teológicas, podem ser também avistados pela perspectiva científica por meio do agrupamento de pormenores, que, como milhões de pixels, nos permite ver mesmo que de forma ainda embaçada, a imagem do projeto da vida. Neste trabalho, seccionamos apenas um detalhe gigante desta macro-visão: o fato de que na vida em geral, quase sempre a mãe esteja protegendo seu filho, mesmo que de forma inconsciente. Nesse contexto, destacamos o aspecto imunológico como participante do processo de cuidado e proteção- visto a partir de um conjunto de mães de diferentes espécies (humana, bovina, aves, peixes)- que ocorre principalmente através do colostro ou substância similar, que contém os fatores de transferência, os quais estão relacionados àquilo que ameaçou essas mães durante a vida, e através dos quais elas criam proteções para seus filhos queridos por meio dos ovos e do primeiro leite materno (o colostro).

Dessa forma, percebemos que assim somos vacinados naturalmente, e que não foi coincidência que a vacina foi descoberta ao se observar uma mãe, no caso, uma vaca leiteira. Percebemos então que no decorrer de uma alimentação de ovos, de leites, colostros e de ventre de peixes de mães desafiadas e infectadas, estaria uma possível explicação do porquê que em locais e tempos onde não ocorreu a vacinação artificial humana, houve um decréscimo e um controle natural da praga, do virus, do patógeno que ameaçou estas heroínas mães. Incentivar estes estratégicos alimentos crus, evitando ao máximo alguns riscos, representa uma promissora proposta para frear a pandemia . Edward Jenner, há pouco mais de 200 anos, foi reconhecido como o principal descobridor de uma forma bem natural de vacina moderna, que consistiu em infectar um garoto com pus de uma ordenhadora de vacas (Sarah Nelmes) que tinha contraído a varíola bovina, pois  queria pôr à prova a sabedoria popular que dizia que quem lidava com gado não contraía varíola. Jenner , assim como a maioria acadêmica hoje, não conhecia os fatores de transferência presente no colostro nesta época, e se concentrou, como muitos até hoje repetem, apenas em mecanismos laterais.

Os TF (Fator de transferência) compõe diversos atributos como vacina CMI, medicamento natural, considerado importante nutracêutico[2] e está presente em diversas fontes, como por exemplo, no primeiro leite das primeiras 72 horas após o parto (as vezes é produzido um pouco antes) em mamíferos, na gema de ovos de aves[3] , em peixes como vacinas produzidas a partir do zebrafish[4] que tem 70% de similaridade com o ser humano em termos genéticos e proteinas[5] (já o chimpanzé tem 80% de diferenças em proteínas[6]). O colostro é tão importante para a saúde do recem nascido que um bezerro que não toma, morre e bebês humanos tem a altíssima possibilidade de se tornarem alérgicos pelo resto da vida, pois nele estão presentes “educações imunológicas” a respeito de características que nosso sistema imunológico deve atacar ou não. Dimitri C.Viza destaca o TF como “potencial esquecido para a prevenção e tratamento de doenças infecciosas”[7]

“O fator de transferência (TF) é um extrato de linfócitos de baixo peso molecular capaz de transferir imunidade mediada por células específicas do antígeno (CMI) para os linfócitos T. Tem sido usado com sucesso como adjuvante ou terapia primária para vírus, parasitas, fungos e algumas bactérias”

O FT é produzido em ovos de aves e dependendo da infecção que você provoca conterá a vacina CMI compatível[8] Existe multiatividade do TF de gemas de ovos , diversas patentes foram reconhecidas para métodos de produção e de preparações de TF a partir de ovos de aves.”[9]

