Sodré GB Neto

Apresentamos dois filmes, baseados em fatos reais , que retratam dois problemas psicopatológicos relevantes ligados a esquizofrenia e alucinações: “Uma Mente brilhante” e “Pescador de Ilusões”. Os dois filmes falam de dois acadêmicos (professores) que tiveram sintomas de alucinações (Alucinação é a percepção real de um objeto que não existe, ou seja, são percepções sem um estímulo externo. O sistema sensorial não processa estímulos externos, ficando inativos durante a alucinação do paciente, sendo algo criado pela mente do indivíduo que alucina [1]) onde em “Uma Mente Brilhantes a causa é desconhecida e em “pescador de Ilusões” a causa foi o trauma sofrido pelo professor de historia com a morte de sua esposa.

Uma Mente Brilhante

O filme pode ser resumido assim:

“O Filme “Uma mente brilhante” conta a história do gênio, antisocial e arrogante John Forbes Nash Jr que foi diagnosticado com esquizofrenia, uma doença que causa ilusão e perda de noção de realidade. e sua esposa que o ajudou no tratamento conseguindo retornar a lecionar na universidade e ganhar o Prêmio Nobel de Economia em 1994.John Forbes Nash Jr. é reconhecido como gênio da matemática aos 21 anos. Cedo, casa-se com uma bela mulher, mas logo começa a dar sinais de esquizofrenia. Após anos de luta contra a doença, ele acaba ganhando o prêmio Nobel.”[2][3]

No filme ele conversa com uma pessoa que não existe até que percebe sua loucura e tenta ignorá-la. Allguns cientistas confirmam relação entre genialidade e loucura nos seguintes termos:[4]

“Primeiro, a taxa e a intensidade dos sintomas psicopatológicos parecem ser maiores entre os criadores eminentes do que na população em geral (Ellis, 1926; Raskin, 1936). Embora o diferencial dependa da definição específica usada, uma estimativa razoável é que indivíduos altamente criativos têm cerca de duas vezes mais probabilidade de sofrer algum transtorno mental do que indivíduos não criativos comparáveis ​​de outra forma (Ludwig, 1995). A depressão parece ser o sintoma mais comum, junto com os correlatos do alcoolismo e do suicídio (Goertzel et al., 1978; Ludwig, 1990; Post, 1996).Em segundo lugar, em média, quanto mais eminente o criador, maior é a taxa e intensidade esperadas dos sintomas psicopatológicos (Ludwig, 1995).Terceiro, a taxa e a intensidade dos sintomas variam de acordo com o domínio específico da criatividade (Ludwig, 1992; Post, 1994). Por exemplo, a psicopatologia é maior entre os criadores artísticos do que entre os criadores científicos (Post, 1994; Raskin, 1936). Assim, de acordo com um estudo, 87% dos poetas famosos experimentaram psicopatologia, enquanto apenas 28% dos cientistas eminentes o fizeram, um número próximo da linha de base da população (Ludwig, 1995).Quarto, as linhagens familiares que produzem os criadores mais eminentes também tendem a ser caracterizadas por uma taxa e intensidade mais altas de sintomas psicopatológicos (Jamison, 1993; Juda, 1949; Karlsson, 1970).”

Apesar do filme não retratar as possiveis causas para Nash ter desenvolvido esquizofrenia, alguns explicam que isso se dá porque uma parte do cérebro pode focar demais em resolver problemas já que outra parte ficou dislexa e sem conexões. Ou o dilexo deverá exercitar partes do cérebro para suplantar uma necessidade que seria resolvida pela aparte desconexa, e por isso acaba se sobressaindo em uma área do raciocinio assim como o cego desenvolve a percepção auditiva mais que uma pessoa comum. Em mentes brilhantes vemos alguem a principio não distinguir suas alucinações enquanto se destacava com notoriedade em problemas matemáticos. Na vida real pessoas com problemas neurológicos tendem a entrar em problemas de drogas, em ostracismo e ideias mirabolantes, porem neste caso o jovem John Nash ganhou o premio nobel de economia.

Algumas possíveis causas da esquizofrenia de Nash não foram mencionadas no filme, que ao contrário do documentario, não pretendeu literalidade, são destacadas pelos críticos que alertam para que a falta de fidelidade do filme em alguns pontos importantes na análise da questão psicopatológica:

