Projeto de Ensaio Clínico Multifatorial para Tratamento do Câncer Multifatorial


Certificado vi rbcc canceraprovacao

Campeao  immuno

 

IMMUNO2019-2025 BRASIL
Projeto De Ensaio Clinico Adaptativo  
Em Imunoterapia Associada
 SODRE, GBN ; SIMAN, HLHB; ALMEIDA, FHA; ANUNCIAÇÃO, CE; BRITO, IHB;  
autor correspondente: cancerlinfocito@gmail.com
 
 
Sendo câncer uma doença multifatorial e em geral, estar repleto de comorbidades ,neste projeto , para evitar a tempestade de citocinas inflamatorias imunológicas , as quais atacam e ao mesmo tempo, um ataque  inibe outro ataque aos diferentes agressores no organismo, para melhorar a especifidade do ataque imunológico , apresentamos sete abordagens de melhora clínica básica preliminar, desde a proteção da célula normal (catalase, suplementação de vitamina E e complexo B ), uso de tratamentos naturais tendo em vista exame de microRNA + fitoterápicos correspondentes, seguido de Vitamina C altas doses injetável  e ações para  aumento de eficiência da imunoterapia quanto a interleucinas,  quantidade e qualidade de TILs  verificadas na segunda  biópsia comparada a primeira biópsia do diagnóstico,  analisadas por NGS e testes proteômicos,  sob propostas de estudo comparativo com tecidos adjacentes saudáveis,  buscando perceber relações nas expressões inibitórias como PD1/PD-L1, CTLA4 ligando a B7 no lugar de CD28.   Protocolos cultivo e sensibilização de dendríticas seguido de ACT – Incentivo e manipulação de expansão de TILs usando IL-2, IL-18, uso de PBL radiado como nutriente , cultivo e re-infusão. Incentivo de Nk com Il-15, 21, 18 associado a suplementação PE marcador de membrana seletiva de células cancerígenas. Biopsias com biomarcadores de checkpoint e uso de “mabs” para cancelar a ligação PD-L1/PD1 e correlatas para se prolongar a resposta inflamatoria Interferon gama – Uso de várias marcas de MABs medicamentos Pembrolizumab, nivolizumab, atezolizumab, bevacizulizumab, e/ou outras associações usando estratégia seletiva PBLs2  Vantagem da flexibilização dos ensaios adaptativos na  opção clínica por  associações quimioterápicas e outras segundo análise e critérios clínica 


O sistema imunológico atua como uma orquestra de sinalizações frente as ameaças externas e internas, e os ataques se caracterizarem por muitos eventos ocorrendo ao mesmo tempo. Percebemos que quando interleucinas incentivam um tipo de ameaça pode ocorrer ao mesmo tempo a inibição outro tipo de ataque [1][2], e que a presença de várias ameaças e comorbidades confundem suas tarefas como ocorre em casos de vários virus[3] sepse[4] sepse pós-operatória [5] interleucina IL-6 acima da mediana como preditivo de mortalidade[6] [7] comorbidades nosocomiais[8] depressão[9][10] Esta situação fica evidenciada em estudos que apontam menor sobrevida de pacientes de câncer com comorbidades[11] o que aumenta em idosos[12]. Neste trabalho defendemos que diminuir o turbilhão de cascatas eliminando comorbidades pro inflamatórias e ao mesmo tempo inibitórias , principalmente aquelas que estarão competindo com ataque ao tumor, são tarefas fundamentais de preparo e de eliminação de efeitos imunológicos cruzados e inibitórios sob diferentes ataques.  Com objetivo de minimizar ao máximo possibilidade desta sobrecarga acumulando  memória de trabalho imunológico,  propomos alguns passos preliminares e fundamentamos os mesmos como prováveis de estar aumentando tarefas de ataques e diminuindo a eficiência de ataque mais específico ao tumor, em uma ordem estrategicamente coordenada para que ao fim tenhamos um organismo com menores focos inflamatórios para poder ter melhor garantia de eficiência em incentivo de reações mais específicas.

Referências

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3. Hotchkiss, Richard S.; Storch, Gregory A.; Green, Jonathan M.; Shannon, William D.; Deych, Elena; Brooks, Terrence L.; Pachot, Alexandre; Brownstein, Bernard H.; Sato, Bryan (11 de junho de 2014). «Reactivation of Multiple Viruses in Patients with Sepsis». PLOS ONE (em inglês). 9 (6): e98819. ISSN 1932-6203. PMC PMC4053360 Verifique |pmc= (ajuda). PMID 24919177. doi:10.1371/journal.pone.0098819

 
4. Ward, Peter A.; Delano, Matthew J. (4 de janeiro de 2016). «Sepsis-induced immune dysfunction: can immune therapies reduce mortality?». The Journal of Clinical Investigation (em inglês). 126 (1): 23–31. ISSN 0021-9738. doi:10.1172/JCI82224 


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9. Dowlati, Yekta; Herrmann, Nathan; Swardfager, Walter; Liu, Helena; Sham, Lauren; Reim, Elyse K.; Lanctôt, Krista L. (1 de março de 2010). «A Meta-Analysis of Cytokines in Major Depression». Biological Psychiatry. Cortical Inhibitory Deficits in Depression. 67 (5): 446–457. ISSN 0006-3223. doi:10.1016/j.biopsych.2009.09.033


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11. Extermann, Martine (2007). «Interaction between Comorbidity and Cancer». Cancer Control (em inglês). 14 (1): 13–22. ISSN 1073-2748. doi:10.1177/107327480701400103 


12. Extermann, Martine (2007). «Interaction between Comorbidity and Cancer». Cancer Control (em inglês). 14 (1): 13–22. ISSN 1073-2748. doi:10.1177/107327480701400103



Nossas células são maquinarias complexas e possuem muitas maneiras de sobreviver. As células cancerosas representam maneiras inovadoras de se multiplicar que as células encontraram. Dada a versatilidade da célula cancerosa, entendemos que as mesmas  não podem ter tempo e condições  para se reorganizarem em novas vias alternativas de sobrevivência celular ,  por isso multiplas abordagens devem cercar estas possibilidades para que elas sejam obrigadas,   da forma mais completa possível , a entrarem em apoptose ou serem imediatamente aniquiladas pelo sistema imunológico e caso falhem estas abordagens conjuntas , recorrer aos velhos métodos dos quimioterápicos tradicionais, cirurgias, radioterapias ,   que neste projeto são deixados para ultimo recurso,  devido o risco de vida, baixa sobrevida  e de sequelas que a maioria deles representam.

Defendemos um  projeto de ensaio clínico adaptativo onde haja  integrações nas abordagens, para que embora isto sacrifique uma maior especifidade da pesquisa,   desfocando e criando variáveis ,  as pessoas não sejam sacrificadas, e  por isso,  defendemos neste projeto de ensaios clínicos,   um  protocolo um pouco mais amplo e não abordagens isoladas. 

Nós apresentamos um potocolo de 11 etapas dividas em duas partes : 

Tratamentos Preliminares Básicos – 1) Desintoxicação 2) Colostro 3) Parasitas 4) Probióticos 5) Nutrição principalmente anti-inflamatoria que pelo menos controle o crescimento do câncer 6) Psicoterapia 7) Fisioterapias . Propomos  que eles sejam feitos em postos comuns de saúde antes de enviar pacientes para tratamentos mais especializados, o que diminuiria o custo,  aumentaria a velocidade, prepararia mais a saúde da pessoa para participar de tratamentos posteriores e  eliminaria alguns casos diminuindo a fila de espera . 

A segunda parte teríamos tratamentos utilizando prioritariamente imunoterapia conjugada – 8) Cultivo e reinfusão de células dendríticas DCs, 9) Linfócitos Infiltrados no tumor TILs  e 10) NK com  11) estratégia de Incentivo de maior  visibilidade da célula tumorigênica. Nesta transição de paradigma de tratamentos oncológicos de alto risco HROT (high risk oncological treatments), em direção a imunoterapia, quarto pilar dos tratamentos de câncer, a falta de atualização científica,  tem gerado, pelo menos no Brasil,  encaminhamentos a  tratamentos novos e em geral de menor invasibilidade,  para última instância como um último recurso ao paciente que recusou tratamento tradicional, ou aquele na maioria das vezes já  “desenganado” (termo utilizado no Brasil para pacientes destinados a morrer onde se esgotaram recursos nos centros de atendimento) ,  estando muitas vezes repleto de sequelas e comorbidades devido a efeitos adversos do HROT.

Na segunda parte deste novo modelo de imunoterapia associada,  a pesquisa buscará observar por meio da primeira  biópsia do diagnóstico, com testes  genômicos e proteômicos de tecido saudável comparado ao  afetado,  as possíveis relações de fragilidade genética que permitiu o desenvolvimento da doença. 

Depois das 7 etapas preliminares ocorrerá a repetição dos mesmos testes no que chamamos de biópsia melhorada , o que renderá centenas de observações dos efeitos sobretudo epigenéticos,  bem como comparações da quantidade  e qualidade de DCs, TILs, NKs. 

A proposta tem por princípio adaptativo utilizar  tratamentos mais tradicionais de quimioterapias , cirurgias e radioterapias de alta invasibilidade HROT, em  última instância como recurso restante  da prática oncológica, exceto  para casos onde o percentual de  eficiência destas abordagens sejam promissoras , e quando são praticamente nulas, então deve-se desencanar o paciente ou encaminhá-lo a um trial clínical de maior eficiência específica.  