“Os componentes do tipo adjuvante do TF têm uma função inespecífica atividade expressa pelo aumento da resposta imune a outros antígenos ou alérgenos. [ 19 ] Assim, o TF participa de todo o processo de ativação da resposta imune, controlando e prevenindo a superreação imune e a reação mal direcionada no desenvolvimento de doenças autoimunes. O fator de transferência pode ser “replicado” nos linfócitos de um receptor ingênuo. Os linfócitos do receptor agem como uma copiadora eficiente, integrando as especificações do FT injetado e, assim, convertendo efetivamente o receptor em um doador de FT. Isso permite obter preparações de TF de doadores infectados com um patógeno desconhecido, um fenômeno conhecido como ‘efeito caixa preta’ (para revisão, ver Viza et al. [ 27 ]). A descoberta de que é possível transferir a imunidade mediada por células (CMI) para receptores ingênuos por derivados de leucócitos deu uma nova oportunidade à medicina. Visto que o CMI é crucial para controlar infecções, bem como câncer, doenças autoimunes, imunodeficiências e alergias, o TF pode ser usado na profilaxia e no tratamento dessas doenças. [ 1 , 3 , 5–8 ]Esta revisão enfoca a natureza e as características imunológicas do LED contendo TF, seu mecanismo de ação e as possibilidades de serem usados ​​como imunomoduladores na medicina humana e veterinária[10].

O sucesso em ensaios clinicos não poderia ser diferente do esperado, em uma meta-analise contendo “31 Casos Clínicos com patologias do foro imunitário. A maioria das patologias- (80.6%) registaram melhorias no seu Quadro Clínico durante o tempo de estudo (1 a 3 meses)”

“Doze pacientes (10 F, 2 M), com idade média de 52,5 anos entraram no julgamento. O tempo médio de duração da doença foi de 12,4 anos. Os pacientes estavam tomando entre um e cinco medicamentos terapêuticos por dia (média de dois medicamentos por dia). . Após um acompanhamento mínimo de três meses, os resultados foram excelentes. A melhora clínica e subjetiva (isto é, redução subjetiva e objetiva ou desaparecimento da dor, edema e inflamação, melhora na mobilidade articular e melhor tolerância à atividade física) foi documentada após duas a seis semanas de tratamento em 10 de 12 pacientes com AR. Dois pacientes perderam o acompanhamento. Uma redução objetiva da inflamação e edema articular local, geralmente precedendo a redução ou desaparecimento da dor, foi observada entre 7 e 35 dias. O tempo médio de resposta foi de 21,3 dias. Pacientes com cursos de doença mais longos demoraram mais para responder. A dose foi aumentada para 5 mL duas vezes ao dia em cinco pacientes. Apesar de serem aconselhados a não parar de usar suas terapias estabelecidas, os pacientes decidiram abandonar outros agentes por conta própria. Ao final do período de avaliação inicial, a ingestão de medicamentos variou de nenhum a 3 medicamentos por dia (média de 1,5 medicamentos por paciente-dia). Seis dos nove pacientes que usavam AINEs na época não os usavam regularmente; uma vez que a intensidade da dor foi significativamente reduzida, a ingestão do medicamento não foi tão necessária como antes. Os pacientes com AR com quadros mais graves (classe funcional III-IV) são acompanhados há mais de um ano e apresentam melhora lenta, mas significativa, da mobilidade articular, além da redução inicial da dor, edema e inflamação (Tabela 2, Figura 1 , abaixo de). Com um curso prolongado de tratamento, observamos mudanças dramáticas na classificação funcional. Em geral, os pacientes relatam melhora na qualidade de vida, um estado de bem-estar, melhor qualidade de sono,”[11]

Neste temos um coquetel de nutracêuticos tendo como protagonista os TF[12]:

“Primeiro, a regulação do sistema imunológico. Isso pode estar relacionado à ativação de macrófagos por Imuno TF ®28,29 e espirulina, 30 , 31 , ao desenvolvimento de neutrófilos por Spirulina e Zinco, 32a activação de células NK por Imuno TF ® , Spirulina, zinco, vitamina C, e resveratrol, 31 , 33 – 38 para o aumento da função de células T por Spirulina, vitamina C e vitamina D 3 , 32 , 39 – 41 e à ativação de células CD4 + por Imuno TF ® e Selênio, que podem regular o estímulo antigênico desencadeando células CD4 + Th1 para produzir IFN-γ, IL-1 e TNF-α. 28 , 29 , 32 , 42 – 44 Além disso, Imuno TF ®regula positivamente as citocinas Th1, enquanto diminui a liberação de citocinas Th2 (IL-4, IL-5, IL-6, IL-13). 45 Isso é relevante uma vez que há evidências de que a resposta exagerada de Th2 está associada à broncoconstrição, dispneia e exacerbações de doenças alérgicas das vias aéreas. 46 “