“A narrativa do filme difere consideravelmente dos eventos reais da vida de Nash. O filme tem sido criticado por isso, mas os criadores do filme alegaram que nunca pretenderam contar literalmente a vida de Nash.Uma dificuldade foi a representação de sua doença mental e a tentativa de encontrar uma linguagem visual do filme para exprimir isso. Sylvia Nasar disse que os criadores do filme “inventaram uma narrativa que, embora longe de ser literal, é fiel ao espírito da história de Nash”. Nash passou seus anos entre Princeton e o MIT como consultor da RAND Corporation na Califórnia, mas no filme ele é retratado como tendo trabalhado para o Departamento de Defesa no Pentágono. Seus mentores, tanto da faculdade quanto da administração, tiveram que apresentá-lo a assistentes e estranhos.[carece de fontes] O documentário A Brilliant Madness, da PBS, procurou retratar sua vida com precisão. Poucos personagens do filme, além de John e Alicia Nash, correspondem diretamente a pessoas reais. A discussão do equilíbrio de Nash foi criticada como excessivamente simplificada. No filme, Nash sofre alucinações esquizofrênicas enquanto está na pós-graduação, mas na vida real ele não teve essa experiência até alguns anos depois. Nenhuma menção é feita aos casos homossexuais de Nash na RAND, que são destaque na biografia; embora tanto Nash quanto sua esposa neguem que isso tenha ocorrido. O filme não mostra que Nash teve um filho fora do casamento, John David Stier (nascido em 19 de Junho de 1953), por Eleanor Agnes Stier (1921–2005), uma enfermeira que ele abandonou quando ela lhe contou sobre sua gravidez. O filme não inclui o divórcio de John com Alicia em 1963 e passa a impressão errônea de que eles sempre foram casados. Só depois de Nash ganhar o Prêmio Nobel em 1994 é que eles renovaram seu relacionamento. Mas é fato que a partir de 1970, Alicia permitiu que ele morasse com ela como pensionista. Eles se casaram novamente em 2001 e morreram em 2015, vítimas de um acidente de trânsito .”John Forbes Nash Jr., de 86 anos, e sua esposa Alicia Nash, de 82, morreram em um acidente de carro em maio de 2015, nos Estados Unidos.”[5]… “Nash é mostrado se juntando ao Wheeler Laboratory no MIT, mas não existe tal laboratório. Em vez disso, ele foi indicado como instrutor do C. L. E. Moore no MIT. A tradição da cerimônia das canetas em Princeton mostrada no filme é completamente fictícia; nunca existiu tal cerimônia. No filme, John Nash diz em 1994: “Tenho tomado novos medicamentos”, mas na verdade, ele não tomava nenhum medicamento desde 1970, algo destacado na biografia de Sylvia Nasar. Mais tarde, Howard explicou que eles inventaram essa fala porque senão o filme poderia ser criticado por sugerir que todos os esquizofrênicos podem dispensar os remédios.[carece de fontes] Além disso, Nash nunca fez discurso de agradecimento na cerimônia do Prêmio Nobel.”[6]

Pescador de Ilusões

O filme “Pescador de ilusões” conta a historia de um ex professor de historia que se torna mendigo depois que sua esposa foi assassinada. Ele passa a tentar achar o santo graal como uma forma de redenção do trauma e cria alucinações “reais” na trama em busca de achar o cálice na casa de um ricaço. O mais interessante é que o radialista que incentivou a atitude insana de um paranoico de matar 6 pessoas incluindo a sua esposa, Jack, é salvo por ele de vândalos que o agrediam quando ele tentava se matar.

O filme pode ser resumindo desta forma :

“Jack Lucas é um ex-astro da rádio de Manhattan que vive bêbado, deprimido e com um forte sentimento de culpa depois que um ouvinte, seguindo literalmente os seus conselhos, matou várias pessoas em um bar. Após uma noite na rua ele acaba fazendo amizade com Parry, um ex-professor de história medieval que se transformou num mendigo vivendo num mundo imaginário de cavaleiros vermelhos e criaturas pequeninas.”[7]