 Abstract:

Our cells as a complex machinery have many different survival skills. The cancer cells represent innovative forms to multiply themselves. Due the cancer cell versatility, we can understand that they can’t have enough time and conditions to reorganize themselves in a novel cell survival alternative vias, hence multiple approaches should surround these possibilities to force them, in the most complete possible way, to either triggers apoptose or be immediately annihilated by the immunological system, and in case of those approaches fails, resort to the old-fashion methods such as traditional chemotherapic drugs, surgery, radiotherapy, that in this project these procedures are left as a last resource, due the life risks, low survival and lifespan, as well as sequels which most of them represents.We support an adaptive clinical trial project where exist an integration with those approaches, although this may sacrifice a higher research specificity, unfocusing and making variables, for the people may not be sacrificed, and that is why, we support in this clinical trail project, a new wider protocol and not isolated approaches.We present a protocol with 11 (eleven) steps divided in 2 (two) major parts:Basic Preliminary Treatments – 1) Detoxification; 2) Colostrum; 3) Parasites; 4) Probiotics; 5) Nutrition, mainly an anti-inflammatory one, that may be at least over grown cancer control; 6) Psycotherapy; 7) Physiotherapy;We propose that these trials may be done at common healthcare centers, before leading patients to more specialized treatments, which would decrease costs, increase speed, prepare the patient’s health to be ready for later treatments and also would eliminate some cases decreasing the number of patients in the queue.For the second part, we would have treatments primarily utilizing conjugated immunotherapy – 8) dendritic cells (Dcs) culture and re-infusion; 9) Tumor Infiltrated Lymphocytes (TILs) and 10) NK with an incentive strategy for better tumorigenic cell visibility.At this high risks of oncological treatments (HROT) paradigm transition, towards immunotherapy, fourth pillar of cancer treatments. The lack of scientific update, has leading, at least in Brazil, forwarding to new treatments and in most cases of lower invasiveness as the last chance, the last resort for the patient that has refused traditional treatment, or for those that in most of time has given up hope by the doctors (in Brazil is used, “undeceived by the doctors” expression, for those who have few chances to survive), these patients are many times with a lot of sequels and comorbidities due the HROT side effects. At this same part of this new associated immunotherapy method, the research will look for the possibles genetics fragility relations that allowed the illness development.After the 7 preliminary steps, will occur a repetition of the same tests, as we call Enhanced Biopsy, which will allows hundreds of effects observations, specially epigenetics, as well as quantity and quality comparisons of DCs, TILs and NKs.The propose has by adaptive principle utilize more traditional treatments like chemotherapies, surgeries ad radiotherapies, of high invasiveness HROT as a last resort of the oncology practice, exception for those cases where the efficacy percentage of these approaches are promising, and when the chances are very low, so, in these cases, it must be totally honest with the patient and lead him/her to a clinical trial of higher specific efficiency.

Este é o quadro geral da imunoterapia e associações no combate ao tumor
https://www.nature.com/articles/s41573-018-0007-y

Resumo immunoterapia
Biópsia 1Nela realizar exames NGS-sec comprando DNA de células cancerígenas e saudáveis, retirar TILs para cultivo. Desfragmentar com nitrogênio -172 graus para sensibilizar DCs e reinfundir. 
NGSTestes revelerão ênfases e causas as quais serão apresentadas a softwares como “Oncomine”. 
QuestionarioAnamnese mais completa quanto aos aspectos etiológicos mais comuns, dando atenção aos aspectos que serão abordados nas preliminares, ao aspecto alérgico, nascimento por cesaria, locais de nascimento versus moradia versus locais do conjuge. 
Abordagens PreliminaresTratamentos básicos clínicos preliminares: 1) Desintoxicação 2) Colostro 3) Parasitas 4) Probióticos 5) Nutrição principalmente anti-inflamatoria que pelo menos controle o crescimento do câncer 5.1 Suplementação com vitamina E e Selênio para fortalecimento da catalase seguido de altas doses injetável de vitamina C https://cancerres.aacrjournals.org/content/80/7/1401.short  6)  Psicoterapia 7) Fisioterapias
SoftwareOncomine – https://www.thermofisher.com/br/en/home/clinical/preclinical-companion-diagnostic-development/oncomine-oncology.html
Oncomine
Decisão ClinicaDe posse das informações em mãos , se faz planejamento, em geral usando protocolo comum com algumas variações conforme acompanhamento
Protocolo ComumUso de DCs para arregimentar mais ataques CD8+ que serão cultivados numa segunda retirada, bem como uso de de carreador e estímulos de NK
DCsDe sangue periférico e monócitos direcionados por interleucinas a se transformarem em  DCs que serão reinfundidas
TILsCultivo de Linfócitos CD8+
NK+carreadorSuplementação que atraia NK incentivada por interleucinas adequadas.
Reinfusão 1Verificação de ataque e uso de mABs canceladoras de inibições para aumentar o tempo do ataque , verificado por exames de INT-gama, IL-2
Biópsia 2Após preliminar , verificar comparações e se há aumento de TILs, em quantidade e qualidade para segundo cultivo 
NGSTestes de células saudáveis e cancerosas comparadas as duplas anteriores
DCs 2Repetição sob novo “organismo” atendido pelas preliminares fazendo comparações 
TILs 2Verificação de sucesso de cultivo
NK2 + Carreador 2Verificação de sucesso de aplicação
Reinfusão2Ataque 2
AvaliaçãoComparação com ataque 1
mABsProlongamento do ataque nos dois sistemas 
mABs AssProlongamento de ataque 
Oncologia  TradicionalCaso não haja resultados positivos , apelar pra tratamentos, em geral,  mais agressivos e mais arriscados ( tradicionais ).

Introdução

The immune system acts as a signaling orchestra against external and internal threats, and attacks are characterized by many events occurring at the same time. We realize that when interleukins encourage one type of threat, inhibition of another type of attack can occur at the same time [1] [2], and that the presence of various threats and comorbidities confuse their tasks as with multiple virus [3] sepsis. [4] postoperative sepsis [5] above-median interleukin IL-6 as a predictor of mortality [6] [7] nosocomial comorbidities [8] depression [9] [10] This situation is evidenced in studies that indicate lower survival of cancer patients with comorbidities [11] which increases in the elderly [12]. In this paper, we argue that decreasing the cascade of waterfalls by eliminating proinflammatory and at the same time inhibitory comorbidities, especially those that will be competing with tumor attack, are fundamental tasks of preparation and elimination of cross and inhibitory immunological effects under different attacks, aiming at minimize the possibility of this overload to the immune working memory. We propose some preliminary steps and base them as likely to be increasing attack tasks and decreasing more tumor-specific attack efficiency, in a strategically coordinated order so that in the end we have an organism with smaller inflammatory foci in order to have a better guarantee of efficiency. in encouraging more specific reactions.

  1. Diehl, Sean; Rincón, Mercedes (1 de dezembro de 2002). «The two faces of IL-6 on Th1/Th2 differentiation». Molecular Immunology. Proceedings from the Autumn Immunology Conference (2001): Regulators of Immune Function. 39 (9): 531–536. ISSN 0161-5890doi:10.1016/S0161-5890(02)00210-9 
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  12. Extermann, Martine (2007). «Interaction between Comorbidity and Cancer». Cancer Control (em inglês). 14 (1): 13–22. ISSN 1073-2748doi:10.1177/107327480701400103 

O sistema imunológico atua como uma orquestra de sinalizações frente as ameaças externas e internas, e os ataques se caracterizarem por muitos eventos ocorrendo ao mesmo tempo, por isto neste trabalho defendemos que diminuir o turbilhão de cascatas eliminando comorbidades pro inflamatórias , principalmente aquelas que estarão competindo com ataque ao tumor, são tarefas fundamentais de preparo e de eliminação de efeitos imunológicos cruzados e inibitórios sob diferentes ataques. Estabelecemos alguns passos preliminares e fundamentamos os mesmos como prováveis de atrapalhar ataques mais eficientes ao tumor, em uma ordem estrategicamente coordenada para que ao fim tenhamos um organismo pronto para tratamentos mais específicos.

As medidas preliminares são: 1) Desintoxicação e limpeza 2) Administração de Colostro 3) Eliminação de helmintos e Parasitas 4) Reposição de Probióticos 5) Estratégias nutracêuticas principalmente anti inflamatórias que controlem o crescimento do câncer e que sejam inibitórias de pontos estratégicos das vias alternativas da célula 6) Psicoterapia 7) Fisioterapias. Estas abordagens preliminares, podem ser feitas em postos de saúde em sistema de ensaio clinico “aberto” ou em spas levando o paciente para um centro de tratamentos multidisciplinar, seguindo estas normas gerais prévias de preparo anterior ao encaminhamento do paciente para um centro especializado oncológico, para que o mesmo tenha maior chances de sucessos nos tratamentos mais específicos e maior sobrevida. Demonstramos aqui que isto tem eficácia tanto para imunoterapia como também para outras abordagens mais antigas e tradicionais.

Tais medidas se tornam ainda mais adequadas ao Brasil devido as grandes filas de espera[1][2], que são diminuídas pela mortalidade rápida de muitos tratamentos agressivos e de alto risco, administradas muitas vezes em pacientes repletos de comorbidades que deveriam ser eliminadas antes dos mesmos. Estas medidas provavelmente serão bem recebidas por um público desesperado e as vezes desenganado, que se vê destinado a morte sob os moldes da cultura coletivista em relação ao câncer[3].