O escape da proteína spike , devido já contabilizarmos milhares de variantes do mesmo, tem sido relatado nas pesquisas mais recentes. Isto representa uma derrota avassaladora das vacinas em geral , por não poderem frear as variações virais nem acompanhar suas modificações que são naturalmente selecionadas . Apresentamos aqui uma proposta para realizarmos a infecção de galinhas e codornas de diversas granjas, nos mais diversos locais, com fluidos positivos de covid-19 que os postos de saúde e hospitais descartam, como uma estratégia para se desenvolver na gema de ovo destas galinhas infectadas , o colostro (vacina policlonal) contendo anticorpos anti-variações virais , sobretudo aquelas regionalizadas que poderão escapar das modernas vacinas, bem como de futuras vacinas uma vez que as variações do corona virus sars cov-2 demonstrou capacidade de se modificar em tempo real, onde os laboratorios e todos os procedimentos necessários a aprovação , por mais que se apresse aprovações justificadas pela emergencia, são facilmente vencidas pela agilidade do virus em suas interações epigenéticas e sua alta capacidade de variar e ser selecionado naturalmente. Destacamos  outros aspectos do colostro (TSe) que podem contribuir para o combate a covid-19 e testamos esta hipótese com  variações virais da região de Goiás com anticorpos policlonais produzidos,  cruzando dados variacionais e  a eficácia destas vacinas policlonais regionalizadas.↵↵Foi feito o mapeamento completo de mutações para o domínio de ligação ao receptor de pico SARS-CoV-2 que escapam[13] do reconhecimento do anticorpo[14] [15] gerando incerteza das vacinas mais conhecidas[16] [17]Foi feito mapeamento de “80 variantes e 26 modificações no local de glicosilação quanto à infecciosidade e reatividade a um painel de anticorpos neutralizantes e soros de pacientes convalescentes” [18] outro estudo aponta 150 variações só de uma origem espécifica “também é útil detectar o parente próximo ou fonte dos 150 genomas SERS-Cov2 diferentes isolados do Reino do Bahrein”[19] e em seguida contrastamos com o fato de que os “anticorpos de gema de ovo de galinha (IgYs) bloqueiam a ligação de múltiplas variantes da proteína spike SARS-CoV-2 ao ACE2 humano”[20]

” Extrapolar a eficácia da vacina contra variantes pré-existentes para novas variantes pode ser seriamente enganoso”….”Variantes de escape imunológico levantaram preocupações sobre a eficácia das vacinas à medida que o mundo aumenta a imunização contra SARS-CoV-2. As vacinas COVID-19 demonstraram eficácia de até 95% 1 na prevenção de casos clínicos e eficácia de até 100% 2 na prevenção de doenças graves ou internação em ambientes com variantes pré-existentes. Novas variantes, especialmente 501Y.V2 (B.1.351), que escapam da imunidade induzida natural e induzida por vacina, criaram incerteza sobre se as vacinas são eficazes na prevenção de COVID-19 leve e grave”.[21]

“Em resumo, o anti-Spike-S1 IgYs mostrou neutralização significativa potência contra o pseudovírus SARS-CoV-2, vários mutantes S e até mesmo SARS-CoV in vitro . No entanto, a segurança e eficácia dos IgYs ainda precisa de mais interrogatórios em modelos animais.No momento, o vírus SARS-CoV-2 ainda está se espalhando pelo mundo,e há muito a ser feito para prevenir e controlar a pandemia. O uso de IgYs em formulações de aerossol ou spray no trato respiratório, o cavidade oral e até mesmo o trato digestivo podem ser uma estratégia válida. Isto pode prevenir a invasão do vírus SARS-CoV-2 através do natural rota de infecção. O ontrole de longo prazo do SARS-CoV-2, no entanto, requerem uma combinação de ferramentas de imunização ativa e passiva, medicamentos terapia e outras medidas preventivas.”[22]