“Após ter salvado Jack, Parry leva-o, desmaiado, para sua “casa”. Quando acorda Jack e Parry conversam e Parry demonstra acreditar ser um cavaleiro medieval e diz ter sido procurado por “pequeninos que flutuam” (alucinação) que o incumbiram da “missão” de recuperar o Santo Graal. Ele se denomina o Zelado de Deus (delírio). Parry diz que Jack é o escolhido para ajuda-lo a recuperar o Graal e diz não poder ir sozinho, quando questionado por Jack, pois “ele está lá fora” (referindo-se ao Cavaleiro Vermelho – alucinação). Em seguida, Jack descobre, por meio do zelador do prédio em que Parry mora (na sala da caldeira), que Parry, na verdade, chama-se Henry Sagan e que era professor de história medieval (possível relação com seu delírio de cavaleiro) em uma faculdade antes da tragédia que ele, Jack, havia “começado”. Parry perdeu sua esposa nessa noite. Repleto de culpa Jack decide ajudar Parry numa tentativa de livrar-se do peso ou como ele mesmo diz: “pagar a multa e ir embora”. Ele tenta dar dinheiro, mas Parry repassa-o para outra pessoa, o que deixa Jack insatisfeito quanto à culpa. Vendo que Jack mostra-se irritado com a sua atitude, Parry diz que, se o ex-locutor quer ajuda-lo, seria de uma única maneira: ajudando-o a recuperar o Santo Graal que estaria na casa de um “ricaço” – segundo os pequeninos que flutuam. Parry leva Jack até essa casa e tenta contar seu “plano” para ele, mas não é reforçado, pelo contrário, é confrontado por Jack. Em uma tentativa de “trazê-lo de volta à realidade” Jack conta fatos do passado de Parry. Sua profissão, sua antiga vida. Quando forçado a encarar essas lembranças traumáticas, Parry tem sua primeira crise (primeira crise retratada no filme). Ele começa a se retorcer no chão, visivelmente em sofrimento, pela presença do “Cavaleiro Vermelho” (figura que representa os temores de Parry em relação ao passado que ele, agora, ignora). Esse Cavaleiro aparece em todos os momentos em quem Parry está em uma situação que tenha qualquer relação com sua vida anterior. Logo em seguida ele “percebe” que esse Cavaleiro se distancia e ele interpreta isso como medo por parte do Cavaleiro e sai correndo atrás do “inimigo”. Jack tenta acompanha-lo, mas é deixado para trás. De repente, ele para, senta e começa a admirar a paisagem.

Jack, então, descobre que Parry está apaixonado por uma moça, Lydia (trabalha em uma editora de livros), e que ele a “persegue” todos os dias. Uma cena Parry mostra que, ao vê-la, a realidade se mostra mais “feliz”. Isso é explicitado com as pessoas, no meio do terminal, dançando música clássica (o que é uma ilusão pois existe o estímulo real – pessoas andando – porém um pouco distorcido) e quando ele a perde de vista, de repente, essa alegria representada pela dança simplesmente desaparece e ele “volta à realidade”. No Central Park, à noite, Jack tenta confrontar Parry outra vez, notando um momento de “sanidade” e até de recordação de sua antiga vida, do seu antigo “eu”. Mais uma vez, quando isso acontece, o Cavaleiro Vermelho reaparece. Percebendo o rumo que a sua investida está tomando, Jack muda de assunto e traz Lydia ao assunto. Isso tira o foco do passado e faz Parry não ver mais o Cavaleiro que tanto teme. Jack decide, agora, ajuda-lo a conquista-la, como tentativa de melhor sua própria vida. Jack proporciona o encontro entre os dois, por meio de uma “promoção da locadora” (promoção essa que foi criada com o propósito de fazê-la ir até a locadora, onde Parry estaria presente). Por iniciativa de Jack, ele, Parry, Anne (dona da locadora) e Lydia saem para jantar. Aos poucos, durante a noite, Parry e Lydia se aproximam. Parry leva-a para casa e, em frente ao prédio, eles têm um momento de muita aproximação. Depois que ela entra e o deixa na rua, sozinho, Parry começa a ter reações provocadas por esse novo laço criado. Começa sua última crise do filme e a mais forte. Ele começa a ter “flashes” da tragédia e em seguida vê o Cavaleiro Vermelho. Ele pede para o Cavaleiro para que o deixe “ter isso, apenas isso”. Pedido esse que, aparentemente não é atendido e ele sai correndo em pânico, aos berros e com movimentos desengonçados. Parry chega até o local onde salvou Jack no início do filme. Lá é encurralado pelos mesmos vândalos que ele havia espantado antes, porém dessa vez, eles teria a “ajuda” do Cavaleiro Vermelho. Parry é espancado e fica em estado catatônico no hospital. Segundo o médico, aconteceu o mesmo na época em que a tragédia do bar aconteceu. Jack, que depois de ajudar Parry com Lydia voltou ao seu antigo emprego e seu antigo “eu”, fica sabendo da situação dele e vai ao seu encontro. Lá ele tem um pequeno delírio de que, buscando o Graal, Parry recobraria a consciência. E foi o que aconteceu. Acredito que o delírio de Parry tinha colocado nessa posição catatônica e acreditando no “poder” do Graal, ele volta à realidade. Parry ao sair do estado catatônico, fala de um sonho para Jack. Ele era casado e Jack estava lá. Ele sentia falta dela, e pergunta: “Posso sentir falta dela agora?” No filme não diz como Parry termina, mas faz entender que ele permanece , pelo menos por um tempo, assintomático, porém continua sendo Parry.”[8]

Desta forma vemos como o filme retrata a capacidade cerebral de criar figuras “reais” alucinatorias diante de um trauma , e conviver com as mesmas como forma de se relacionar ou fugir de um problema. As características do esquizofrênico foram parcilamente bem retratadas nos filmes onde vemos alguns dos sintomas citados na literatura psiquiátrica: .”[9]