A imunoterapia deverá ocorrer depois de se fazer estas preliminares que chamamos de “dever de casa”, pois manter a saúde das pessoas deveria ser o foco principal dos sistemas de saúde no Brasil, onde os maiores gastos dos R$ 117 bilhões do ano de 2018[4] como também dos anos pregressos, tem sido com os últimos anos de vida da sua população[5][6] o que demonstra claramente uma negligência com a qualidade de vida, a prevenção de doenças e a baixa produtividade que uma população assistida desta forma representará. Saber lidar com o principal sistema mantenedor de nossa saúde, é a estratégia que poderá prever o descalabro que representará o aumento de proporção de idosos da população brasileira[7] e mundial[8], para aumentar a produtividade e diminuir a tendência natural de enfraquecimento imune na velhice. Estas medidas preliminares devem fazer parte da cultura e objetivos primários de postos de atendimento básico, pois elas representam um fechamento de porta de entrada para milhares de outras doenças além do câncer.

Parte do Sistema imunológico atua atacando mais corpos estranhos (inato) e parte atua mais atacando as nossas próprias células defeituosas (sistema adaptativo CD8+). As células NK são uma exceção a esta regra, por atuar contra diversas ameaças externas e internas , bem como o fato dos leucócitos do sistema inato e adaptativo participarem simultaneamente de apresentações ou estímulos que podem beneficiar ou não o ataque a corpos estranhos ou as células “muito ” defeituosas e replicantes (cancerosas) e/ou infectadas por virus.

A principal via de ataque ocorre pelo sistema adaptativo onde células macrófagos-dendríticas (de dedos longos) fagocitam uma célula cancerosa e segmentam em pequenos pedaços de em torno de 30 nucleotídeos (9 a 11 aminoácidos) suas proteínas para mediante sistema MHC classe 1, apresentar ás células CD8+ que ficam no linfonodo (gânglios linfáticos) que identificam a anormalidade se tornando ativos, se multiplicando e indo ao local da inflamação para conferir o ataque e se multiplicarem ainda mais para poder cumprir a tarefa.

Se tudo ocorrer assim, o câncer está combatido, mas no meio do caminho costuma ter muitas pedras e comorbidades que podem atrapalhar os CD8+, inclusive o fator tempo, porque o sistema de ataque deve durar pouco para não afetar o organismo e por isso sistemas inibitórios agem para frear o ataque e é por isso que diversas drogas anti fatores inibitórios, tem sido desenvolvidas (exemplo: anti PD-1 da pembrolizumab da MSD e anti PD-L1 da atezolizumab da Roche) .

Estes inibidores geraram alto índice de sucesso em ensaios clínicos fase I e II, III e IV, e diversos tipos de imunoterapia do câncer ligadas a TILs, DCs, NK, Mabs, oncolítico virus, vacinas, usando terapias de ACT e/ou usando inibidores de checkpoint para prolongar o ataque aos tumores[9], tem demonstrado ser vantajosas estratégias de combate a diversos tipos de câncer e renderam prêmio nobel a James P. Allison, chair de imunologia no MD Anderson Cancer Center dos Estados Unidos, e o professor de imunologia Tasuku Honjo, da Universidade de Kyoto, estabelecendo desta forma marcante e gloriosa, a imunoterapia como o quarto pilar nas opções oficiais de tratamento do câncer[10] [11]

Devido ao alto grau de repetição de protocolos de cultivo de DCs, TILs, NK, MABs (células dendríticas, linfócitos infiltrados, Natural Killer, Mabs), em ensaios imunoterapêuticos, observamos a necessidade de se estabelecer protocolos comuns a vários tipos de câncer, com destaque a abordagens preliminares clínicas, para vários ensaios clínicos, denominado projeto immuno2019-2025brasil, esperando desta forma contribuir com a melhora nas estratégias imunoterapeuticas.

O avanço científico verificado na transição do paradigma oncológico caracterizado por quimioterapias, radioterapias, transplantes e cirurgias ( muitas vezes muito arriscadas e com média em torno de 2% de eficiência para sobrevida em 5 anos[12] ) para uso de estratégias com maior grau de especifidade da imunoterapia, requer uma atualização e mão de obra na oncologia hoje, que precisa se atualizar, onde a junção médicos e pesquisadores ligados a imunologia se tornou fundamental. Acreditamos que podemos contribuir para fomentar esta atualização, por meio da divulgação em artigos, resumos em congressos, explanação de metodologias de diversos ensaios clínicos de imunoterapia, sobretudo do tipo adaptativo (incentivado pelo FDA).

O Brasil enfrenta diversas dificuldades para que ocorra de forma fluente o desenvolvimento tecnológico e científico, entre eles , destacamos em relação aos ensaios clínicos. A começar pelo fato da baixa proporção de médicos , O número insuficiente de médicos para a população brasileira (1,85) ocupando 75o lugar [13], estando mal distribuídos [14], o que foi refletido inclusive na queda de mortalidade infantil [15][16] com a implementação do programa mais médicos que importaram milhares de médicos de Cuba [14], os deixa sem tempo de se dedicarem a pesquisa clínica, sendo o médico a figura principal nos princípios de ensaio clínico estabelecidos pelas declaração de Helsinque[17].

O custo da pesquisa clínica já é considerado altíssimo nos países desenvolvidos e capitalizados (U$300 milhões a U$ 1,5 bilhão), no Brasil isso se torna ainda mais inalcançável[18]. A cultura acadêmica pouco experiente para aplicação de conhecimentos científicos em ensaios clínicos, com pesquisadores trabalhando muito longe do médico, com um programa curricular muito mais teórico que sobrecarrega alunos e professores a cumprirem deveres, passando assuntos rapidamente que serão decorados e esquecidos , o que não permite um sistema de atração de projetos inovadores. A dependência da pesquisa de laboratórios estrangeiros que são quase os únicos que bancam as caras fases clínicas; recebendo pouco apoio e insuficiente das agencias de fomento brasileiras como BNDS. Diante deste quadro, os resultados em relação a ensaios clínicos ligados a imunoterapia no Brasil foram numericamente bastante humildes[19] como bem expressa a Dra Cecilia Ferreira da Silva:

“Neste estudo, apenas nove ensaios clínicos com anticorpos monoclonais e bio-medicamentos em oncologia foram identificados entre 2003 e 2012 no Brasil. Os tipos de câncer envolvidos — colorretal, gástrico, linfoma não-Hodgkin, melanoma, pulmão não pequenas células e renal — possuem altas taxas de incidência no país, justificando a realização dessas pesquisas. Apesar disso, o número de ensaios está aquém do necessário, dada a importância dessa classe de antineoplásicos. Destaca-se que não houve qualquer ensaio para câncer de mama ou de próstata, os de maior incidência no sexo feminino e masculino, respectivamente, no Brasil”(…)”Dois ensaios foram precocemente encerrados”[20][21][22]

Os gastos estão concentrados principalmente em quimioterapias que é o que o sistema sabe fazer ” O volume de tratamento e os gastos com câncer no Brasil aumentam exponencialmente, mas mesmo assim, estão aquém do atendimento das necessidades. Entre 1999 e 2015, os gastos somente com tratamento (excluindo promoção e prevenção) aumentaram de R$470 milhões para R$3,3 bilhões em valores nominais1[1], ou seja, um crescimento de sete vezes num período de 16 anos. Cerca de dois terços destes gastos assistenciais estão relacionados somente à quimioterapia”[23], que poderiam estar sendo investidos em imunoterapia dados seus resultados mais promissores.

Para haver atualização científica necessário é que se explique passo a passo as metodologias usadas e treine equipes multidisciplinares e oncologistas, no manuseio das mesmas, informando os detalhes destas desafiando alguns avanços relacionados. Este projeto prevê diversos iniciações de ensaios em imunoterapia desde que se faça as preliminares que chamamos de “dever de casa” , buscando com isso :

1) Eliminar possibilidade de abordagens necessárias prévias do sistema imunológico inato e preparar o paciente para o tratamento sob foco do sistema adaptativo imunológico , uma vez que percebemos comorbidades atuando em conjunto com a maioria dos casos de câncer, como por exemplo , a hipótese de que o desvio TH1 para TH2 tenha ocorrido na administração de vermífugo que resultou em cura do câncer em vários casos relatados após o caso popular de Joe Tippens[24]

2) Melhorar a quantidade e qualidade de TILs da segunda biópsia para garantir que a segunda etapa (ACT) tenha mais chances de sucesso na expansão clonal ;

3) Observar resultados sobretudo observando inibidores PD-L1/PD1, CTLA4/B7 e outros , ajudando a decidir por abordagens usando Mabs mais adequados

4) Complementar tratamento optando por fatores mais ligados a indução de apoptose e/ou mecanismos de reparo celular por meio de escolha clinica adequada dentro de diversas opções de abordagens

5) interagir , contribuir ou tentar direcionar ações que o sistema imunológico esteja executando nos pacientes.

6) Dar maior sobrevida e qualidade de vida ao paciente.

Ensaio Clínico do tipo Adaptativo Incentivado pelo FDA

Ensaios adaptativos do tipo bayesiano[25] (considerando as variáveis e incertezas) estão sendo preferidos por diversos motivos onde a flexibilização se apresenta como solução em cada particular do universo de cada paciente. Desta forma a pesquisa pode trabalhar melhor seus dados flexibilizando soluções que não estejam previstas num sistema fixo.

“O desenvolvimento de novas drogas é um processo demorado e caro. Recentemente, houve estagnação no desenvolvimento de novos compostos. Além disso, a taxa de atrito na pesquisa clínica também está aumentando. Temendo mais estagnação, a Food and Drug Administration divulgou a iniciativa do caminho crítico em 2004 e a lista de oportunidades do caminho crítico em 2006, destacando assim a necessidade de avançar projetos de testes inovadores. Uma das inovações sugeridas foi a realização de ensaios clínicos adaptativos, um método que promove a introdução de modificações pré-especificadas no projeto ou procedimentos estatísticos de um estudo em andamento, dependendo dos dados gerados a partir do estudo em questão, tornando o estudo mais flexível. Os ensaios de design adaptativo são propostos para impulsionar a pesquisa clínica, reduzindo o custo e fator tempo. Embora o conceito de ensaios clínicos adaptativos sejam redondos durante os últimos 40 anos, ainda há falta de uniformidade e compreensão sobre o assunto. Esta revisão destaca importantes metodologias projetadas adaptativas, além de cobrir as posições regulatórias sobre esta questão.”[26][27][28].