“Um número considerável de variantes da síndrome respiratória aguda grave do coronavírus 2 (SARS-CoV-2) estão agora circulando em todo o mundo, algumas das quais podem ser consideradas “preocupantes” devido à sua infecciosidade e / ou patogenicidade e / ou capacidade de escapar do sistema imunológico o reconhecimento do sistema é significativamente mais alto do que a cepa original “tipo selvagem”, consequentemente aumentando a disseminação do vírus na população, aumentando o risco de desenvolver doenças mais graves e / ou até mesmo causar rebotes epidêmicos. Essas variantes emergentes incluem especialmente B.1.1.7, originalmente identificado no Reino Unido e caracterizado por um potencial de transmissão aumentado de 56%, juntamente com B.1.351, inicialmente detectado na África do Sul e exibindo 50% de transmissibilidade aprimorada e reconhecimento diminuído pelo sistema imunológico do hospedeiro, e P.1, surgiu no Brasil e apresenta características semelhantes à cepa B.1.351. Nosso objetivo é discutir aqui o impacto dessas variantes emergentes do SARS-CoV-2 na imunidade de rebanho, em que um limite de imunidade de rebanho mais alto seria necessário para interromper sua circulação, enquanto isso, por sua vez, poderia ser mais difícil de alcançar devido à sua “resistência” mais forte à geração atual de vacinas”[23].

“O recente surgimento de variantes do SARS-CoV-2, após um período de relativa estabilidade genética viral, é um motivo de preocupação, uma vez que várias novas variantes de escape podem surgir no futuro e levar a uma severa repercussão da epidemia, como visto na África do Sul. “[24]

Observamos que é desta maneira que a natureza sobrevive, com mãe protegendo ao filho, ao dar a ele as defesas necessárias, específicas, daquilo que a atingiu. Os patógenos do ambiente geram resposta hiperimune tanto no colostro materno de mamíferos produzido um pouco antes e 72 horas após ao parto, quanto nas gemas de ovos de aves. Em função de seu metabolismo mais ágil e mais rápido, e mais específico, elegemos aqui neste trabalho os ovos de aves porque “imunoglobulinas derivadas de aves podem fornecer um nível mais alto de especificidade e uma quantidade reduzida de efeitos colaterais indesejáveis ​​em comparação com imunoglobulinas derivadas de soro de mamífero.”[25] . Tal superioridade se acrescenta a diversos fatores como:

“Anticorpos IgY de galinha têm sido apontados como uma alternativa superior aos anticorpos de mamíferos para uso em várias aplicações imunológicas, de biologia molecular e proteômica por várias razões. Estes incluem, mas não estão limitados a, especificidade melhorada devido à distância filogenética máxima entre hospedeiro e receptor, eficácia de custo na manutenção de números comerciais de galinhas, rendimento de IgY e o uso de métodos não invasivos usados ​​para isolar IgY de ovos em oposição ao sangue . Apesar disso, o uso rotineiro de metodologias baseadas em IgY em laboratório não é muito difundido. Uma razão para esta relutância pode ser derivada das dificuldades e custos de isolar anticorpos IgY da gema de ovo com rendimento suficiente, com alta pureza a um preço razoável realista. Aqui, nós descrevemos um custo extremamente eficaz ($ 5USD por ovo), rápido (dentro de 5 h), técnica eficiente e otimizada para isolar altos rendimentos (60  mg) de alta pureza (~ 80%) IgY de frango de gemas de ovo usando gomas vegetais comuns pectina e κ-carragenina na presença de cloreto de cálcio para deslipidar as misturas de gema de ovo enquanto mantém IgY em solução e, em seguida, sulfato de amônio para subsequentemente precipitar os anticorpos IgY resultantes para maior pureza. Nossos dados demonstram que esta técnica resulta em um alto rendimento e pureza de IgY que é comparável (se não superior) aos kits comerciais de isolamento de IgY existentes. O método também permite o isolamento de IgY imunologicamente ativa, que pode ser usada para processos imunotecnológicos posteriores. Além disso, também pode ser facilmente implementado em um laboratório padrão bem equipado e pode ser ampliado para quantidades comerciais (ou seja, milhares de ovos).”[26]