“: A esquizofrenia manifesta-se geralmente no final da adolescência ou no início da idade adulta antes dos 40 anos. O decorrer da doença é sempre crônico e tende a deteriorar a personalidade do indivíduo. Quando surgem perto da adolescência, os quadros de início agudo têm uma prognose mais propícia à recuperação, principalmente quando a personalidade se desenvolveu de modo satisfatório.O surgimento da doença é mais precoce nos homens (entre os 15 e os 25 anos) e mais tardia nas mulheres (entre os 25 e os 30 anos). A esquizofrenia possui 3 fases: aguda, estabilização e recaída. Segundo 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID 10), os transtornos esquizofrênicos se caracterizam em geral por distorções fundamentais e características do pensamento e da percepção, e por afetos inapropriados ou embotados. Usualmente mantém-se clara a consciência e a capacidade intelectual, embora certos déficits cognitivos possam evoluir no curso do tempo.”[9]

(1) delírios;

(2) alucinações;

(3) fala desorganizada (ex., descarrilhamento freqüente ou incoerência);

(4) comportamento totalmente desorganizado ou catatônico;

(5) sintomas negativos, ou seja, embotamento afetivo, alogia ou avolição;

“Os sintomas negativos da esquizofrenia refletem uma perda ou diminuição de funções que, em condições normais, encontram-se presentes. Os sintomas negativos incluem alogia (marcante pobreza de fala e fala vazia de conteúdo), embotamento afetivo (diminuição na habilidade de expressar-se emocionalmente), anedonia (inabilidade de experimentar prazer, perda de interesse pela interação social) e avolição (incapacidade de iniciar ou persistir na busca de um objetivo). “[10]

Conclusão

Os filmes representam um bom percentual da realidade alucinada que um esquizofrênico tem em sua mente, que pode acontecer diante de traumas, causas desconhecidas e estruturais (genéticas). Assistir estes filmes tendo isso em mente pode tornar a diversão mais interessante , bem como mais interativa no sentido de compreender as pessoas com problemas semelhantes.

Referências

  1. «Alucinação». Wikipédia, a enciclopédia livre. 28 de agosto de 2020. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  2. Caixeta, Carlos Alberto Dias; Nogueira, Eremita Marques; Sabião, Roseline Martins (29 de julho de 2019). «ANÁLISE DO FILME UMA MENTE BRILHANTE: as perturbações da esquizofrenia». Psicologia e Saúde em debate (Suppl.1): 6–6. ISSN 2446-922X. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  3. «Uma Mente Brilhante». Consultado em 12 de novembro de 2021 
  4. Whitehead, James (20 de julho de 2017). «Creativity, Genius, and Madness». Oxford Scholarship Online. doi:10.1093/oso/9780198733706.003.0006. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  5. SPDM, TI. «”Uma mente brilhante” que venceu a esquizofrenia e ganhou o prêmio Nobel». http://www.spdm.org.br. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  6. «Uma Mente Brilhante». Wikipédia, a enciclopédia livre. 7 de maio de 2021. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  7. «The Fisher King». Wikipédia, a enciclopédia livre. 23 de março de 2018. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  8. «O Pescador de Ilusões – Wikipsicopato». http://www.ufrgs.br. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  9. Caixeta, Carlos Alberto Dias; Nogueira, Eremita Marques; Sabião, Roseline Martins (29 de julho de 2019). «ANÁLISE DO FILME UMA MENTE BRILHANTE: as perturbações da esquizofrenia». Psicologia e Saúde em debate (Suppl.1): 6–6. ISSN 2446-922X. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  10. «Psiquiatria Geral ………….:::::::::::::::::::::». http://www.psiquiatriageral.com.br. Consultado em 12 de novembro de 2021 

codigo edição

Apresentamos dois filmes, baseados em fatos reais , que retratam dois problemas psicopatológicos relevantes ligados a esquisofrenia e alucinações: “Uma Mente brilhante” e “Pescador de Ilusões”. Os dois filmes falam de dois acadêmicos (professores) que tiveram sintomas de alucinações (”’Alucinação”’ é a percepção real de um objeto que não existe, ou seja, são percepções sem um estímulo externo. O sistema sensorial não processa estímulos externos, ficando inativos durante a ”’alucinação”’ do paciente, sendo algo criado pela mente do indivíduo que alucina {{Citar periódico |url=https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alucina%C3%A7%C3%A3o&oldid=59188579 |titulo=Alucinação |data=2020-08-28 |acessodata=2021-11-12 |jornal=Wikipédia, a enciclopédia livre |lingua=pt}}) onde em “Uma Mente Brilhantes a causa é desconhecida e em “pescador de Ilusões” a causa foi o trauma sofrido pelo professor de historia com a morte de sua esposa.