Com o avanço de ensaios clínicos até 2018[29], podemos perceber maior versalidade clínica , uso de alimentos e medicamentos em ensaios adaptativos[30]. e maior respeito pela flexibilização necessária

Sequência de Passos dos Tratamentos

Biópsia 1Nela realizar exames NGS-sec comprando DNA de células cancerígenas e saudáveis, retirar TILs para cultivo. Desfragmentar com nitrogênio -172 graus para sensibilizar DCs e reinfundir.
NGSTestes revelerão ênfases e causas as quais serão apresentadas a softwares como “Oncomine”.
QuestionarioAnamnese mais completa quanto aos aspectos etiológicos mais comuns, dando atenção aos aspectos que serão abordados nas preliminares, ao aspecto alérgico, nascimento por cesaria, locais de nascimento versus moradia versus locais do conjuge.
Abordagens PreliminaresTratamentos básicos clínicos preliminares: 1) Desintoxicação 2) Colostro 3) Parasitas 4) Probióticos 5) Nutrição principalmente anti-inflamatoria que pelo menos controle o crescimento do câncer 6) Psicoterapia 7) Fisioterapias
SoftwareOncomine – https://www.thermofisher.com/br/en/home/clinical/preclinical-companion-diagnostic-development/oncomine-oncology.html
Decisão ClinicaDe posse das informações em mãos , se faz planejamento, em geral usando protocolo comum com algumas variações conforme acompanhamento
Protocolo ComumUso de DCs para arregimentar mais ataques CD8+ que serão cultivados numa segunda retirada, bem como uso de de carreador e estímulos de NK
DCsDe sangue periférico e monócitos direcionados por interleucinas a se transformarem em DCs que serão reinfundidas
TILsCultivo de Linfócitos CD8+
NK+carreadorSuplementação que atraia NK incentivada por interleucinas adequadas.
Reinfusão 1Verificação de ataque e uso de mABs canceladoras de inibições para aumentar o tempo do ataque , verificado por exames de INT-gama, IL-2
Biópsia 2Após preliminar , verificar comparações e se há aumento de TILs, em quantidade e qualidade para segundo cultivo
NGSTestes de células saudáveis e cancerosas comparadas as duplas anteriores
DCs 2Repetição sob novo “organismo” atendido pelas preliminares fazendo comparações
TILs 2Verificação de sucesso de cultivo
NK2 + Carreador 2Verificação de sucesso de aplicação
Reinfusão2Ataque 2
AvaliaçãoComparação com ataque 1
mABsProlongamento do ataque nos dois sistemas
mABs AssProlongamento de ataque
Oncologia TradicionalCaso não haja resultados positivos , apelar pra tratamentos, em geral, mais agressivos e mais arriscados tradicionais


ETAPAS PRELIMINARES’

Sempre é bom observar que poderá haver casos de remissão de tumor já em etapas preliminares e se deve prestar atenção em tumores maiores que quando diminuem fornecem muito material gorduroso que podem entupir rins , fígado, gerar trombose[31] e outras sequelas. Por isso, quaisquer tratamentos contra tumores, sobretudo os de grande volume e sólidos[32] , usar os conhecidos protocolos antitrombóticos e diuréticos, naturais ou sintéticos em função da gordura gerada pelo acúmulo de células cancerosas mortas, ou por tromboses associadas a metástases onde a trombina, agrega plaquetas e impede o acesso do sistema imunológico à célula em metástase e ainda estimula a produção de fibrina [33]

Existem os diuréticos naturais como o Ginkgo biloba ,Vitex montevidensis, Campomanesia xantocarpa e Allophylus edulispicão[34] , costus spicatus (cana de macaco), e fitoterápicos em geral como folha seca de abacate, quebra-pedra, alcachofra, chapéu de couro e outros. O limão com casca pode ser congelado para quebrar paredes celulares e facilitar sua absorção. Depois deve ser raspado para uso., o limão é também poderoso adstringente da gordura. As catequinas do chá verde inibem a fosforilação do receptor do fator de crescimento endotelial vascular[35]. Catequinas do chá verde como novos compostos antitumorais e antiangiogênicos[36][37][38][39]. “demonstraram alguma ação anticoagulante e / ou antiagregante plaquetária, muitas vezes detectando e isolando seus princípios ativos, e gerando hipóteses sobre como eles agem, seja em algum ponto da cascata de coagulação ou exercendo sua ação sobre a agregação plaquetária, tornando-se uma alternativa no tratamento antitrombótico. Entre estes, encontramos muitos dos usos ancestrais. A OMS reconheceu diversas plantas medicinais por meio de diversas publicações, quanto às ações terapêuticas divulgadas, como: Aloe vera, Astrágalo, Camomila, Echinacea purpúrea, Alho, Gengibre, Valeriana, Ginkgo biloba, Ginseng e Plantago ovata”[40]

Anticoagulantes

Um dos protocolos em tratamentos do câncer são os anti-trombóticos e diuréticos que ajudam a evitar entupimento de fígado e rins pela presença de muita proteísna e gordura gerada pela morte celular . Em se tratando de atuação de linfócitos que atuam em conjunto com os macrófagos,  o efeito é menos devastador que a necrose de ataque causada por quimioterapias e radioterapias, contudo, mesmo assim, apesar de doses menores é sempre prudente contar com maior numero de células mortas no sangue. Para tanto a lista de medicamentos são:

AnticoagulanteAntiplaquetários e antitrombóticos
1. Heparina (comercial: liquemine, actiparin, heparin, cellparin, heptar)– anticoagulante potenciador da antitrombina iii (inativando assim a trombina)com duração da ação dose dependente. Efeito imediato por via intravenosa (iv).Estimula, também, a liberação de lipase lipoproteica aumentando a depuraçãode tg (triglicerídeos) do plasma. Indicações: iam, embolia pulmonar, profilaxiade cateterismo cardíaco (arterial), tromboses venosa, etc.2. Dalteparina (comercial: fragmin). É uma heparina de baixo peso molecular queinibe o fator xa (fator de stuart ativado).Indicações: trombose venosa profunda,embolia pulmonar, angina instável, iam sem onda q;3. Enoxaparina (comercial: clexane, cutenox, dripanina). Heparina de baixo pesomolecular de ação inibitória do fator xa, com efeito mais estável e prolongado.Indicações: trombose venosa profunda, embolia pulmonar, iam, cirurgiasortopédicas do quadril e coxofemural, cirurgias abdominais de risco,imobilidade completa no leito em doentes graves;4. Nadroparina (comercial: fraxiparina, faxiparina tx). Heparina de baixopeso molecular de ação inibidora do fator xa.Indicações: trombose venosa profunda, embolia pulmonar;5. Femprocumona (comercial: marcoumar) – anticoagulante oral;6. Varfarina (comercial: marevan, marfarin, coumadin) – anticoagulanteoral usado, por exemplo, em prevenção de trombose após substituição de valvas cardíacas.http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4789632P2/http://conhecimentovirtual.forumeiros.com/t144-anticoagulantes-antiplaquetarios-e-antitromboticos1. Abciximab (comercial: reopro). Fração fab de ac monoclonal antitrombótico.Indicações: iam;2. Anti-trombina iii (comercial: kybernin-p). Hemoderivado concentrado de antitrombina iii humana: inibidor fisiológico da coagulação.Indicação: hipercoagulabilidade por deficiência de antitrombina iii;3. Clopidogrel (comercial: plavix, clopivix, iscover, lopigrel). Antiagregante plaquetário em vaso com lesão aterosclerótica.Indicações: iam, avc ou obstrução arterial recente, coronariopatia aguda, prevenção de obstrução de ponte de safena;4. Dipiridamol (comercial: persantin, dipiridamol). Antiagregante plaquetário e vasodilatador coronariano.Indicações: profilaxia de tromboses, profilaxia de coronariopatias;5. Ticlopidina (comercial: ticlid, plaketar, ticlobal). Antiagregante plaquetário.Indicações: profilaxia de avc isquêmico, iam, profilaxia de obstrução de stent;6. Tirofibana (comercial: agrastat). Antiagregante plaquetário. Indicações: iam, angina instável.http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4789632P2/http://conhecimentovirtual.forumeiros.com/t144-anticoagulantes-antiplaquetarios-e-antitromboticos

Etapa 1 – Desintoxicação

O linfoma de Hodgkin caracterizado por células malignas que transitam os linfonodos (principalmente células B) e pode ter como causa o vírus Epstein-Barr (VEB) que é muito comum, e se é muito comum o problema dele foi a variação ou a não capacidade de resposta do hospedeiro? de onde ele veio variado ? de um peixe ? De alguma alimentação? De qualquer forma a desintoxicação alimentar pode ser um bom incio de tratamento para este e muitos outros casos.