“O primeiro relatório sobre Anticorpos de Gema de Ovo (IgY) como neutralizantes agente contra a toxina do tétano foi publicado em 1893 [5] . Três anos depois, Behring e S. Kitasato descobriram a antitoxina diftérica (o 1901 Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina). O uso de IgYs não ganhou significado clínico e ampla aplicação até o advento dos 3Rs princípio que foi descrito pela primeira vez por Russell e Burch em 1959, The IgYs ganhou mais atenção por suas propriedades químicas estáveis, baixo custo, alto rendimento e melhor bem-estar animal. Mais importante, IgYs nem ligam os fatores reumatóides humanos, nem ativam os sistema complemento, que minimiza os riscos de inflamação [6] . Como um agente imune passivo contra doenças virais e bacterianas, IgYs têm o potencial para fazer alimentos funcionais e novos medicamentos. Várias fórmulaões foram aprovadas para tratar a peste do ganso, peste do pato e outras doenças pela Farmacopeia Veterinária da China. Os anticorpos IgY têm” (idem)

O escape da proteína Spike

” Uma variante SARS-CoV-2 com Spike G614 substituiu D614 como a forma pandêmica dominante, o aumento consistente de G614 em níveis regionais pode indicar uma vantagem de aptidão, G614 está associado a Cts RT PCR mais baixos, sugestivo de cargas virais mais elevadas em pacientes, a variante G614 cresce para títulos mais elevados como vírions pseudotipados. Uma variante do SARS-CoV-2 que carrega a alteração de aminoácidos da proteína Spike D614G se tornou a forma mais prevalente na pandemia global. O rastreamento dinâmico de frequências variantes revelou um padrão recorrente de aumento G614 em vários níveis geográficos: nacional, regional e municipal. A mudança ocorreu mesmo em epidemias locais onde a forma D614 original estava bem estabelecida antes da introdução da variante G614. A consistência desse padrão foi altamente significativa estatisticamente, sugerindo que a variante G614 pode ter uma vantagem de aptidão. Descobrimos que a variante G614 cresce para um título mais alto como vírions pseudotipados. Em indivíduos infectados, o G614 está associado a limiares de ciclo de RT-PCR mais baixos, sugestivos de cargas virais do trato respiratório superior, mas não com aumento da gravidade da doença”[27].

“A proteína spike do SARS-CoV-2 tem sofrido mutações e é altamente glicosilada. É extremamente importante investigar o significado biológico dessas mutações. Aqui, investigamos 80 variantes e 26 modificações no local de glicosilação quanto à infecciosidade e reatividade a um painel de anticorpos neutralizantes e soros de pacientes convalescentes. D614G, junto com várias variantes contendo D614G e outra alteração de aminoácido, foram significativamente mais infecciosos. A maioria das variantes com alteração de aminoácidos no domínio de ligação ao receptor eram menos infecciosas, mas variantes incluindo A475V, L452R, V483A e F490L tornaram-se resistentes a alguns anticorpos neutralizantes. Além disso, a maioria das deleções de glicosilação foram menos infecciosas, enquanto a exclusão de glicosilação de N331 e N343 reduziu drasticamente a infecciosidade, revelando a importância da glicosilação para a infectividade viral. Curiosamente, o N234Q foi marcadamente resistente aos anticorpos neutralizantes, enquanto o N165Q se tornou mais sensível. Essas descobertas podem ser valiosas no desenvolvimento de vacinas e anticorpos terapêuticos.”[18]