== Uma Mente Brilhante ==

O filme pode ser resumido assim:

“O Filme “”’Uma mente brilhante”'” conta a história do gênio, antisocial e arrogante ”’John Forbes Nash Jr”’ que foi diagnosticado com ”’esquizofrenia”’, uma doença que causa ”’ilusão”’ e perda de ”’noção”’ de ”’realidade”’. e sua ”’esposa que”’ o ajudou no ”’tratamento”’ conseguindo retornar a ”’lecionar na universidade”’ e ganhar o P”’rêmio Nobel de Economia”’ em 1994.John Forbes Nash Jr. é reconhecido como gênio da matemática aos 21 anos. Cedo, casa-se com uma bela mulher, mas logo começa a dar sinais de esquizofrenia. Após anos de luta contra a doença, ele acaba ganhando o prêmio Nobel.”{{Citar periódico |url=http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/483 |titulo=ANÁLISE DO FILME UMA MENTE BRILHANTE: as perturbações da esquizofrenia |data=2019-07-29 |acessodata=2021-11-12 |jornal=Psicologia e Saúde em debate |número=Suppl.1 |ultimo=Caixeta |primeiro=Carlos Alberto Dias |ultimo2=Nogueira |primeiro2=Eremita Marques |paginas=6–6 |lingua=pt |issn=2446-922X |ultimo3=Sabião |primeiro3=Roseline Martins}}{{Citar web|url=https://www.papodecinema.com.br/filmes/uma-mente-brilhante/|titulo=Uma Mente Brilhante|acessodata=2021-11-12|lingua=pt-BR}}No filme ele conversa com uma pessoa que não existe até que percebe sua loucura e tenta ignorá-la. Allguns cientistas confirmam relação entre genialidade e loucura nos seguintes termos:{{Citar periódico |url=http://dx.doi.org/10.1093/oso/9780198733706.003.0006 |titulo=Creativity, Genius, and Madness |data=2017-07-20 |acessodata=2021-11-12 |jornal=Oxford Scholarship Online |ultimo=Whitehead |primeiro=James |doi=10.1093/oso/9780198733706.003.0006}}

“Primeiro, a taxa e a intensidade dos sintomas psicopatológicos parecem ser maiores entre os criadores eminentes do que na população em geral (Ellis, 1926; Raskin, 1936). Embora o diferencial dependa da definição específica usada, uma estimativa razoável é que indivíduos altamente criativos têm cerca de duas vezes mais probabilidade de sofrer algum transtorno mental do que indivíduos não criativos comparáveis ​​de outra forma (Ludwig, 1995). A depressão parece ser o sintoma mais comum, junto com os correlatos do alcoolismo e do suicídio (Goertzel et al., 1978; Ludwig, 1990; Post, 1996).Em segundo lugar, em média, quanto mais eminente o criador, maior é a taxa e intensidade esperadas dos sintomas psicopatológicos (Ludwig, 1995).Terceiro, a taxa e a intensidade dos sintomas variam de acordo com o domínio específico da criatividade (Ludwig, 1992; Post, 1994). Por exemplo, a psicopatologia é maior entre os criadores artísticos do que entre os criadores científicos (Post, 1994; Raskin, 1936). Assim, de acordo com um estudo, 87% dos poetas famosos experimentaram psicopatologia, enquanto apenas 28% dos cientistas eminentes o fizeram, um número próximo da linha de base da população (Ludwig, 1995).Quarto, as linhagens familiares que produzem os criadores mais eminentes também tendem a ser caracterizadas por uma taxa e intensidade mais altas de sintomas psicopatológicos (Jamison, 1993; Juda, 1949; Karlsson, 1970).”

Apesar do filme não retratar as possiveis causas para Nash ter desenvolvido esquisofrenia, alguns explicam que isso se dá porque uma parte do cérebro pode focar demais em resolver problemas já que outra parte ficou dislexa e sem conexões. Ou o dilexo deverá exercitar partes do cérebro para suplantar uma necessidade que seria resolvida pela aparte desconexa, e por isso acaba se sobressaindo em uma área do raciocinio assim como o cego desenvolve a percepção auditiva mais que uma pessoa comum. Em mentes brilhantes vemos alguem a principio não distinguir suas alucinações enquanto se destacava com notoriedade em problemas matemáticos. Na vida real pessoas com problemas neurológicos tendem a entrar em problemas de drogas, em ostracismo e ideias mirabolantes, porem neste caso o jovem John Nash ganhou o premio nobel de economia.