O linfoma de Hodgkin também pode ter relação com mercurio[41] das abturações dentárias.[42] A desintoxicação torna-se fundamental na medida que diminua e aponte direções, afunilando pelos resultados, em torno de uma resposta mais esclarecedora do que esteve acontecendo . Muitas maneiras de desintoxicar possui alta relação com melhoras e maior atuação do sistema imune. O Exercício[43] suplementação por selênio[44] sauna e medicinas complementares.[45]

Uma série de doenças e câncer estão diretamente relacionados aos metais pesados e intoxicações como cadmio[46] , mercúrio e outros . “Houve 28 estudos de câncer de fígado mostrando associações positivas para exposições à aflatoxina, poluição do ar, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, amianto, ocupação de chaminés e tintas”[47]. Cassileth, médica do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, publicou o livro The Complete Guide to Complementary Therapies in Cancer Care A limpeza do intestino usando colonterapia[48][49],[50] limpeza do fígado usando protocolos diversos como da Dra Hulda Clarck, o uso de limpeza do fígado como curcumina[51][52] de “moduladores epigenéticos selecionados, que ocorrem naturalmente, a saber: butirato, curcumina, (-) – epigalocatequina-3-galato, resveratrol, romidepsina e tricostatina A”[53], picão (costus spicatus) , alcachofra, salsinha (Petroselinum crispum) , ozonioterapia, saunas com choques térmicos , etc, representam uma abordagem básica que pode retirar fatores causais do câncer ou que estejam de alguma forma relacionada ao seu avanço. Em função do sistema de defesa inato e específico ter dificuldades com toxinas, evidências atestam que não somente ” vida começa com um intestino saudável” [54] mas também qualquer tratamento deveria eliminar essas toxinas antes.

Etapa 2 – Colostro

O uso de fatores de transferência (FT)[55] [56] como o colostro de vaca da região onde o paciente habita, ou onde adquiriu a doença para que as variações virais e de micro organismos conforme regiões[57][58] não permitam perder a especificidade da defesa imunológica na multiplicação de anticorpos mais específicos aquelas variações geográficas que são desafiadas (termo utilizado na imunologia se referindo a exposição de patógeno para se obter uma reação imunológica) e produzam anticorpos com maior afinidade permitindo assim uma melhor resposta imunológica e maior concentração de TILs na segunda biópsia, ou primeira, caso já tenha havido tal conscientização a respeito do uso deste valioso remédio natural disponível gratuitamente por todos os fazendeiros e produtores de leite que costumam jogar aos porcos e cães o mesmo, e que empresas inteligentemente tem buscado defender patentes de formas de seu uso[59]. Uso de colostro de vaca da região onde mora, ou da região do parceiro(a) para que se elimine dificuldades ligadas ao funcionamento normal do sistema imunológico, sobretudo quando o paciente for mais alérgico, como aqueles que nasceram do parto cesariana que carregam pelo resto das suas vidas mais alergias que as demais pessoas[60][61][62][63] .

Raciocinamos que em última análise quem tem fabricado anticorpos e comunicações imunológicas são basicamente os coelhos, ratos, cavalos, vacas, cabras, etc. São eles nossa melhor industria de fármacos imunológicos incluindo vacinas mais específicas as variações virais de cada região e de cada tempo. usar o colostro como ferramenta básica imunológica trará provavelmente superiores resultados que arriscarmos agir sob um sistema imunológico não bem preparado para possíveis ataques que aquele hospedeiro vem sofrendo.

Etapa 3 – Parasitas

A hipótese de que o desvio TH1 para TH2 tenha ocorrido na administração de vermífugo que resultou em cura do câncer em vários casos relatados após o caso popular de Joe Tippens[24] nos despertou interesse juntamente com observações semelhantes. A eliminação de helmintos que desviam e inibem ataques TH1 ao câncer dando prioridade ao ataque TH2 e recrutamento de eosinófilos são preliminares básicas necessárias sobretudo para que não estejam ocorrendo desvios de estímulos de interleucinas para ataque a outros patógenos ao invés do câncer (TH2 vs TH1 na presença de helmintos por exemplo), e poderiam ser feitos de forma preliminar antes do encaminhamento do paciente a um centro de tratamento especializado; pois tal preparo e tentativas mais simples e fáceis, economizariam tempo, atendimento, recursos, e aumentariam a eficiência dos tratamentos posteriores, salvo inclusive a hipótese de que antes mesmo de tal necessidade , tenhamos a possível noticia de remissão ou que o paciente já esteja livre do tumor na fase preliminar .

Etapa 4 – Abordagem Probiótica

A relação da biota com atividade dos linfócitos [64](Erickson, 2000) [65]nos abre caminho para entender a causa e a solução de muitos tipos câncer e doenças. Existe relação de sistema imunológico com nossa biota e também relação da biota com surgimento de diversos tipos de câncer. Por meio destas duas observações percebemos que repor cepas comensais nos pacientes estaremos eliminando causas para o retorno do câncer e dos fatores de comorbidade na manutenção e origem do mesmo.

A higienização e saneamento básico podem tanto erradicar doenças como promover outras ligadas a cepas resistentes e falta de competição de microorganismos numa espécie análoga de praga microbiológica que se desenvolve mais na falta de competidores. A relação etiológica com diversos tipos de tumor é amplamente documentada em relação sobretudo a biota intestinal , mas podemos perceber sua relação também com a biota oral, esôfago, intestinal e do estômago [66][67]

“nesta intrincada cadeia de fatores locais, devem ser consideradas, além da ação do fumo e da bebida, as alterações da mucosa como também o papel dos fungos, dada a sua importância, decorrente do seu alto poder de nitrosação na possível transformação maligna, ainda não totalmente elucidada. Assim, a ação fúngica, deve ser melhor avaliada quanto ao seu papel, mesmo que coadjuvante na etiologia das neoplasias bucais”.

Revisões bibliográficas discutem “o impacto da microbiota na iniciação, desenvolvimento e progressão do câncer em diferentes tipos de células humanas” [68][69]. Nossa cultura tanto no mundo acadêmico que se estende ao mundo popular , demonstra estar deficiente ao preocupar-se unicamente em limpar, ter higiene , usar bactericidas e antibióticos, sem se preocupar em repor cepas de bactérias comensais de alto poder de competir com isoladas cepas nocivas a saúde humana que acabam resistindo mais a estes expedientes passando a possuir todo território sem competidores causando ainda mais doenças[70][71].

“Em contraste com a evidência de que a higiene protege a saúde e previne a morte por doenças infecciosas, a hipótese da higiene sugere que o saneamento e a limpeza na sociedade moderna também são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças imunomediadas. A hipótese da higiene foi inicialmente formulada para explicar o aumento acentuado na prevalência de alergias nas sociedades ocidentais. Estudos confirmam uma maior prevalência de asma e alergia em áreas urbanas e em países desenvolvidos quando comparados com áreas rurais e em países em desenvolvimento. Existe uma associação inversa entre o tamanho da família e doença(14). Assim, entra em debate se a infecção precipita ou previne a desregulação imunológica, motivando, entre outros, nosso conhecimento sobre a composição microbiana do ecossistema intestinal e que está expandindo-se rapidamente com a introdução de técnicas moleculares. Diferenças na composição da microbiota intestinal e sua relação entre saúde e atopia ou doença inflamatória do intestino tem sido repetidamente relatadas.Dados recentes sobre a doença inflamatória intestinal sugerem diversidade reduzida e instabilidade temporal do microecossistema intestinal(15)” [72].

Etapa 5 – Nutracêutica e Fitoterápica

Apesar da desintoxicação conter aspectos nutricionais e fitoterápicos, estes, abrangem um universo ainda maior. Segundo pesquisa (Anand, P, 2008)[73] “Apenas 5-10% de todos os casos de câncer podem ser atribuídos a defeitos genéticos, enquanto os restantes 90-95% têm suas raízes no meio ambiente e estilo de vida”. Revisões reiteram que a origem dos câncer estaria mais ligada ao metabolismo e que apenas restrições calóricas (dietas cetogênicas e jejuns calóricos assistidos como os russos fazem) associadas a drogas anti-glicose e glutamina poderiam ser excelentes estratégias[74] . Os aspectos de estilo de vida e uso de alimentos representam fator importante na prevenção e tratamento de muitos tipos de câncer (Reboredo-Rodríguez, 2018)[75] . Torna-se portanto a negligência com os fatores complementares durante o tratamento , algo que pode representar a baixa eficiência dos mesmos.

Diversas pesquisas apontam estreita ligação entre atividade imunológica e alimentos, probióticos, psicoterapias e fisioterapias. [76][77] [78][79] [80][81][82], portanto, com objetivo de termos melhor qualidade e quantidade de linfócitos, alguns trabalhos demonstram a estreita relação entre atividade e quantidade de células brancas atuantes com medidas estimuladoras diversas. Portanto percebemos que fazer antes e durante uma boa suplementação ortomolecular nutracêutica, usar alimentos moduladores de resposta inflamatória para controle do crescimento tumoral[83] e dietas anticâncer[84] ( Beliveau, Gingras, et e tal, 2003-2018)[85][86][87][88][89] ou dietas cetogênicas com restrição calórica, usar método do Dr Ornish[90][91][92][93] com exercícios (caso haja tal possibilidade), métodos de sonoterapia[94]com uso de tampões auriculares [95], psicoterapia, reposição da biota comensal intestinal, oral, estímulos imunitários diversos como choque térmico (que pode ser localizado), e estímulos multidisciplinares e fisioterapias, fazer aférese terapêutica separando linfócitos antes e depois , retirar a biópsia antes e depois para verificar abordagens de melhora das amostra de TILs infiltrados. Assim como percebemos na literatura melhores chances de cura em algum percentual usando estas estratégias, neste contexto calculamos que nossos TILs para ACT estarão mais ativos para cumprir sua tarefa, ao mesmo tempo que tais iniciativas poderão contribuir para maior sobrevida e qualidade de vida de nossos pacientes dos ensaios sob estas diretivas, assim como ocorre na medicina chinesa[96].

