Autor: Sodre Neto
Editor do http://www.jornaldaciencia.com.br

Resumo: Demonstramos aqui que a permanência de praticamente mesmo número de templates biológicos (TB) hoje em re4lação ao número de TF (templates fósseis) provam que não existiu história da evolução para além das variações em torno de TF. Para fins didáticos , introduzi na literatura biológica e paleontológica este termo TF e TB para destacar que a variação morfológica nos seres vivos são a partir e em torno de modelos ancestrais e não fora deles como preconiza a Teoria da Evolução de ancestralidade totalmente comum .Pois o mesmo quase o mesmo número de arquétipos e modelos de seres vivos nos fósseis com 250 a 300 mil especies (TF), quando comparado ao número de arquétipos e modelos esquemáticos de seres vivos hoje (TB) nas 10 milhões de espécies, (tem estimativas de haver até mais que 10 milhões de espécies conforme os mais de 25 critérios de “espécie” que existem) expressadas em bilhões de formas variadas, “é praticamente o mesmo”. ** Recebi esta resposta num e-mail recebido de uma das maiores autoridades em estatística fóssil, o geólogo com doutorado em Harvard , Dr Patrick Kurt Wise, que defendeu sua tese de 1200 páginas sobre estatística fóssil , orientado por nada mais nada menos que Stephen Jay Gould, pai do pontualismo paleontológico). Isto revela claramente que a biodiversidade atual não passa de variações sub-especiativas advindas dos, relativamente, poucos tipos básicos ancestrais fósseis (TF); Por isso destaquei mesmo número de arquétipos e modelos esquemáticos de seres vivos (TF).

Introdução

Nada se cria na natureza e tudo se transforma dentro dos mesmos limites taxonômicos fósseis até hoje.

Outra prova correlacionada muito contundente, é o fato destes modelos de seres vivos surgirem PRONTOS no registro fóssil (sem etapas evolutivas em camadas anteriores) e isso portanto revela surgimento rápido , aparecimento repentino, o que evoca a idéia de criação deles e não surgimento evolutivo ALGUM .

Esse surgimento de modelos prontos no registro fóssil, tambem evoca a idéia testada e publicada por dezenas de bioquímicos, alegando haver necessidade de que o todo de várias peças do sistema existisse para que houvesse sobrevivência (complexidade irredutível – Behe, Axel, Meyer, Eberlin, Loening, Sanford, etc..
http://www.sensortime.com/loennig-dygmosoic-e.htm)

Se não bastasse isso, ainda temos o fato de que a morfologia dos fósseis se repete em 71%, uma verdadeira LADAINHA DE FORMAS FÓSSEIS; repeteco, e este tipo de amostragem , estatisticamente, só pode se referir a sepultamento de várias populações, pois as espécies são plásticas, mutantes, ultra sensíveis as mudanças ambientais e portanto nunca se repetiriam morfologicamente tanto; nunca, never, jamé.



Não existiu historia da evoluçao , existiu apenas sobrevivência adaptativa plástica do que sobreviveu.

Ernest Mayr, em “Populações, Espécie e Evolução na pag.353 declara :

“Especiação é um processo perigoso. O empobrecimento do patrimônio gênico e a instabilidade genética que a acompanham, pode conduzir com maior probabilidade ao desastre do que ao sucesso. Apesar da maioria das espécies incipientes não se extinguir, uma espécie ocasional não apenas pode completar o processo, como pode ter sucesso na penetração de um nicho ou zona adaptativa novos.”

Na natureza “onde nada se cria e apenas se transforma”, seres vivos para poderem acontecer teriam que ser criados e uma nuvem de cientistas e milhares de artigos cientificos já estão sendo reconhecidos e publicados os quais demonstram que quatrilhões de aspectos de engenharias , complexidades , sistemas planejados com coeficiente de premeditação em informações, foram necessários para a existencia da vida, do ambiente , do planeta e de todo universo.

O padrão genético (portanto um mesmo codificador e fabricante) é claro, nítido e transparente hoje cada vez mais.

Tambem o fato de fazermos, com toda tecnologia genética , comparativamente, menos que nada, pois não conseguimos criar nada do zero, do 2 nem do 2 milhões ….ja deveria por si só, nos convencer que somos um nada diante do trono do Criador.

Mesmo conhecendo genética e podendo até manipular alguns trechinhos, conseguimos resolver , com imensa dificuldade tecnológica, apenas algumas coisinhas; E isso já deveria (a muito tempo ) nos convencer que se laboratórios tem infinito limite para trabalhar naquilo que já existe, um trilhão de vezes mais o nada ou acaso, espontaneamente, teriam o “poder” de, por meio do caos inorgânico racêmico, superar com a seleção natural cega .

Ainda “bem” que a ” ciência” agora ensina que uma trombada de um meteoro trazendo super DNA (panspermia) resolveria mais esta “teoria” da vida ..menos mal né (risos).

Devemos considerar também que meras semelhanças não indicam necessariamente parentesco filogenético. Elas podem muito mais indicar mesmo fabricante usando os mesmos legos (genes) .