Algumas possíveis causas da esquisofrenia de Nash não foram mencionadas no filme, que ao contrário do documentario, não pretendeu literalidade, são destacadas pelos críticos que alertam para que a falta de fidelidade do filme em alguns pontos importantes na análise da questão psicopatológica:

“A narrativa do filme difere consideravelmente dos eventos reais da vida de Nash. O filme tem sido criticado por isso, mas os criadores do filme alegaram que nunca pretenderam contar literalmente a vida de Nash.Uma dificuldade foi a representação de sua doença mental e a tentativa de encontrar uma linguagem visual do filme para exprimir isso. Sylvia Nasar disse que os criadores do filme “inventaram uma narrativa que, embora longe de ser literal, é fiel ao espírito da história de Nash”. Nash passou seus anos entre Princeton e o MIT como consultor da [[RAND Corporation]] na Califórnia, mas no filme ele é retratado como tendo trabalhado para o Departamento de Defesa no Pentágono. Seus mentores, tanto da faculdade quanto da administração, tiveram que apresentá-lo a assistentes e estranhos.[[[Wikipédia:Livro de estilo/Cite as fontes|”carece de fontes”]]] O documentário ”A Brilliant Madness”, da [[Public Broadcasting Service|PBS]], procurou retratar sua vida com precisão. Poucos personagens do filme, além de John e Alicia Nash, correspondem diretamente a pessoas reais. A discussão do equilíbrio de Nash foi criticada como excessivamente simplificada. No filme, Nash sofre alucinações esquizofrênicas enquanto está na pós-graduação, mas na vida real ele não teve essa experiência até alguns anos depois. Nenhuma menção é feita aos casos homossexuais de Nash na RAND, que são destaque na biografia; embora tanto Nash quanto sua esposa neguem que isso tenha ocorrido. O filme não mostra que Nash teve um filho fora do casamento, John David Stier (nascido em 19 de Junho de 1953), por Eleanor Agnes Stier (1921–2005), uma enfermeira que ele abandonou quando ela lhe contou sobre sua gravidez. O filme não inclui o divórcio de John com Alicia em 1963 e passa a impressão errônea de que eles sempre foram casados. Só depois de Nash ganhar o Prêmio Nobel em 1994 é que eles renovaram seu relacionamento. Mas é fato que a partir de 1970, Alicia permitiu que ele morasse com ela como pensionista. Eles se casaram novamente em 2001 e morreram em 2015, vítimas de um acidente de trânsito .”John Forbes Nash Jr., de 86 anos, e sua esposa Alicia Nash, de 82, morreram em um acidente de carro em maio de 2015, nos Estados Unidos.”{{Citar web|ultimo=SPDM|primeiro=TI|url=https://www.spdm.org.br/imprensa/dica-cultural/item/1981-uma-mente-brilhante-que-venceu-a-esquizofrenia-e-ganhou-o-premio-nobel|titulo=“Uma mente brilhante” que venceu a esquizofrenia e ganhou o prêmio Nobel|acessodata=2021-11-12|website=www.spdm.org.br|lingua=pt-br}}

… “Nash é mostrado se juntando ao Wheeler Laboratory no MIT, mas não existe tal laboratório. Em vez disso, ele foi indicado como instrutor do C. L. E. Moore no MIT. A tradição da cerimônia das canetas em Princeton mostrada no filme é completamente fictícia; nunca existiu tal cerimônia. No filme, John Nash diz em 1994: “Tenho tomado novos medicamentos”, mas na verdade, ele não tomava nenhum medicamento desde 1970, algo destacado na biografia de Sylvia Nasar. Mais tarde, Howard explicou que eles inventaram essa fala porque senão o filme poderia ser criticado por sugerir que todos os esquizofrênicos podem dispensar os remédios.[[[Wikipédia:Livro de estilo/Cite as fontes|”carece de fontes”]]] Além disso, Nash nunca fez discurso de agradecimento na cerimônia do Prêmio Nobel.”{{Citar periódico |url=https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Uma_Mente_Brilhante&oldid=61096031 |titulo=Uma Mente Brilhante |data=2021-05-07 |acessodata=2021-11-12 |jornal=Wikipédia, a enciclopédia livre |lingua=pt}}

== Pescador de Ilusões ==

O filme “Pescador de ilusões” conta a historia de um ex professor de historia que se torna mendigo depois que sua esposa foi assassinada. Ele passa a tentar achar o santo graal como uma forma de redenção do trauma e cria alucinações “reais” na trama em busca de achar o cálice na casa de um ricaço. O mais interessante é que o radialista que incentivou a atitude insana de um paranoico de matar 6 pessoas incluindo a sua esposa, Jack, é salvo por ele de vândalos que o agrediam quando ele tentava se matar.