O Dr, Thomas N Seyfrield recentemente chega a provocar já no título do artigo “Questão Provocativa: A Terapia Metabólica Cetogênica Deve Ser o Padrão de Atendimento ao Glioblastoma?” onde defende terapia nutricional como bem mais eficiente que a usual usada no trato do tumor cerebral[97]. Na mesma linha um pesquisador independente no Brasil chamado Fábio Henrique Amaral de Almeida desenvolveu uma série de estudos denominado “engenharia biomolecular da célula” , neste estudo ele identifica a falha da enzima aconitase como ponto crucial na gênese do câncer devido esta criar a necessidade da via alternativa para o citrato formado na primeira fase do ciclo de Krebs, agora inativado pela falta da enzima aconitase, o que geraria alimento para a via das pentoses que alimentaria a base principal que dispara a duplicação celular. As abordagens metabólicas nutricionais que trabalhem estes inícios etiológicos de vias alternativas alterando a configuração do funcionamento da célula, traria possibilidade de já na fase preliminar resolver o problema?

Uma gigantesca disputa ocorre no meio cientifico e médico onde pesquisas sem viabilidade econômica (aquelas que não rendem patentes com isolamento de exclusividade) participarem de caras fases clínicas patrocinadas , são comumente chamadas de medicina alternativa que é extremamente marginalizada no processo de ordenamento, homologação e pagamento pelo uso das mesmas, mesmo que princípios e o critério clínico e científico apontaras mesmas como medidas menos arriscadas e mais promissoras.

“Após o surgimento da moderna terapia antineoplásica, a comunidade médica é dividida em dois campos opostos, um deles afirmando absoluta necessidade de usar compostos químicos isolados ou sintetizados para tratamento eficiente do paciente e outro que defende terapias alternativas do câncer, em particular aquelas baseadas em fontes naturais, incluindo extratos de plantas. Parece, na realidade, que os dois campos são conciliáveis: enquanto fontes naturais, extratos de plantas ou sucos exercem um papel curativo e protetor, as drogas representam a última possibilidade de inibir ou reverter o desenvolvimento do tumor” [98]

Os suplementos possuem uma gama infinita de estímulos, verificar qual estímulo adequado a qual necessidade genética e proteômica , é o desafio para se sistematizar qual suplemento será mais útil em determinada abordagem.

A IL-22 por exemplo regenera o Timo[99], e quando ela está mal codificada tem associação com câncer gástrico[100] (provavelmente devido o timo não amadurecer e/ou eliminar os linfócitos, e consequentemente deixá-los inaptos tanto para este tumor como para muitos outros?), Neste caso se a pessoa suplementasse com IL-22[101] , ela poderia resolver seu problema (caso no teste de NGS desse defeito nos genes codificadores de IL-22 estivessem defeituosos?) Isso teria aplicação principalmente para leucemias em geral?

Um ponto importante neste contexto é diminuir efeitos de doenças auto-imunes por meio de inibição de PD1/TCLA-4 e portanto diversas medidas devem procurar conter tais efeitos[102]. Alimentos e plantas medicinais são apontados em milhares de pesquisas como contendo princípios ativos potentes no combate ao câncer[103] ácido linoleico (Kesley, 2007)[104](Dmitri, 2015) [105].

Existem inúmeros alimentos e suplementos [106] que modulam a resposta inflamatória e aumentam a atividade imunológica como a suplementação de PO que pode tornar a célula cancerosa mais visível[107]. Estes aspectos são importantes tanto para não permitir a proliferação do câncer como também para assegurar melhor eficiência do SI. Quais sinalizações de apoptose ou de crescimento podem ser moduladas ou reprimidas por nutracêuticos como por exemplo a casca de limão (citrus limon) que impede proliferação de câncer gástrico ainda a induz a apoptose.[108] Que suplementos podem ter expectativa de corrigir metabolismos das células cancerígenas ? Qual papel os antioxidantes reconhecidos pelo CFM em suas resoluções últimas tem melhor atuação em células cancerosas ? Por percebermos certa expectativa positiva para determinados metabólicos, mas não a ponto de tornarem pilares de opção homologada de tratamento, categorizamos as mesmas aqui como medidas que auxiliam a qualidade e quantidade de TILs das biópsias, e melhoramento da qualidade de vida dos pacientes garantindo sua sobrevida e resposta aos tratamentos eleitos como mais efetivos.

Além disto, o artigo 7º da resolução do Conselho Federal de Medicina , determina quanto aos tratamentos propostos pela prática Ortomolecular que haja :

“I) correção nutricional e de hábitos de vida; II) reposição medicamentosa das deficiências de nutrientes, de acordo com o art. 2º; III) emprego terapêutico de vitaminas, sais minerais, ácidos graxos ou aminoácidos com finalidades de modular o “estresse oxidativo”; IV) remoção de minerais quando em excesso (ex.: ferro, cádmio) ou minerais tóxicos (ex.: chumbo, mercúrio, alumínio)[109]“.

e complementos extra-celulares que se comunicam entre células (Gap Junctional[110][111] [112]e sua relação na Imunoterapia Oncológica, como valiosas ferramentas tanto preliminares quanto necessárias durante os tratamentos.

Etapa 6 – Abordagem Psicoterápica Neurotransmissora

Traumas emocionais e eventos positivos definem muitas vezes a tendência de sobrevivência ou morte por câncer de mama[113] . O caso da terapia ACT bem sucedida de Judy Perkins [114] [115] nos chama a atenção pelo aumento de qualidade de vida no período que ela decidiu despedir-se da vida, passeando e fazendo “tudo que tinha vontade” . Calculamos que este período onde as fotos indicam passeios, sorrisos , muito prazer e desprendimento com preocupações que não importavam mais, tenham gerado efeito positivo em seu metabolismo, sistema imunológico e na qualidade e quantidade de TILs e que isso contribuiu para o sucesso de seu tratamento.

Na prática sabemos superficialmente sobre efeitos psicossomáticos assim como tentamos compreender alguns princípios de como os componentes da célula se comunicam tão rapidamente por meio de nossas limitações discutidas em modelos 3D, químicos e elétricos. Mas este mistério ainda paira sob os mais básicos questionamentos e muito mais ainda quando tentamos mapear as conversas entre neurônios e células T. De qualquer forma ele ocorre e precisamos atender aquilo que percebemos mesmo de maneira pobre. Observar aspectos psicológicos[116][117][118][119] , sociais, neurológicos[120][121], e até metafísicos chamados de “espirituais” na pessoa, torna-se fundamental pois nossos linfócitos T obedecem aos neurônios (Candace Pert)[122], então todo o tratamento vai depender de aspectos familiares, pensamentos, positivismo, alegria, presente, flores, reconciliações, nutrições, suplementações e até o que chamamos de “espiritualidade” terá seu papel no incentivo dos linfócitos. Se observou que ocorre pouca atividade deles em pessoas deprimidas . Mesmo assim, este protocolo parece suplantar um pouco este aspecto, pelo fato de podermos acompanhar os ativados se multiplicando, e dependendo do sucesso de abordagens psicoterapêuticas, como repetia Freud, se ocorrerá a cura.

É recomendado[123] dar atenção a métodos poderão ser utilizados para traumas emocionais, aspectos familiares[124], aspectos neurológicos, aspectos psiquiátricos, psicológicos, espirituais, relacionados com o sagrado, culpa, aspectos mais metafísicos, efeito psicossomático, efeito placebo, diálogo entre neurônio e células T, tanatologia,

Como as células T possuem memoria e conversam, dizemos que as mesmas possuem algum tipo de cérebro que busca controlar as vontades do ser vivo, em relação ao prazer, homeostase e equilíbrio. Os aspectos neurotransmissores estudados desde a Dra Candice Pert ao acompanhar conversas por meio de moléculas informacionais dos neurônios aos linfócitos T, comandatários da resposta imune, que maior peso tem sido avaliado para com a influencia dos aspectos psicológicos e neurológicos como fundamentais no tratamento , recuperação e manutenção de tratamentos[125][126][127][128]

Etapa 7 – Abordagem Fisioterapêutica – Inibindo crescimento do Câncer e aumentando atividade Imunológica

Quais ações fisioterápicas são mais indicadas para contribuir com a melhora da biópsia e complemento de tratamento do câncer ? Qual questionário determinará as melhores ações para cada tipos de quadro clínico?

Definir quais ajudas fisioterapêuticas pode ser de grande valia para diversos aspectos no tratamento. Muitas vezes alguns aspectos do paciente precisam de uma intervenção que fará a grande diferença para boa resposta de outros tratamentos, sobretudo quando se trata de aumento de atividade imunológica.

“Quando as células são expostas a insultos fisiológicos e ambientais, como hipertermia, isquemia, anoxia, toxinas ou luz ultravioleta (UV), partículas virais, cirúrgicas / emocionais / mecânicas ou outros tipos de estresse, uma resposta natural de defesa é aumentar drasticamente a síntese. de um pequeno grupo de proteínas que são comumente conhecidas como proteínas de “choque térmico” (HSPs). A expressão elevada destas proteínas de stress permite que as células resistam a condições de outra forma letais. HSPs são evolutivamente conservados e ubiquamente expressos em todos os organismos e em diferentes compartimentos subcelulares . As HSPs desempenham múltiplos papéis em células eucarióticas, mas sua função primária é servir como acompanhantes moleculares . Sua função de acompanhamento é mediada facilitando o dobramento de proteínas e mantendo as estruturas e funções inatas de suas proteínas clientes quando as células são submetidas a desafios homeostáticos . Além disso, as HSPs estão envolvidas em vários processos celulares importantes, tais como montagem de proteínas, secreção, transporte, translocação e degradação protéica e regulação de fatores de transcrição, especialmente o redobramento das proteínas desdobradas [129]

A autohemo-ozonioterapia diminui níveis séricos de citocinas inflamatórias[130][131] o que inibe o crescimento do câncer, e está associada a algumas quimioterapias[132]. ” o crescimento do tumor é suprimido após o tratamento com água ozonizada à medida que a quantidade de CDDP( Cisplatina) que chega ao tumor aumenta quando a perfusão sanguínea intra tumoral é aumentada devido à água ozonizada . Assim, a administração de ozonatos a água pode ser uma nova abordagem terapêutica para resolver as preocupações atuais em relação ao tratamento antitumoral[133].”