Semelhança de alguma coisa não pode ser nunca prova suficiente de ancestralidade comum, pois existe uma DESCONTINUIDADE de grupos em torno de familias de espécies na biodiversidade de HOJE que reflete o mesmo PADRÃO fóssil, que tambem é caracterizado por descontinuidade em torno de familias. Ou seja, a descontinuidade é fato tanto nos fósseis quanto na nossa biodiversidade hoje. Por exemplo macacos cruzam entre si , felinos e gatos domésticos, cães domésticos e lobos, mas homem doméstico não cruza com macaco algum (até porque os genes deles se comportam 80% diferente do nosso quando se leva em conta proteínas que é o produto dos genes)

Mesmo número de Templates biológicos (TB)

Para fins didáticos eu Sodré GB Neto , introduzi na literatura científica este termo para destacar que a variação morfológica nos seres vivos são a partir de modelos ancestrais e não fora deles como preconiza a Teoria da Evolução .

Pois o mesmo número (quase o mesmo) de arquétipos e modelos de seres vivos nos fósseis com 250 a 300 mil especies, quando comparado ao NÚMERO de arquétipos e modelos esquemáticos de seres vivos hoje nas 10 milhões de especies, (tem estimativas de haver até mais ) expressadas em bilhões de formas variadas, “é praticamente o mesmo” ( Recebi esta resposta num e-mail recebido de uma das maiores autoridades em estatística fóssil, o geólogo com doutorado em Harvard , Dr Patrick Kurt Wise, que defendeu sua tese de 1200 páginas sobre estatística fóssil , orientado por nada mais nada menos que Stephen Jay Gould, pai do pontualismo paleontológico).

Isto revela claramente que a biodiversidade atual NÃO PASSA de variações sub-especiativas advindas dos, relativamente, poucos tipos básicos ancestrais fósseis; Por isso destaquei mesmo NÚMERO de arquétipos e modelos esquemáticos de seres vivos. Nada se cria na natureza e tudo se transforma dentro dos mesmos limites taxonômicos fósseis até hoje.

Outra prova correlacionada muito contundente, é o fato destes modelos de seres vivos surgirem PRONTOS no registro fóssil (sem etapas evolutivas em camadas anteriores) e isso portanto revela surgimento rápido , aparecimento repentino, o que evoca a idéia de criação deles e não surgimento evolutivo ALGUM .

Esse surgimento de modelos prontos no registro fóssil, tambem evoca a idéia testada e publicada por dezenas de bioquímicos, alegando haver necessidade de que o todo de várias peças do sistema existisse para que houvesse sobrevivência (complexidade irredutível – Behe, Axel, Meyer, Eberlin, Loening, Sanford, etc..
http://www.sensortime.com/loennig-dygmosoic-e.htm)

Se não bastasse isso, ainda temos o fato de que a morfologia dos fósseis se repete em 71%, uma verdadeira LADAINHA DE FORMAS FÓSSEIS; repeteco, e este tipo de amostragem , estatisticamente, só pode se referir a sepultamento de várias populações, pois as espécies são plásticas, mutantes, ultra sensíveis as mudanças ambientais e portanto nunca se repetiriam morfologicamente tanto; nunca, never, jamé.

As proprias espécies que surgem prontas no registro fóssil são plásticas (Herbert citado por Darwin) e vão gastando recursos adaptativos que superam dificuldades de natureza genética e ambiental.

Ou seja, não existiu historia da evoluçao alguma, existiu apenas sobrevivência adaptativa plástica do que sobreviveu.

O que chamamos de evolução, é apenas variação adaptativa sobrevivente de formas de vida , em média, cada vez mais desgastadas e doentes (entropia genética) derivadas de tipos basicos ancestrais mais saudáveis, em geral maiores, mais longevos e mais belos e coloridos (pois cores opacas e sem muita graça, na violencia tanto para caçar e ser visto, como para se esconder, sobrevivem mais ).

(2017, Sodre GB Neto )
Artigo
https://www.academia.edu/39120976/Speciation_in_real_time_and_historical-archaeological_and_its_absence_in_geological_time?email_work_card=view-paper
Leitura complementar
http://www.sensortime.com/loennig-dygmosoic-e.htm
https://www.researchgate.net/project/IMPACT-NEOCASTROPHYSIS-THEORY/update/59951859b53d2ff30bda43c0

Canal “Me Salva do Ateísmo”
https://youtu.be/NbeJGS08uC4

Datação e Origem da Radioatividade

http://www.creationscience.com/onlinebook/Radioactivity2.html#wp7826136

Dinossauros e homens na arqueologia e historia
http://s8int.com/phile/dinolit87.html

Link contendo 200 referências científicas
http://entropia.comunidades.net/teoria-do-neocatastrofismo-de-impactos-sodre-neto

Link de Walter Brown – Origem da Radioatividade
http://www.creationscience.com/onlinebook/Radioactivity2.html#wp7826136

Link da Publicação de John Baumgardner divulgando testes C14

I address these issues in my chapter, Chapter 8 14C Evidence for a Recent Global Flood and a Young Earth, in the book Radioisotopes and the Age of the Earth: Results of a Young-Earth Creationist Research Initiative. All the chapters of this book are posted online at http://www.icr.org/rate2. Discussion of the diamond results are in section 6. of this chapter 8. I hope this is helpful. John