O filme pode ser resumindo desta forma :

“Jack Lucas é um ex-astro da rádio de [[Manhattan]] que vive bêbado, deprimido e com um forte sentimento de culpa depois que um ouvinte, seguindo literalmente os seus conselhos, matou várias pessoas em um bar. Após uma noite na rua ele acaba fazendo amizade com Parry, um ex-professor de [[Idade Média|história medieval]] que se transformou num mendigo vivendo num mundo imaginário de cavaleiros vermelhos e criaturas pequeninas.”{{Citar periódico |url=https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Fisher_King&oldid=51593827 |titulo=The Fisher King |data=2018-03-23 |acessodata=2021-11-12 |jornal=Wikipédia, a enciclopédia livre |lingua=pt}}

“Após ter salvado Jack, Parry leva-o, desmaiado, para sua “casa”. Quando acorda Jack e Parry conversam e Parry demonstra acreditar ser um cavaleiro medieval e diz ter sido procurado por “pequeninos que flutuam” (alucinação) que o incumbiram da “missão” de recuperar o Santo Graal. Ele se denomina o Zelado de Deus (delírio). Parry diz que Jack é o escolhido para ajuda-lo a recuperar o Graal e diz não poder ir sozinho, quando questionado por Jack, pois “ele está lá fora” (referindo-se ao Cavaleiro Vermelho – alucinação). Em seguida, Jack descobre, por meio do zelador do prédio em que Parry mora (na sala da caldeira), que Parry, na verdade, chama-se Henry Sagan e que era professor de história medieval (possível relação com seu delírio de cavaleiro) em uma faculdade antes da tragédia que ele, Jack, havia “começado”. Parry perdeu sua esposa nessa noite. Repleto de culpa Jack decide ajudar Parry numa tentativa de livrar-se do peso ou como ele mesmo diz: “pagar a multa e ir embora”. Ele tenta dar dinheiro, mas Parry repassa-o para outra pessoa, o que deixa Jack insatisfeito quanto à culpa. Vendo que Jack mostra-se irritado com a sua atitude, Parry diz que, se o ex-locutor quer ajuda-lo, seria de uma única maneira: ajudando-o a recuperar o Santo Graal que estaria na casa de um “ricaço” – segundo os pequeninos que flutuam. Parry leva Jack até essa casa e tenta contar seu “plano” para ele, mas não é reforçado, pelo contrário, é confrontado por Jack. Em uma tentativa de “trazê-lo de volta à realidade” Jack conta fatos do passado de Parry. Sua profissão, sua antiga vida. Quando forçado a encarar essas lembranças traumáticas, Parry tem sua primeira crise (primeira crise retratada no filme). Ele começa a se retorcer no chão, visivelmente em sofrimento, pela presença do “Cavaleiro Vermelho” (figura que representa os temores de Parry em relação ao passado que ele, agora, ignora). Esse Cavaleiro aparece em todos os momentos em quem Parry está em uma situação que tenha qualquer relação com sua vida anterior. Logo em seguida ele “percebe” que esse Cavaleiro se distancia e ele interpreta isso como medo por parte do Cavaleiro e sai correndo atrás do “inimigo”. Jack tenta acompanha-lo, mas é deixado para trás. De repente, ele para, senta e começa a admirar a paisagem.