ETAPA 8 – Cultivo e Re-infusão de células dendríticas DCs, Linfócitos Infiltrados no tumor TILs, NK e estratégia de Incentivo de maior visibilidade da célula tumorigênica

Cultivar células dendriticas (DCs) que podem ser monócitos estimulados retirados do sangue periférico[134][135] e TILs (Tumor-infiltrating lymphocytes) retirados das biópsias [136][137] , junto com o incentivo de NK[138] representam três ações conjuntas imunoterápicas eficientes .

Retiraram células NK de ratinhos e verificaram o aumento de tumores[139], o mesmo ocorre logo após cirurgias as quais enfraquecem e deprimem a atuação das NKs[140].ambiente propicio ao crescimento e desenvolvimento tumoral[141]. Este é apenas um exemplo do que pode ocorrer caso não se verifique todas o máximo de variáveis inclusas em um tratamento. No presente artigo pretendemos “cercar” diversas destas possibilidades através de abordagens preliminares e posteriores ao tratamento que julgamos necessárias para aumentar a sobrevida, a eficiência do tratamento(s) eleito(s) principal(s) e a diminuição de recidivas.

Após retirada de biópsias humanas usar ACT para todos os TILs de todos os pacientes contendo os mesmos; os que apresentarem TILs na primeira biópsia do diagnóstico ou na segunda biópsia comparativa após sistema de melhoramento deverão pertencer a dois processos de cultivos . Conforme critério clínico ir mapeando possibilidades de usar retirada de biópsia antes e depois para comparar eficiência de estímulos epigenéticos. Diversos estímulos deverão ocorrer 3 dias antes da retirada como alternância de temperatura usando gelo no local com a finalidade de aumentar TILS , autohemoozonioterapia e fitoterapia.

Como ensaio adaptativo ir verificando o cultivo, ao mesmo tempo aplicar PBLs retirando sangue periférico e treinar ex vivo linfócitos para depois multiplicá-los e/ou ir alternando treinamento /infusão.

Os pacientes que apresentarem problemas ou falta de TILs , fazer testes de biomarcadores (MSD ofereceu de graça[142]) e havendo expressão PD1, TCLA-4, comparar e acompanhar a possibilidade de TILs em multiplicação e decidir ou não aplicar inibidores de checkpoints de diversos fabricantes como Pembrolizumab da MSD, no treinamento ou diretamente caso haja histórico positivo para determinado caso . Caso não se aplique com carreadores seletivos, verificar a possibilidade mecânicas de aplicar “Mab” para em seguida retirar TILs agora infiltrados para cultivo ; em seguida fazer parcial ou total leucaférese , para que selecionar apenas os maturados para o câncer específico e retornar ao sangue, evitando assim doenças auto-imunes e efeitos colaterais.

Aplicar seletivamente outros tipos de inibidores conforme estudos de resultados em pequenos grupos randomizados.

Modificar algumas Células dendríticas com plasmídeo para reconhecerem e apresentarem epítopos mutados das células cancerosas às células T.

Havendo resultados negativos o ensaio permite conjugações de quimioterapia de baixa invasibilidade do tipo Caelyx , capecitabina (Xeloda), Glivec, fazer associações e/ou usar ou não cirurgias, quimioterapias e radioterapias novas conforme análise clínica de casos .

Separando linfócitos infiltrados das biópsias (TILs), em seguida multiplicar TILs e treinar os linfócitos ainda não especificados a atacar o câncer. Multiplicá-los usando cultura de linfócitos (Kit) ou soro de boi saudável e testado + interleucinas + sangue periférico radiado (que é o método padrão na cultura de linfócitos). Na cultura sob controle de patógenos, testar no lugar de “sala limpa” sistema probiótico com competidores e usar antibióticos para fungos e bactérias que podem ser naturais como extrato de urtiga, barbatimão, etc) , dependendo da sensibilidade das cepas candidatas e verificadas nos substratos e variantes de manuseio.

Uma opção a sala “limpa” poderia ser calculada usando sistema de hospedagem da cultura de células linfócitos revestida com própolis para se tornar asséptico sem perder a temperatura ideal que deve ser 37°C. Tentaremos multiplicar imitando sistema das abelhas. Ir fazendo acompanhamento para verificar se os linfócitos estão se multiplicando e atacando pequenas biópsias in vitro. Durante o processo usar estímulos “checkpoints” percebendo aos poucos seus efeitos in vivo.

“O tratamento de pacientes com melanoma metastático com linfócitos autólogos de infiltração tumoral (TIL) mostra respostas clínicas robustas e reprodutíveis em ensaios clínicos executado em vários centros especializados em todo o mundo[143][144][145][146]

Assim que vemos o sucesso das imunoterapias ACT já em fase clínica I e II até 2018: “A terapia celular adotiva ( ACT ) utilizando células T derivadas de linfócitos infiltrantes de tumor ( TIL ) ou células T geneticamente modificadas para expressar receptores de reconhecimento de tumores emergiu como uma terapia potente e potencialmente curativa para vários tipos de câncer. Muitas terapias baseadas em ACT entraram recentemente no teste clínico de fase tardia, com várias terapias com células T já alcançando aprovação regulatória para o tratamento de pacientes com malignidades de células B. Nesta revisão, resumimos brevemente os princípios de células T transferidas adotivamente para o tratamento do câncer”[147]. Veja reportagem do Domingo Espetacular sobre o caso de Juddy Perkins[148] . Revisão bibliográfica de 2014: Explorando o potencial curativo da terapia adotiva de células T para o câncer[149] . ACT com mais de 50% de eficiência para melanoma em 2012[150]. Aprimoramento da ACT – 2018[151]. 90% de eficiência de car-t em LLA[152].

A reportagem da publicação científica, onde houve o relato de cura do câncer de mama multiplicando os linfócitos T da biópsia num meio de cultura devido estarem em numero insuficiente é bastante animadora, dos 3 pacientes tratados uma ficou totalmente curada, sendo que uma morreu por complicações ligadas a infecciosas (Cultura de linfócitos precisa deste cuidado em extremo ou Judy Perkins executou protocolo de melhora imunológica antes ?) .

Quando os linfócitos atacam uma célula cancerosa elas memorizam aquela célula e se multiplicam passando sua memória para células filhas, duplicando a si mesmas com a mesma memória, e o resultado disso é aumento do número de soldados que atacarão aquele tipo específico de célula.

ETAPA 9 – Inibidores de Checkpoint em Ensaios Clínicos I, II e III

Só dos dois últimos anos , mais de 500 ensaios clínicos usando de PD-1 e PD-L1 foram realizados em milhares de pacientes. E o uso de inibidores PD-1 / PD-L1 foram aprovados para o tratamento diversos tipos de câncer. A entrega seletiva de fármacos ás células cancerígenas tem sido uma preocupação que evita efeitos colaterais [153], o objetivo é evitar que se taque outras células saudáveis . Usamos um sistema seletivo de delivery usando fosfoetanolamina[154][155] [156], como na função de delivery estando aprovado aprovado medicamento na ANVISA[157][158] [159] ligada a fator tamponado de atração de um câncer específico, tendo assim dupla afinidade para uma entrega seletiva diminuindo assim as chances de efeitos colaterais.

O Checkpoint entre PD-1 e PD-L1 (proteína da morte celular programada) onde PD-1 é o Receptor, e o PD-L1 é o agente ligante (efetor). Existem no sistema imunológico proteínas que regulam sua ativação ou inativação. Essas proteínas ligam e desligam as células de defesa. Ou como bem expressa o oncologista Felipe Ades;

“Sua função normal no corpo é ligar as células imunológicas para combater infecções e em seguida desligar quando a infecção está curada e as células não são mais necessárias” [160] . “Ocorre que alguns tipos de câncer usam essa rota para bloquear a resposta imune do paciente e continuar crescendo” [161].

O sucesso com inibidores de checkpoints tem sido amplamente divulgado [162][163][164].Monoclonal para câncer de prostata[165] .

Neste estudo foi avaliado pembrolizumab, nivolumab, atezolizumab , durvalumab e avelumab. Mas somente o pembrolizumab foi destacado como de eficiência superior a quimioterapia [166][167].Aqui comparou 3 pembrolizumab, atezo e nivolumab[168] [169][170]

Oncologista fala que 50 % dos pacientes que apresentam alto indice de PDL1 o tratamento é eficiente

Aqui o pembrolizumab demonstrou eficiência somente em indivíduos com deficiência no sistema mismatch-repair sorafenib + vorinostat (quimioterápicos) aumentou efeito anti PD1 para adenocarcinoma pancreático[171][172]

ETAPA 10 – Encaminhamento ou inovação por Softwares

Com testes NGS em mãos e as sugestões de software como “oncomine” , segue-se as opções mais promissoras de tratamento, dadas ao paciente que não respondeu as etapas até aqui estabelecidas.