“O uso de soros de 10 pacientes convalescentes no ensaio de neutralização confirmou amplamente os resultados obtidos com os mAbs neutralizantes bem caracterizados. Entende-se que a magnitude da reatividade alterada é ligeiramente menor com soros humanos do que com mAbs, uma vez que os anticorpos policlonais de patentes de convalescença são direcionados contra múltiplos epítopos na proteína S de comprimento total; como resultado, esses anticorpos policlonais podem se complementar. No entanto, as diferenças na sua reatividade aos anticorpos humanos foram encontradas em várias vezes na maioria dos casos e todas determinadas como estatisticamente significativas. Notavelmente, algumas variantes de RBD, como A475V e F490L, foram confirmadas por terem sensibilidade diminuída tanto a soros humanos quanto a mAbs de neutralização múltipla. A475V reduziu a sensibilidade para 6 mAb dos 13 mAb usados ​​neste estudo, enquanto o F490L reduziu a sensibilidade à neutralização em 3 mAbs. É possível que os anticorpos em soros convalescentes sejam capazes de neutralizar esses epítopos críticos direcionados por esses mAbs que são conhecidos por interromper a ligação da proteína S ao receptor hACE2 (Ju et al., 2020; Shi et al., 2020; Walls et al., 2020; Wang et al., 2020) O A475V poderia enfraquecer a ligação de hidrogênio e a interação hidrofóbica (Shi et al., 2020), enquanto F490L pode corroer a interação hidrofóbica entre as moléculas (Ju et al., 2020)[28]

“A proteína Spike é o alvo tanto da terapêutica baseada em anticorpos (plasma convalescente, soro policlonal, anticorpos monoclonais) e vacinas. Mutações no Spike podem afetar a eficácia desses tratamentos. Portanto, o monitoramento das mutações é necessário para prever e readaptar o inventário da terapêutica. Diferentes nomenclaturas filogenéticas têm sido usadas para os clados SARS-CoV-2 atualmente em circulação. A proteína Spike tem diferentes pontos de mutação e deleção, sendo os mais perigosos para o escape imunológico aqueles dentro do domínio de ligação do receptor (RBD), como K417N / T, N439K, L452R, Y453F, S477N, E484K e N501Y. A evolução convergente levou a diferentes combinações de mutações entre diferentes clados. Nesta revisão, enfocamos as principais variantes de preocupação, ou seja, os chamados Reino Unido (B.1.1.7), Sul-Africano (B.1.351) e Brasileiro (P.”

“nAb monoclonal antiviral entrou no mercado, 11 e as formulações policlonais de IgG (isto é, soro hiperimune) provavelmente seguirão. 12 Todas essas vacinas e terapêuticas baseadas em anticorpos sofrem de um grande risco: o escape mutacional da proteína Spike. 13”

“6 Variantes de preocupação do Brasil

“A linhagem B.1.1.28 original surgiu no Brasil em fevereiro de 2020. 45 , 70 , 169 Pelo menos três variantes brasileiras foram identificadas. P.1 (também denominado indevidamente B.1.1.28.1 ou B.1.1.248 ou VOC 202101/02 ou conhecido no NextStrain como 20J / 501Y.V3) foi relatado pela primeira vez em janeiro de 2021 em quatro viajantes japoneses retornando de Manaus, a capital do estado do Amazonas no norte do Brasil. P.1 está associado às mutações E484K, K417N e N501Y. É preocupante que essa área tenha uma soroprevalência de 76% em outubro de 2020 após uma primeira onda praticamente não mitigada, 170 mas P.1 foi capaz de causar uma segunda onda importante desde janeiro de 2021. 105 O clado foi posteriormente relatado em muitos casos importados em todo o mundo (https://cov‐lineages.org/global_report_P.1.html ). A mutação E484K aumenta a afinidade de pico RBD-ACE2 e a combinação das mutações E484K, K417N e N501Y induz uma mudança conformacional maior do que o mutante N501Y sozinho. 171 Conjuntos de primers específicos de P.1 foram relatados recentemente. 142 Com base na semelhança com o cluster V RBD, foi previsto ser altamente resistente a etesevimabe (também conhecido como LyCoV016, CB6 ou JS016) e casirivimabe (REGN10933) 102 : resistência parcial ao casirivimabe 160 e resistência total ao bamlanivimabe 160 , 163 foi posterior confirmado. Um caso de reinfecção foi documentado meses após a primoinfecção B.1. 172A infecção simultânea por B.1.1.248 (como haplótipo maior ou menor) e B.1.1.33 ou B.1.91, respectivamente, foi relatada. 173″