Jack, então, descobre que Parry está apaixonado por uma moça, Lydia (trabalha em uma editora de livros), e que ele a “persegue” todos os dias. Uma cena Parry mostra que, ao vê-la, a realidade se mostra mais “feliz”. Isso é explicitado com as pessoas, no meio do terminal, dançando música clássica (o que é uma ilusão pois existe o estímulo real – pessoas andando – porém um pouco distorcido) e quando ele a perde de vista, de repente, essa alegria representada pela dança simplesmente desaparece e ele “volta à realidade”. No Central Park, à noite, Jack tenta confrontar Parry outra vez, notando um momento de “sanidade” e até de recordação de sua antiga vida, do seu antigo “eu”. Mais uma vez, quando isso acontece, o Cavaleiro Vermelho reaparece. Percebendo o rumo que a sua investida está tomando, Jack muda de assunto e traz Lydia ao assunto. Isso tira o foco do passado e faz Parry não ver mais o Cavaleiro que tanto teme. Jack decide, agora, ajuda-lo a conquista-la, como tentativa de melhor sua própria vida. Jack proporciona o encontro entre os dois, por meio de uma “promoção da locadora” (promoção essa que foi criada com o propósito de fazê-la ir até a locadora, onde Parry estaria presente). Por iniciativa de Jack, ele, Parry, Anne (dona da locadora) e Lydia saem para jantar. Aos poucos, durante a noite, Parry e Lydia se aproximam. Parry leva-a para casa e, em frente ao prédio, eles têm um momento de muita aproximação. Depois que ela entra e o deixa na rua, sozinho, Parry começa a ter reações provocadas por esse novo laço criado. Começa sua última crise do filme e a mais forte. Ele começa a ter “flashes” da tragédia e em seguida vê o Cavaleiro Vermelho. Ele pede para o Cavaleiro para que o deixe “ter isso, apenas isso”. Pedido esse que, aparentemente não é atendido e ele sai correndo em pânico, aos berros e com movimentos desengonçados. Parry chega até o local onde salvou Jack no início do filme. Lá é encurralado pelos mesmos vândalos que ele havia espantado antes, porém dessa vez, eles teria a “ajuda” do Cavaleiro Vermelho. Parry é espancado e fica em estado catatônico no hospital. Segundo o médico, aconteceu o mesmo na época em que a tragédia do bar aconteceu. Jack, que depois de ajudar Parry com Lydia voltou ao seu antigo emprego e seu antigo “eu”, fica sabendo da situação dele e vai ao seu encontro. Lá ele tem um pequeno delírio de que, buscando o Graal, Parry recobraria a consciência. E foi o que aconteceu. Acredito que o delírio de Parry tinha colocado nessa posição catatônica e acreditando no “poder” do Graal, ele volta à realidade. Parry ao sair do estado catatônico, fala de um sonho para Jack. Ele era casado e Jack estava lá. Ele sentia falta dela, e pergunta: “Posso sentir falta dela agora?” No filme não diz como Parry termina, mas faz entender que ele permanece , pelo menos por um tempo, assintomático, porém continua sendo Parry.”{{Citar web|url=https://www.ufrgs.br/psicopatologia/wiki/index.php?title=O_Pescador_de_Ilus%C3%B5es|titulo=O Pescador de Ilusões – Wikipsicopato|acessodata=2021-11-12|website=www.ufrgs.br}}Desta forma vemos como o filme retrata a capacidade cerebral de criar figuras “reais” alucinatorias diante de um trauma , e conviver com as mesmas como forma de se relacionar ou fugir de um problema. As características do esquisofrênico foram parcilamente bem retratadas nos filmes onde vemos alguns dos sintomas citados na literatura psiquiátrica: .”

“: A esquizofrenia manifesta-se geralmente no final da adolescência ou no início da idade adulta antes dos 40 anos. O decorrer da doença é sempre crônico e tende a deteriorar a personalidade do indivíduo. Quando surgem perto da adolescência, os quadros de início agudo têm uma prognose mais propícia à recuperação, principalmente quando a personalidade se desenvolveu de modo satisfatório.O surgimento da doença é mais precoce nos homens (entre os 15 e os 25 anos) e mais tardia nas mulheres (entre os 25 e os 30 anos). A esquizofrenia possui 3 fases: aguda, estabilização e recaída. Segundo 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID 10), os transtornos esquizofrênicos se caracterizam em geral por distorções fundamentais e características do pensamento e da percepção, e por afetos inapropriados ou embotados. Usualmente mantém-se clara a consciência e a capacidade intelectual, embora certos déficits cognitivos possam evoluir no curso do tempo.”{{Citar periódico |url=http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/483 |titulo=ANÁLISE DO FILME UMA MENTE BRILHANTE: as perturbações da esquizofrenia |data=2019-07-29 |acessodata=2021-11-12 |jornal=Psicologia e Saúde em debate |número=Suppl.1 |ultimo=Caixeta |primeiro=Carlos Alberto Dias |ultimo2=Nogueira |primeiro2=Eremita Marques |paginas=6–6 |lingua=pt |issn=2446-922X |ultimo3=Sabião |primeiro3=Roseline Martins}}

(1) delírios;

(2) alucinações;

(3) fala desorganizada (ex., descarrilhamento freqüente ou incoerência);

(4) comportamento totalmente desorganizado ou catatônico;

(5) sintomas negativos, ou seja, embotamento afetivo, alogia ou avolição;

“Os sintomas negativos da esquizofrenia refletem uma perda ou diminuição de funções que, em condições normais, encontram-se presentes. Os sintomas negativos incluem alogia (marcante pobreza de fala e fala vazia de conteúdo), embotamento afetivo (diminuição na habilidade de expressar-se emocionalmente), anedonia (inabilidade de experimentar prazer, perda de interesse pela interação social) e avolição (incapacidade de iniciar ou persistir na busca de um objetivo). “{{Citar web|url=https://www.psiquiatriageral.com.br/esquizofrenia/aprendendo01.htm|titulo=Psiquiatria Geral ………….:::::::::::::::::::::|acessodata=2021-11-12|website=www.psiquiatriageral.com.br}}

== Conclusão ==
Os filmes representam um bom percentual da realidade alucinada que um esquisofrênico tem em sua mente, que pode acontecer diante de traumas, causas desconhecidas e estruturais (genéticas). Assistir estes filmes tendo isso em mente pode tornar a diversão mais interessante , bem como mais interativa no sentido de compreender as pessoas com problemas semelhantes.

{{Referências|col=2}}