Superando Algumas Dificuldades

Algumas dificuldades ligadas a efeitos colaterais, durabilidade, riscos no cultivo de linfócitos, qualidade e quantidade de TILs (linfócitos infiltrados no tumor) tem sido expostos na literatura[173], diminuindo assim a eficiência desta presente linha de abordagem. Nos ensaios clínicos adaptativos se usa a técnica ACT de separar TILs para depois multiplicá-los em cultura usando interleucinas IL- 2, IL-17, IL-22, ou usando terapia gênica para aumentar sua quantidade [174]. O cultivo de CD8+ pode ser feito por meio de kits de diversos fornecedores, em sala limpa , com interleucinas e sangue periférico radiado como alimento e incentivo, com o fim de recolocá-los em maior número por infusão no paciente.

Esperamos sobrepor algumas dificuldades quanto a qualidade e quantidade de TILs matrizes, efeitos colaterais e durabilidade, testando algumas estratégias epigenéticas nutracêuticas, probióticas, psico-terapêuticas, fisioterápicas e de engenharia genética para 1) aumentar as chances de resposta imunológica 2) Uso de prolongamento de ataque sem danificar tecidos em função do preparo do organismo da pessoa para suportar a abordagem de aumento de tempo de ataque 3) Controlar a proliferação de células cancerosas por meio de moduladores da inflamação e antioxidantes enquanto o paciente aguarda ACT ou decisão baseada em exames NGS. 4) Diminuir efeitos colaterais por meio de estratégias que aumentem a especificidade de ataque 5) Educar o paciente no seu estilo de vida em relação as abordagens preliminares promovendo durabilidade do tratamento, maior sobrevida, menos stress, e até economia de gastos gerais nas idas e vindas ao hospital. 6) Completar informações imunológicas por meio de colostro compatível com variações virais e de micro organismos e helmintos de regiões alvo 7) Desintoxicar o paciente para que possíveis agentes causadores sejam ao máximo eliminados e não causem recidivas por sua presença.

No ciclo de fases , para não depender apenas da multiplicação de “Tils” retiradas da primeira biópsia do diagnóstico, retirar monócitos e estimulá-los a se tornarem DCs, por aférese terapêutica (leucaférese) ou “bead magnetic” para sensibilizá-los junto a biópsia fragmentada . Verificar pacientes com grande expressão PD1[175], CTLA-4 ou CD152 [176], para eleger aqueles que mais necessitarão de inibidores de “checkpoint” PD1/PD-L1,2,3,4 (pembrolizumab, nivolumab, atezolizumab , durvalumab , avelumab…) cada um tendo melhores indicações conforme tipo de câncer , junto a biópsia, para que quando exército cultivado for reinfundido ataque por mais tempo o tumor juntamente com aqueles incentivados pelas novas apresentações das DCs.

A maior preocupação com inibidores de checkpoints por exemplo é que a maioria dos pacientes não responde à imunoterapia com PD-1, e alguns pacientes apresentam eventos adversos[177]..[178] Podemos ver que a expressão ligante inibitória de ataque, como PD1-PD-L1 e CTLA-4-B7 são sistemas adaptativos que protegem o organismo de muito tempo em estado inflamatório, bem como mecanismos expressos em tolerâncias onde as células de ataques são inibidas. Este sistema acaba por beneficiar tumores . Neste trabalho alem de introduzirmos o conceito de melhora de biópsia e de qualidade de vida dos pacientes envolvidos, testaremos estratégias que otimizam o breve tempo de ataque as células cancerígenas para que as mesmas não tenham tempo de esgotarem o período e sejam inibidas buscando atentar para prazo máximo de de 21 em 21 dias[179], estudando os comportamentos inflamatórios que disparam a inibição.

Vantagens da Imunoterapia em Câncer Oral

Devido estar mais exposto, permite melhores exames, maiores estudos, tem potencial de ser melhor tratado quando consideramos a cabeça como muito mais sensível a tratamentos mais agressivos. Nosso projeto iniciou nas dependências da CGDB – Centro Goiano de Doenças da Boca da Faculdade de Odontologia – UFG, especificamente durante as aulas da matéria de câncer de boca do NL (Núcleo Livre de estudos da UFG) , onde visualizamos o mesmo quadro pessimista dos tratamentos tradicionais e a oportunidade de disponibilidade de exames de biópsia. Em seguida consultamos os especialistas em imunologia da UFG para verificar a possibilidade de aplicarmos a técnica de cultivo de TILs e em face das necessidades e dificuldades apresentadas , consultamos a participação e ajuda do chefe de pesquisa clínica oncológica do hospital Araújo Jorge, Dr Ruffo de Freitas Junior , para podemos prosseguir na elaboração prévia do desenho de nossas ações, assim como tem ocorrido com vários centros de pesquisa de câncer oral[180] . Como nestes ensaios clínicos fase II 200 pacientes[181] e em mais de 20 ensaios clínicos incluindo fase III [182]. Percebemos que diversos outros estudos clínicos paralelos e análogos podem surgir devido ao multi-centro dos envolvidos, demonstrando a repetição de semelhantes protocolos com algumas variações e/ou otimizações que cada tipo de câncer requerer.

Entropia Genética e Polimerase I e III

A hipótese de que a rapidez da multiplicação da célula cancerosa advenha de diversas etapas que foram deletadas, modificadas e simplificadas , por comandos das vias alternativas de captação de energia e de replicação, deverá ser esclarecida no mapeamento genético e proteômico percebendo ausência de proteínas e fatores de silenciamento na comparação de tecido saudável e canceroso. A velocidade de um câncer maligno sugere ação descontrolada e independente das consequências de imperfeição (uma vez que a polimesare I tem por natureza fazer apenas reparos grosseiros e delegar reparos mais cuidadosos para polimerase III , P53 e outros) .Tendo isso em vista, perguntamos se o defeito estaria na “negligência” muito sistemática da polimerase I, no defeito quando ela faz pequenos reparos, ou na total ausência dos outros mecanismos de reparo que por algum motivo foram inibidos , não estão mais funcionando corretamente., ou finalmente, entendem que tudo está “normal” em função de se espelharem na anterior?

John C Sanford, inventor da técnica da GeneGun[183] lançou em 2005 o livro ” Entropy Genetic” que analisa 5000 doenças humanas, tem publicado juntamente com uma nuvem de cientistas sobre entropia genética e aponta :

  • 1. O caos iminente das células diminuindo pool gênicos de populações derivadas , genes deletados, mutados deleteriamente e passados adiante, etc. [184]
  • 2. O presente acúmulo de carga negativa de genes deletérios que os mecanismos conservativos não foram capazes de eliminar ( seleção natural por exemplo)[185][186]
  • 3. O seu passado “glorioso” como maquinaria sem defeitos mutacionais deletérios e sem necessidade de gastos energéticos e informacionais adaptativos.

Podemos então calcular pela perspectiva desta linha de pesquisa da entropia genética (como tendência a desordem)[187] como a célula esteve planejada e/ou detinha informações importantes que hoje sua falta ou alteração nos causa doenças e câncer[188]. e estudar nos mapas de denisova , o peso da endogamia na incidência de câncer [189], e neandertais , e nas diferentes etnias, onde estão as informações úteis corretoras que em dado DNA estão alteradas ou em falta.

O mapa completo de como a célula era antes de sofrer o que vem sofrendo entropia da informação genética e acúmulo de genes deletérios[190] tanto no individuo como nas populações[191]. Se a célula vem sofrendo tais adaptações em vida e em toda historia do DNA, calculamos que sua replicação acelerada faz parte apenas deste sistema adaptativo que ao buscar vias de sobrevivência, se cega para as consequências se tornando assim uma célula cancerosa. Ou se as vias alternativas que a célula usa hoje contavam com aspectos que no apenas possuísse no passado, nos faz refletir maneiras tanto de entender como possibilidades maiores de administrar o problema olhando para o passado dentro de uma perspectiva de planejamento que estuda a célula como uma máquina projetada. Esta perspectiva tem repercussão nos pais da ciência moderna e em um número crescente de publicações [192][193][194][195][196][197][198][199][200][201][202][203][204][205][206][207][208] e nos diz que o sistema de ataque e todo sistema da célula foram planejados por um “Design” e que o acúmulo de defeitos demonstrados por JC Sanford e Crabtree[209] nos mostra que nossas soluções mais eficientes devem tentar compreender sua programação inicial mais complexa, sofisticada, eficiente e com menor carga negativa de acúmulo de mutações deletérias.

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Certificado vi rbcc cancer



Sodré Neto, diretor da SIS – STARTUP INNOVATION SCIENTIFIC , autor da TNI – Teoria Neocatastrofista de Impactos , e coordenador do projeto de ensaio clínico IMMUNO2019 BRASIL,  divulgador de ciência, , escritor de artigos científicos ligados a  PMS – Padrão de repetição morfológica fóssil como evidência de sepultamento de todas as populações ancestrais contestando evolução histórica (Neto GB, 2017 Neto, 2017, Sodré, GBN, Alves, EF ). Entropia genética (Sanford, 2005, Crabtree, 2010). Especiação. Evolução biológica. DNAmt. Denisova. Radioatividade. Câncer. Mutações. Geocronologia. Plasma. Asteroides . Linfócitos. Imunoterapia. Catastrofismo. Design Inteligente. Criacionismo . Carbono 14. Erosão. Surgimento de pequena proporção de elementos radioativos e aceleração de decaimento radioativo. Fusão Nuclear (Tokamak). Efeito piezoelétrico, aceleração de elétrons. Fenda drástica na crosta continental e ausência na crosta marinha. LIPs. Temporalidade geoquímica. Segregação e estratificação espontânea. Turbiditos. Altíssimas taxas sedimentares (Sadler, 1984). 
Cancer tabela