“P.2 (também denominado indevidamente B.1.1.28.2 ou B.1.1.28 [E484K] ) foi relatado pela primeira vez no Rio de Janeiro, tendo E484K como a mutação Spike solitária, cinco mutações nas UTRs, orf8 e N: desde o primeiro relatório, mais duas mutações no orf1ab (U10667G> L3468V e C11824U> I3853I) surgiram no final de dezembro. 70 , 169 Pelo menos dois casos de reinfecção foram documentados meses após a primoinfecção B.1.1.33 174 , 175 . P.2 também foi detectado na região Nordeste do Brasil nos estados da Bahia e Rio Grande do Norte. 175”

“Uma terceira variante derivada de B.1.1.28 sob investigação foi denominada VUI-NP13L , caracterizada por 12 mutações definidoras de linhagem. 173

Recentemente, E484K também foi encontrado na linhagem B.1.1.33 de São Paulo e Amazonas, e foi denominado B.1.1.33 (E484K) . 176″. [29]

Agora já somam 12 variantes brasileiras descobertas pela professora Maria Estela

A imunização de galinhas pode fornecer terapêutica de base oral contra COVID – 19 ?[30]

“Um ELISA para quantificar IgY de codornas e caracterizar a transferência de IgY materna para a gema de ovo em várias cepas de codornas[31]

O caminho para imunoglobulinas policlonais anti-SARS-CoV-2 (soro hiperimune) para imunização passiva em COVID-19[32] [33] ” Enquanto a eficácia do soro hiperimune COVID-19 permanece difícil de adivinhar contra um patógeno respiratório e em uma paisagem com cepas virais de evolução rápida, o soro hiperimune tem várias vantagens sobre o CCP (por exemplo, um volume de reinfusão menor, uma via de administração mais fácil e preservação mais fácil) e mAbs (nAbs mais diversificados contra variantes emergentes preocupantes e muito mais baratos), resumidos na Tabela 2 , tornando-o um produto que vale a pena ser totalmente investigado em ensaios clínicos. Alguns estudos serão concluídos em breve e os resultados conduzirão o desenho da próxima rodada de testes.” versus “nAb monoclonal antiviral entrou no mercado, 11 e as formulações policlonais de IgG (isto é, soro hiperimune) provavelmente seguirão. 12 Todas essas vacinas e terapêuticas baseadas em anticorpos sofrem de um grande risco: o escape mutacional da proteína Spike. 13”[34]

Geração de IgY de frango contra a proteína de pico SARS-COV-2 e mapeamento de epítopos[35]

Tecnologia IgY: extração de anticorpos de galinha da gema do ovo por precipitação com polietilenoglicol (PEG)[36]

Beber leite imune cru microfiltrado de vacas imunizadas contra SARS- CoV – 2 pode fornecer proteção de curto prazo contra COVID-19?[37] A Proteção passiva de bezerros neonatais contra diarreia induzida por coronavírus bovino por administração de gema de ovo ou pó de colostro de anticorpo[38] [39] inclusive por se descobrir que “revelaram que a lactoferrina é eficaz no combate à SARS-CoV-2[40]” podemos perceber um aumento considerável de publicações relacionadas ao colostro contido em ovos de galinhas[41]

Conclusão

Concluimos depois destes muitas pesquisas que o simples ato de Infectar galinhas e codornas, pingando fluidos de pacientes em seus olhos, nariz, ou injetando na epiderme das mesmas, provocará a fabricação na gema dos ovos das mesmas a vacina CMI bastante específica da variação viral daquele que infectou as mesmas.

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Primeiros Testes

Minha esposa , filha e eu fomos contaminados na mesma semana pelo virus da Covid-19 (Sars-cov-2)

Infectei minhas codorninhas passando fluidos da coriza em seus olhos, elas pararam de botar 2 ovos por dia como faziam, demonstrando terem se infectado, e depois de um dia elas botaram 2 ovinhos, daí inalamos e comemos seus ovos crus , postos depois de 1 dia da infecção .

Amanhecemos todos curados e sem sintomas exceto sequelas (muito muco)

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